Publicado Por :

AEP

Nutrição
928 970 Aliança Evangélica Portuguesa

Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja.” Efésios 5:29

Cuidar faz parte de nós, segundo Aquele que foi O primeiro cuidador, e que nos criou com a responsabilidade de ser o templo do Espírito Santo. Sendo que se não somos de nós mesmos, significa que entregámos esta nossa “casa” e, como tal, é bom que ela esteja bem tratada. 

Para conseguir compreender o cuidar do seu corpo face aos desafios da atualidade, ao longo deste texto, vamos desconstruir alguns conceitos que sempre ouviu na área da Nutrição.

Entender a alimentação como fundamental para a nossa saúde não é, com certeza, novidade para ninguém. No entanto, a forma como temos entendido o conceito de uma dieta saudável pode estar distorcido, confundido ou até difícil de definir. Começamos com o facto de dieta não ser só o documento que um Nutricionista lhe dá, mas sim tudo o que ingere. Portanto, mesmo sem querer, está todos os dias em dieta. Se calhar está no processo de descobrir a dieta mais adequada para si, mas no meio de tantas polémicas, modas, mitos, e (demasiada) informação torna-se uma tarefa difícil distinguir o certo do errado relativamente à alimentação. 

Uma das definições mais recentes para uma dieta adequada segundo a FAO* é ser promotora de saúde e prevenir a doença. É aquela que fornece nutrientes de forma adequada, sem excesso, com substâncias de alimentos nutritivos promotoras da saúde e evita o consumo de substâncias prejudiciais. A OMS** acrescenta o facto de nos proteger contra a malnutrição em todas as suas formas e de doenças não transmissíveis, como diabetes, doenças cardíacas, AVC***, e cancro. 

Agora, a questão é: conseguiremos nós atingir esta plenitude? Pois bem, perfeição também sabemos que não iremos atingir. Agora, com certeza, já ouviu, por exemplo, que o pão engorda, ou que o alimento x provocou uma doença grave. Posso responder já que não, e que essas pessoas terão dificuldades em comprová-lo de forma exata, já que não comem só um alimento o dia todo. Tenho também algumas dúvidas que Jesus se associaria ao pão se ele fosse a pior coisa que tivesse sido criada. Posto isto, os estudos de relevância direcionam-nos para padrões alimentares e de estilo de vida (e como é claro não poderia deixar de enaltecer o nosso padrão alimentar mediterrânico), que adiciona aqui o conceito de frequência através do qual os alimentos são consumidos habitualmente. Habitual é diferente de sempre e nunca, assim como adequado é diferente de bom e mau. Não, não quero transformar este texto numa análise linguística, mas sim alertar para melhorarmos a relação que muitas de nós têm com a alimentação. Tem sido investigado que a ingestão alimentar é influenciada por múltiplos fatores:

  • Intrínsecos aos alimentos (ex: sabor, fatores percetivos)
  • Fatores externos aos alimentos (ex: informação, ambiente social, ambiente físico)
  • Fatores de estado clínico e pessoal (ex: características biológicas e necessidades fisiológicas, componentes psicológicos, hábitos e experiências)
  • Fatores cognitivos (ex: conhecimento e habilidades, atitude…)
  • Fatores socioculturais (ex: cultura, variáveis ​​económicas, elementos políticos). 

Portanto, ingerir um alimento pode trazer sentimentos, memórias, experiências, vivências, cultura, nutrientes, uma interação dinâmica de vários fatores… É possível assim entender porque implementar mudanças na alimentação pode ser complexo. É provável que já tenha visto ou experienciado alguém que decidiu nunca mais comer bolos, por exemplo. Que quando falha, e volta a consumir esses alimentos identifica sentimentos de culpa e desiste de tudo a que se propôs. Ou alguém que decidiu seguir uma dieta restritiva, por um valor na balança que não conseguiu manter, e até fez com que depois ganhasse mais peso do que tinha antes. Desta forma, aplicar o bom senso provavelmente irá protegê-lo de abordagens extremistas. Exemplo: “dieta do… (inserir um nome que chame a atenção)”, que muitas vezes podem trazer até consequências negativas na sua saúde. 

Se durante toda a sua vida ingeriu determinado alimento na sua rotina e, de repente, alguém lhe diz que nunca mais na sua vida vai voltar a ingeri-lo para atingir o seu objetivo. Esqueça! O melhor será mesmo desprezar essa recomendação. Cuidar de nós também começa por ter atenção aos julgamentos feitos à alimentação. A conotação que atribuímos aos alimentos em vez de nos ajudar pode sabotar o nosso processo. Poderá tornar-se um processo impossível em vez de ser um processo progressivo de mudança de comportamentos.

Se na sua alimentação identifica que existe uma predominância de alimentos pouco nutritivos e uma rara inclusão dos vegetais, fruta, cereais integrais, fontes proteicas (de baixo teor de gordura), nas suas refeições, então pode ter de mudar e inverter algumas prioridades. E sim, estes grupos alimentares são mesmo necessários diariamente (excluindo os casos de patologia identificada). Eventualmente, no início, começará por serem uma disciplina que muitas vezes poderemos não ter vontade de seguir, mas com a repetição do comportamento, tornar-se-ão um hábito. 

Costumo comparar a introdução de um estilo de vida saudável, à disciplina do emprego. Podemos até ter um emprego excelente que nos dá um gozo enorme, mas muitas vezes preferia estar de férias numa estância paradisíaca ou estar a dormir em sua casa, a ir trabalhar. Mas vai na mesma, certo? Se a sua resposta foi sim, então estará a agir por disciplina. Para aquelas áreas que são mais difíceis de modificar, para si, pense nisto antes de agir mediante a sua vontade. Se for determinada nas suas decisões com certeza conseguirá um bom resultado.

Ainda assim, se identifica que está a ir demasiadas vezes à sua cadeia de fast-food preferida, ou que não consegue resistir sempre que passa pela padaria do seu bairro (e passa por ela todos os dias), então poderá estar a ter dificuldade no autocontrolo. E como diz a passagem bíblica: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma”.1 Coríntios 6:12

Curioso que até a bíblia nos leva a refletir sobre isto: Decisões! A nossa decisão é inevitável e no fim das contas vai ser você o responsável pelas melhores escolhas alimentares para si. Assim como na nossa jornada cristã será difícil ambicionar uma vida na terra com a total ausência de pecado, e por isso, vamo-nos arrependendo e aprendendo com os mesmos, será difícil também ambicionar uma vida sem alimentos menos nutritivos. 

“Assim, quer vocês comam, quer bebam, quer façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.” 1 Coríntios 10:31

Vamos percorrendo o caminho que nos faz mudar o alvo e direcionar as nossas atitudes para o que Deus se agrada, da mesma forma na alimentação também direcionamos os nossos esforços para o melhor cujo alvo serão comportamentos alimentares saudáveis e alimentos ricos em nutrientes, habitualmente. Não desistimos porque errámos num dia. Não desistimos porque Ele nos permite existir, nos permite aproximar-nos Dele e fazermos tudo para a Sua honra e glória.

*FAO – Food and Agriculture Organization

**OMS – Organização Mundial de Saúde

***AVC – Acidente Vascular Cerebral

Inês Monteiro, Nutricionista e Team Leader na Teladoc Health

Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida
722 906 Aliança Evangélica Portuguesa

Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida

Em muitos países, os seguidores de Jesus não têm os direitos de liberdade religiosa garantidos; a conversão ao cristianismo é proibida devido a ameaças vindas do governo ou de grupos extremistas; os cristãos são, muitas vezes, forçados a deixar as suas casas e empregos por medo da violência; são agredidos fisicamente ou até mesmo mortos por causa da fé; são presos e interrogados, por diversas vezes, por se recusarem a negar a Jesus. A perseguição religiosa é também uma das principais causas dos pedidos de proteção internacional, ou seja, dos pedidos de estatuto de refugiado.

A organização Portas Abertas (Open Doors) é uma organização sem fins lucrativos (entre outras) que há mais de 60 anos oferece apoio material, auxílio, informação e assistência aos cristãos perseguidos e também divulga anualmente a Lista de 50 países onde os cristãos são mais perseguidos. Segundo esta organização, o mundo regista mais de 360 milhões de cristãos que enfrentam altos níveis de perseguição e discriminação por causa da sua fé.

A Aliança Evangélica Mundial convencionou que a comunidade evangélica internacional devia unir-se para orar pelos nosso irmãos perseguidos, no primeiro ou segundo domingos de novembro, que, este ano de 2023, serão dias 5 ou 12 de Novembro.

Neste link poderá encontrar recursos em português que o ajudarão e à sua igreja, a orar melhor pelos cristãos perseguidos. Recursos – IDOP

Hebreus 13:3

“Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles; dos que estão sendo maltratados, como se vocês mesmos estivessem sendo maltratados.”

Ataques a Israel
1015 673 Aliança Evangélica Portuguesa

Orai pela paz de Jerusalém: prosperarão aqueles que te amam.

Salmos 122:6

A propósito dos hediondos ataques do movimento terrorista Hamas perpetrados contra o povo em Israel a partir do passado fim de semana, a Aliança Evangélica Mundial emitiu, com data de 9 de outubro, o seguinte comunicado: «A AEM está profundamente angustiada com o ataque do Hamas a Israel e ao povo israelita. A agressão resultou na escalada de violência e na perda de vidas civis inocentes em Israel e na Palestina. Lamentamos todas as vítimas e oramos por conforto para as famílias daqueles que choram a perda dos seus entes queridos. Estamos preocupados que a violência se espalhe ainda mais. Assim, encorajamos todos os esforços para reduzir a escalada da violência e trabalhar para uma paz justa e duradoura. Com perplexidade, assistimos a manifestações em muitos países por todo o mundo que parecem regozijar-se com o assassinato de civis. A AEM condena o regozijo por qualquer assassinato, designadamente com base na religião ou etnia. A Terra Santa é de importância muito para além das suas fronteiras, devido à sua proeminência entre os seguidores da fé abraâmica em todo o mundo. Judeus, cristãos e muçulmanos têm locais sagrados na Terra Santa e a profanação de locais sagrados para as três religiões tem contribuído repetidamente para a escalada do conflito. Apelamos aos crentes de todo o mundo para que orem pela paz e pela compreensão, enfatizando que uma paz justa depende tanto de ações como de pensar e falar de forma a promover a paz. Oramos pelos povos israelita e palestiniano – pela sua segurança e bem-estar e para que possam ter uma paz justa e duradoura na Terra Santa.»

Por sua vez, a Aliança Evangélica Europeia acrescenta que «todas as vidas humanas são preciosas aos olhos de Deus e todos devemos fazer o máximo para promover e defender a dignidade humana…» e «…manifesta igualmente a sua preocupação com o número crescente de incidentes antissemitas na Europa e apela a todas as pessoas de boa vontade para que lutem contra o antissemitismo e sejam promotores da paz na sua própria vizinhança».

Em Portugal, as principais figuras políticas da Nação repudiaram igualmente os ataques terroristas. Para o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, «Portugal não pode deixar de condenar […] o ataque do Hamas a Israel». Augusto Santos Silva, presidente da Assembleia da República, também condenou os ataques com «termos mais firmes»; para a segunda figura do Estado estes «são atos bárbaros, que nada justifica». Para o primeiro-ministro António Costa, há que lamentar «as vítimas destes ataques, deixando uma palavra de solidariedade aos seus familiares».

A Aliança Evangélica Portuguesa conclama todos os evangélicos no nosso país a orarem pela paz em Israel.

10.10.2023

Infinity Fest
980 1366 Aliança Evangélica Portuguesa

O Infinity Fest vai acontecer no Coliseu dos Recreios, Lisboa, no dia 05 de outubro de 2023. Haverá uma promoção para os grupos de amigos que adquirirem juntos os seus bilhetes.

Tudo o que precisam fazer é:
📌Juntar a tua malta
📌 Comprar os bilhetes em conjunto (válido apenas para plateia/galeria)
📌 Ganhar bilhetes extras (até 20 bilhetes extras por grupo)

10 bilhetes + 1 Grátis,
20 bilhetes + 3 Grátis,
50 bilhetes + 8 Grátis,
100 bilhetes + 20 Grátis.


Acessa o link para garantir o seu lugar no Infinity:
https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/124095-infinity_fest-coliseu_de_lisboa/

As novas gerações e o ministério Pastoral
1186 778 Aliança Evangélica Portuguesa

O Gabinete de Estudos e Pesquisa da Aliança Evangélica Portuguesa está a realizar uma pesquisa de forma a entender a relação entre as novas gerações e o ministério pastoral.

O inquérito destina-se a:
• Evangélicos(as)
• Residentes em Portugal
• Entre os 18 e os 40 anos de idade

Link para o formulário:
https://forms.gle/hbQgiHg26of9x84W6

Questionário com 37 perguntas e demora cerca de 15 minutos a preencher.

“Se alguém aspira ao episcopado deseja uma importante missão” (1 Timóteo 3:1)

Oremos por Marrocos
1696 1080 Aliança Evangélica Portuguesa

O Reino de Marrocos é um país africano situado na região do Magrebe, no norte de África. Tem mais de 38 milhões de habitantes e as línguas oficiais do país são o árabe e o bérbere (árabe que se fala nas montanhas) assim como, o francês. É liderado pelo rei Mohamed VI e a sua capital é Rabat. É um país muçulmano e segundo o site Portas Abertas, Marrocos é o 29º país onde os cristãos são mais perseguidos. 

Falar sobre Marrocos é fácil. Apesentar o povo marroquino é ainda mais fácil. É um país acolhedor e o seu povo muito hospitaleiro, comunicativo e que gosta de aprender. Nas viagens que fomos realizando ao longo dos anos, estivemos em várias cidades bem cosmopolitas e desenvolvidas, mas também estivemos em aldeias e lugares isolados na montanha do Atlas. Gostava de falar sobre esses lugares e essas pessoas. Afinal o epicentro do terramoto de 6.9 que ocorreu na noite de sexta feira passada fala sobre eles. Os lugares por onde caminhamos e conversamos sobre a fé são cenários idílicos, paisagens deslumbrantes marcadas e embelezadas pela natureza e o ar puro, a quietude, onde o tempo não importa, simplesmente flui sem pressa. As pessoas que vivem nestes lugares têm a agricultura e a pastorícia como o único meio de subsistência. São pessoas simples que sempre abriram as portas das suas casas, nos deram o melhor que tinham na sua despensa e tudo isso com um sorriso, porque era a única forma de podermos comunicar. As imagens que temos visto ao longo destes dias, as equipas conhecem. As pessoas que são entrevistadas nas TV’s internacionais, as equipas conhecem. As pessoas por quem orámos, privámos e que amamos estão a sofrer terrivelmente. Hoje, essas pessoas não podem entrar na sua casa. Estão a viver numa tenda. Os seus filhos estão traumatizados e não conseguem dormir. Os seus vizinhos e amigos estão desaparecidos ou mortos. As aldeias que visitámos não existem mais e pior, as pessoas também não. Diante da tragédia deste terramoto, dos relatos de quem perdeu tudo ou quase tudo e do número esmagador, mas irreal, de mais de 3 mil mortos o que podemos fazer? Podemos orar. 

– Agradecer porque na Sua misericórdia Ele poupou a vida dos que conhecemos.

– Agradecer porque Deus tem levantado muitos marroquinos e empresas marroquinas para apoiar com bens essenciais.

– Pedir ao Senhor que este terramoto possa ser uma oportunidade para que o povo marroquino possa saber quem é o Deus verdadeiro. 

– Pedir ao Senhor por consolo, força e coragem para enfrentar o presente e o futuro.

– Pedir ao Senhor para que o Rei possa aceitar a ajuda internacional e que as fronteiras do país possam estar abertas a essa ajuda.

Inês Gandaio

Faça férias com sabedoria financeira
1036 684 Aliança Evangélica Portuguesa

“Será inútil levantar cedo e dormir tarde, trabalhando arduamente por alimento. O Senhor concede o sono àqueles a quem ama. ” Salmos 127:2

As férias são momentos especiais para relaxarmos, nos divertirmos e criarmos memórias duradouras com a nossa família. No entanto, muitas vezes as férias trazem uma carga financeira pesada e uma preocupação com os gastos excessivos. A falta de planeamento leva muitas famílias a endividarem-se e a sofrerem de stress financeiro após este período de descanso.

A Bíblia oferece princípios de gestão financeira que podem ser aplicados para fazer férias com sabedoria. Seguindo esses princípios, podemos desfrutar de um tempo de descanso sem comprometer a nossa estabilidade financeira.

Antes demais, é essencial salientar que a Bíblia nos ensina a equilibrar o trabalho com descanso. Embora o conceito de férias vá variando no tempo e na geografia, o descanso é de facto importante. Encontramos na Bíblia várias menções a várias formas de férias ou períodos de descanso: noite, sábado, ano sabático, ano do jubileu, feriados religiosos, entre outros. Contudo, a Bíblia também nos recomenda a viver uma vida financeira saudável, responsável e tranquila.

Aproveite ao máximo as suas férias sem falir!

Aqui seguem 3 pilares as fundamentais para umas férias financeiramente saudáveis:

1. Faça sempre um orçamento – Provérbios 21:5: “Os planos bem elaborados levam à fartura; mas o apressado sempre acaba na miséria.”

Antes de partir para férias, é essencial fazer um planeamento cuidadoso. Defina um orçamento realista que leve em consideração todos os custos envolvidos, como alojamento, transporte, alimentação e atividades de lazer. Evite tomar decisões apressadas que possam resultar em gastos excessivos ou empréstimos desnecessários. Se tem dificuldades em controlar o seu consumo, leve dinheiro limitado para as suas férias e siga o seu orçamento. Desta forma, durante as férias vai conseguir gastar dinheiro sem culpas e quando regressar a casa, se sentirá muito mais descansado.

2. Fuja do crédito – Provérbios 22:7: “O rico domina sobre o pobre, e o que toma emprestado é escravo do que empresta.”

Endividar-se para financiar férias pode criar um fardo financeiro duradouro. Em vez disso, a Bíblia aconselha a evitar a dívida e a viver dentro dos próprios meios. Se não for possível pagar as suas férias sem recorrer ao crédito, é importante reconsiderar as opções de viagem e optar por uma abordagem mais económica. Quando regressar das suas férias, comece já a criar uma poupança para as férias seguintes.

3. Aprenda a desfrutar com contentamento – Filipenses 4:11-12: “Não estou dizendo isso porque esteja necessitado, pois aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância. Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura.”

A busca constante por luxo e extravagância nas férias pode levar a gastos exorbitantes. A Bíblia ensina sobre a importância do contentamento e da moderação. Fazer férias com sabedoria significa apreciar o que está disponível sem ceder à pressão das tendências de consumo. Assim, nunca permita que as suas férias afetem a sua capacidade de poupar e de fazer face aos seus compromissos. Pesquise o mais que puder, compare preços e lembre-se que a qualidade das suas férias não está necessariamente ligada a um alto custo financeiro.

Por fim, à luz da Bíblia, tirar férias ou períodos de descanso não só é recomendável como é de facto importante. No entanto, não precisamos gastar uma fortuna para descansarmos. Primeiramente, precisamos satisfazer as necessidades da nossa família e depois encontrar um valor apropriado para gastar com férias, sem nunca abdicar de poupança. Muitas famílias vivem financeiramente apertadas por optarem por férias dispendiosas. Precisamos ser sábios. As férias devem ser um período de benção para a família e não de desgaste e preocupação.

Poderá encontrar mais artigos sobre finanças bíblicas em www.gpsfinanceiro.com

Ana Sofia Bessa

Formada em Economia

A minha experiência nos Acampamentos da Acção Bíblica em Bias do Sul
150 150 Aliança Evangélica Portuguesa

Fiz o meu primeiro acampamento com cerca de 4 meses, no verão de 1983. Obviamente não tenho memórias desse primeiro encontro com o Centro de Retiros de Bias. Mas esse foi o primeiro de muitos que se seguiram, desde campista a voluntária, realizando as mais diversas tarefas, tais como PPTO (nome carinhosamente atribuído a quem executa uma série de tarefas práticas para o bom funcionamento dos acampamentos), monitora, responsável pelo grupo de crianças existentes no acampamento, enfermeira, enfim, o que quer que fosse preciso e eu soubesse fazer.

Os primeiros acampamentos de que me recordo, são os de Sempre Feliz (ministério de crianças). E como fui feliz em cada semana que lá passei! As histórias da Bíblia, o carinho dos monitores e responsáveis, toda a rotina e dinâmica que existiam, as surpresas… era, efetivamente, para mim, um cantinho do céu na terra.

Mais tarde, já com 12 anos, fiz o primeiro acampamento de JAB (Jovens da Acção Bíblica), onde tomei a decisão de entregar a minha vida a Cristo, meu Senhor e Salvador e hoje, 28 anos depois, dou graças por continuar esta jornada com Ele e por Ele.

Os acampamentos de jovens tiveram um impacto muitíssimo importante na minha caminhada, uma vez que coincidiram com alguns dos piores anos da minha vida, em que vivi no Porto, com a minha irmã, a minha mãe, avó e tio, após o divórcio dos meus pais. O convívio diário com duas pessoas com doenças psiquiátricas graves (mãe e avó) e o tio toxicodependente (e por isso muito agressivo), deixaram-nos à margem de uma realidade estruturante, funcional, harmoniosa, amorosa, enfim, saudável, que todos desejamos. Apenas no período de férias escolares, esta realidade em que vivíamos era brevemente ofuscada e o tempo de acampamentos era uma lufada de ar fresco, trazendo então uma nova força e esperança para os meses seguintes que enfrentaríamos. Muitas e importantes decisões foram tomadas, algumas levadas em frente, outras ficaram perdidas no tempo. Não obstante, as amizades que criei foram alicerces para a minha vida. Amizades sólidas, edificantes e, algumas que tenho a alegria de dizer que duram até hoje. Oh que bênção!

Numa outra fase, ainda na adolescência, depois de ter saído do Porto (primeiramente em Sesimbra e depois em Lisboa), num meio familiar mais favorável (embora ainda com muitas lacunas) e integrada na igreja local, participei, então como voluntária em vários acampamentos. E cada experiência recordo com carinho, apesar dos muitos desafios, de algumas vezes ter saído fora da minha zona de conforto, mas onde também me construí, conheci, fui “esticada” e, certamente, muito abençoada, porque “é mais bem-aventurado dar do que receber” disse o apóstolo Paulo, relembrando as palavras do Senhor Jesus.

Esta experiência de servir nos acampamentos é, para mim, e penso que para todos os que o fazem, muito diferente de servir na igreja local. Para além de ser um local diferente e uma semana fora da rotina habitual, envolve trabalhar com outras pessoas com quem não estamos habituados, isto quando são pessoas que não conhecemos de todo. Porém, o facto de sermos irmãos em Cristo e o objetivo primordial ser dar-Lhe toda a glória no que fazemos, contribuem sobremaneira para que o trabalho em equipa se desenvolva, apesar das diferenças de opinião e formas de trabalhar, estando “unidos no mesmo modo de pensar e no mesmo propósito.” (I Coríntios 1:10)

Quando comecei a trabalhar, casei e a família aumentou, o único Acampamento que nos foi possível fazer, foi o de Famílias. Sempre que participamos, saímos de lá edificados, mais capacitados para construir a nossa família de acordo com a visão de Deus e com a certeza de que as lutas, as dificuldades, os avanços e recuos que tantas vezes acontecem, não são exclusivas do nosso casamento.

No ano passado, tive oportunidade de poder voltar a trabalhar num Acampamento, o de jovens, juntamente com o meu marido. Os nossos filhos também estiveram, e para mim, esse foi um dos aspetos mais importantes, porque, assim como para mim sempre foi uma prioridade servir nos acampamentos, gostaria que eles tivessem também esta visão e, obviamente, pelo exemplo que lhes transmitimos, espero que também seja uma prioridade para eles.

Se me perguntarem o que significam para mim os acampamentos, de forma resumida, digo com toda a convicção que são um tempo de encontro com Deus. 

Tem sido esta a minha experiência ao longo dos anos.

Susana Fernandes

Mãe a tempo inteiro e formada em Enfermagem

Iniciativas Jovens para Jovens
1310 868 Aliança Evangélica Portuguesa

Entre os próximos dias 1 e 6 de agosto do corrente ano de 2023 vai realizar-se em Lisboa, com impacto em todo o país, a Jornada Mundial da Juventude da Igreja Católica, que é considerado o maior acontecimento alguma vez realizado no nosso território. A Aliança Evangélica Portuguesa (AEP) não foi convidada e não participará nas diferentes iniciativas que compõem esta atividade, mas temos conhecimento de diversas igrejas e entidades do meio evangélico português que vão promover alguns programas relacionadas com a Jornada Mundial da Juventude de Lisboa. Tanto quanto fomos informados são as seguintes:

  • De 26/07 a 06/08, a JOCUM (YWAM Portugal) realiza no Vale de Alcântara, no Vale de Chelas, na Zona Ribeirinha entre a Praça do Comércio e o Parque das Nações, ações de evangelização e formação com igrejas evangélicas em zonas mais carenciadas de Lisboa (https://jocumlisboa.com)
  • De 31/07 a 04/08, a ÁGAPE Portugal promove na Praça Martim Moniz, em Lisboa, o Parque Cristonautas, um espaço com ferramentas tecnológicas que podem ser utilizadas para  a evangelização e discipulado de uma forma culturalmente relevante e bíblica (https://agape.pt)
  • A 01/08, a ADONIA participa no Canto pela Paz – Evento Inter-Religioso, no Auditório da Faculdade de Medicina Dentária de Lisboa (www.adonia.pt; http://cantopelapaz.org)
  • De 01/08 a 06/08, a Sociedade Bíblica de Portugal vai ter patente no Cinema São Jorge, em Lisboa, a Exposição interativa ekLogia – Planeta Azul, Palavra Viva, Igreja Verde (www.biblia.pt)
  • A 04/08, realiza-se o THE CHANGE, um encontro de jovens no Estádio da Luz, em Lisboa, promovido pela Associação Rodrigues Pereira, com o apoio de diversas igrejas e organizações evangélicas, e Charis – Catholic Charismatic International Service (https://thechangearrive.com)
JUNTOS 2023
2560 1440 Aliança Evangélica Portuguesa

Movimento de Oração e Evangelização de 21 dias, a nível nacional, para arrancar a 4 de novembro.

As igrejas interessadas em se envolver, poder adquirir os seus kits de participação a um preço promocional até ao final do mês de julho. Este ano haverá também o devocional do Juntos Kids, que pode ser adquiridos por apenas 1€. As encomendas deverão ser feitas por email para o coordenador de cada distrito. Mais informações em www.juntosportugal.com ou juntos@v21portugal.com