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	<title>Arquivo de Testemunhos -</title>
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	<title>Arquivo de Testemunhos -</title>
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		<title>Nem tudo é montanha, nem tudo é vale. Não está calor todos os dias, nem sempre está a chover.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AEP]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 10:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta é forma como vejo a vida e como me tenho desenvolvido enquanto pessoa. Nascida num lar onde Deus era respeitado (talvez não de forma integral), cedo aprendi que o Deus Criador&#160;era&#160;um Deus&#160;próximo&#160;e&#160;Salvador.&#160;O&#160;Evangelho&#160;passou&#160;a&#160;fazer&#160;parte&#160;da&#160;minha&#160;vida&#160;ainda&#160;na&#160;infância,&#160;mas&#160;seria&#160;somente aos 15 anos que a minha vida passaria a fazer&#160;mais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Esta é forma como vejo a vida e como me tenho desenvolvido enquanto pessoa.</strong></p>



<p>Nascida num lar onde Deus era respeitado (talvez não de forma integral), cedo aprendi que o Deus Criador&nbsp;era&nbsp;um Deus&nbsp;próximo&nbsp;e&nbsp;Salvador.&nbsp;O&nbsp;Evangelho&nbsp;passou&nbsp;a&nbsp;fazer&nbsp;parte&nbsp;da&nbsp;minha&nbsp;vida&nbsp;ainda&nbsp;na&nbsp;infância,&nbsp;mas&nbsp;seria&nbsp;somente aos 15 anos que a minha vida passaria a fazer&nbsp;<em>mais sentido</em>. O meu encontro com o Cristo real&nbsp;acontece alguns meses mais tarde.</p>



<p>Tinha a consciência que a minha salvação era uma dádiva e que a responsabilidade de viver de acordo com&nbsp;ela nunca seria&nbsp;uma&nbsp;opção,&nbsp;antes&nbsp;um&nbsp;dever.</p>



<p>Já&nbsp;formada&nbsp;rumei&nbsp;a&nbsp;Coimbra,&nbsp;onde&nbsp;continuei&nbsp;a&nbsp;exercer&nbsp;a&nbsp;profissão&nbsp;que&nbsp;tinha&nbsp;escolhido:&nbsp;ser&nbsp;professora.&nbsp;Depois&nbsp;de uma escola&nbsp;na área de&nbsp;Lisboa,&nbsp;passei por&nbsp;outras mais&nbsp;na&nbsp;zona&nbsp;centro…</p>



<p>Como&nbsp;‘a&nbsp;quem&nbsp;muito&nbsp;é&nbsp;perdoado,&nbsp;muito&nbsp;ama’,&nbsp;percebi&nbsp;que&nbsp;ser&nbsp;professora&nbsp;era&nbsp;uma&nbsp;fase&nbsp;que&nbsp;estava&nbsp;prestes&nbsp;a&nbsp;chegar ao fim. Foi, então, que Deus me chamou para O servir de alma, coração e tempo. Agora no Porto há&nbsp;28&nbsp;anos,&nbsp;consigo entender&nbsp;o&nbsp;propósito&nbsp;de&nbsp;cada&nbsp;um&nbsp;dos&nbsp;meus&nbsp;dias,&nbsp;percebendo&nbsp;como&nbsp;este&nbsp;lindo&nbsp;caminho&nbsp;que&nbsp;Ele&nbsp;planeou&nbsp;para&nbsp;mim,&nbsp;e por&nbsp;onde&nbsp;me&nbsp;tem&nbsp;guiado,&nbsp;é&nbsp;uma&nbsp;revelação&nbsp;poderosa&nbsp;e&nbsp;palpável&nbsp;do&nbsp;Seu&nbsp;eterno&nbsp;amor&nbsp;por mim.</p>



<p>No&nbsp;entanto,&nbsp;nem&nbsp;tudo&nbsp;é&nbsp;montanha,&nbsp;nem&nbsp;tudo&nbsp;é&nbsp;vale.&nbsp;Não&nbsp;está&nbsp;calor&nbsp;todos&nbsp;os&nbsp;dias,&nbsp;nem&nbsp;sempre&nbsp;está&nbsp;a&nbsp;chover.</p>



<p>Nos&nbsp;vales&nbsp;da&nbsp;‘noite’&nbsp;tem-me&nbsp;guardado&nbsp;e&nbsp;fortalecido;&nbsp;no&nbsp;esplendor&nbsp;da&nbsp;montanha&nbsp;tem-me&nbsp;deliciado&nbsp;com&nbsp;a&nbsp;Sua&nbsp;presença manifesta; quando o céu se acinzenta com nuvens densas e negras é, então, que chove, chove,&nbsp;chove&nbsp;sem&nbsp;parar;&nbsp;e&nbsp;o frio&nbsp;entra&nbsp;nos&nbsp;ossos&nbsp;e&nbsp;não&nbsp;há&nbsp;como&nbsp;fugir&nbsp;dele…&nbsp;mas,&nbsp;de&nbsp;repente&nbsp;(eu&nbsp;amo&nbsp;os&nbsp;‘de&nbsp;repentes’&nbsp;do&nbsp;Senhor&nbsp;Jesus)&nbsp;o&nbsp;sol&nbsp;brilha e&nbsp;tudo&nbsp;parece&nbsp;calmo,&nbsp;libertador,&nbsp;perfeito…&nbsp;como&nbsp;se&nbsp;a&nbsp;natureza&nbsp;celebrasse&nbsp;a&nbsp;vida,&nbsp;rodopiando&nbsp;sem&nbsp;parar,&nbsp;dançando e cantando um&nbsp;hino&nbsp;de adoração ao Criador!</p>



<p>Quero&nbsp;crer&nbsp;como&nbsp;Ester,&nbsp;que&nbsp;para&nbsp;‘este&nbsp;tempo&nbsp;vim’,&nbsp;para&nbsp;um&nbsp;tempo&nbsp;de&nbsp;uma&nbsp;intensa&nbsp;colheita,&nbsp;fazendo&nbsp;parte&nbsp;de&nbsp;uma geração de valentes, nova e determinada, que não se entrega, não se deixa corromper e que não se&nbsp;encanta&nbsp;com&nbsp;as ‘iguarias’&nbsp;dos&nbsp;ímpios.&nbsp;Geração&nbsp;que&nbsp;serve,&nbsp;que&nbsp;ama,&nbsp;que&nbsp;sonha,&nbsp;que&nbsp;crê&nbsp;e&nbsp;que&nbsp;se&nbsp;levanta&nbsp;para&nbsp;que,&nbsp;nos&nbsp;dias&nbsp;de&nbsp;hoje,&nbsp;o Seu&nbsp;Nome&nbsp;seja&nbsp;exaltado&nbsp;e&nbsp;a&nbsp;‘glória&nbsp;do&nbsp;Senhor&nbsp;inunde&nbsp;a&nbsp;terra,&nbsp;como&nbsp;as&nbsp;águas&nbsp;cobrem&nbsp;o mar’&nbsp;–&nbsp;estas são&nbsp;as batidas do meu&nbsp;coração….</p>



<p><strong>Ainda que … nem tudo seja montanha, nem tudo seja vale. Não esteja calor todos os dias, nem sempre esteja a chover.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://aliancaevangelica.pt/site/wp-content/uploads/2024/11/Ana-Pires-2-1.png" alt="" class="wp-image-20938" style="width:182px;height:236px"/></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Ana Pires<br>Pastora&nbsp;da&nbsp;Igreja&nbsp;Apostólica&nbsp;Nova&nbsp;Geração</p>
</div>
</div>
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		<title>Testemunho de vida sobre um pai</title>
		<link>https://aliancaevangelica.pt/site/testemunho-de-vida-sobre-um-pai-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[AEP]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 18:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho saudades do meu pai. Tenho saudades das minhas conversas com ele nas três vezes por semana que íamos juntos a Coimbra para as minhas aulas de música. Tenho saudades</p>
<p>O conteúdo <a href="https://aliancaevangelica.pt/site/testemunho-de-vida-sobre-um-pai-2/">Testemunho de vida sobre um pai</a> aparece primeiro em <a href="https://aliancaevangelica.pt/site"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Tenho saudades do meu pai. Tenho saudades das minhas conversas com ele nas três vezes por semana que íamos juntos a Coimbra para as minhas aulas de música. Tenho saudades de quando parávamos para lanchar num café local. Ainda hoje sinto o gosto das sandes que com muito custo e com muito trabalho o meu pai pagava. Hoje não sinto mais com a minha boca, mas sinto com o coração. Hoje até posso parar no mesmo café, e paro, mas a sande não tem o mesmo sabor. </strong></p>



<p>Conhecer aquele homem como meu pai foi um dos maiores privilégios da minha vida. Alguns amigos, que agora nos são comuns, refletem como ele era disponível e sempre pronto a servir no Reino. Mas eu reflito como tive o privilégio de cozinhar com ele, de fazer música com ele, de cantar e dançar com ele, de conduzir com ele, de jogar computador com ele. Sinceramente, não me lembro de conversar com o meu pai sobre as coisas maiores da vida. Lembro-me de falar pouco mais de uma ou duas vezes sobre o curso superior que haveria de escolher. Mas lembro-me tão bem de como sempre foi um encarregado de educação presente e como me acompanhou no primeiro dia de inscrição na universidade. Não me lembro se alguém vez falámos sobre as minhas maiores ambições de vida. Mas lembro-me de que ele me preparou muito cedo para todos os desassossegos do dia-a-dia. É assim que olho para trás e percebo o legado que me deixou. Claro que tivemos longas conversas teológicas, e que em parte explicam a minha avidez por fazer perguntas e obter respostas. Acima de tudo, aprendi com o meu pai que a vida vive-se vivendo. Sem cera, sem mentiras, sem esconder os problemas e sem deixar de celebrar as pequenas vitórias.</p>



<p>Mas às vezes me pergunto: Como a nossa relação foi tão bem-sucedida? Como o meu pai aprendeu a ser pai? Ele ficou sem pai muito cedo. Foi criado por uma tia feiticeira, ainda em Angola. Depois foi aperfilhado e aprendeu a ser homem. Veio para Portugal, aprendeu a ser evangelista. O meu pai aprendeu a ser muita coisa, mas nunca a ser pai. Enfim, chego à conclusão: ele aprendeu a ser pai ao mesmo tempo que eu aprendi a ser filha. E creio que esta foi a beleza da nossa relação. Aprendemos juntos. Estávamos em pé de igualdade na experiência de ser família. Foi nessa humildade que eu aprendi a responder como filha, mas que ele também aprendeu a ser responsável como pai.&nbsp;Aprendemos juntos, mas não aprendemos sozinhos. Deus foi o centro da nossa família, mas foi o Deus que tratou com cada um de nós de forma particular. O Deus do meu pai é o meu Deus, mas o nosso relacionamento com Ele nunca foi igual. O meu pai sabia disso e por isso aceitou a liberdade de como Deus estava a fazer-me filha d’Ele também. Esta realidade foi importante, e talvez ainda não a entenda em toda a dimensão porque eu não sou mãe. Mas posso entender que o meu Pai não impôs a sua forma de ser pai – cheio de ideais e conjeturas &#8211; para que o Pai tivesse oportunidade de me fazer Sua filha. Olho para trás e vejo a humildade que isso requer. O meu pai instruí-me em todo o conselho de Deus, mas precisou aprender a ser pai na medida que eu não era apenas filha dele. Deus escreveu a minha história de forma diferente da dele, e como pai teve de aprender a conviver com essa diferença, não pressionando expetativas, mas dando-me coragem para seguir o meu próprio caminho. Mas nem sempre foi fácil, nem para um, nem para outro. O meu pai teve de aprender que a independência que ele ensinou, um dia me levaria a ser uma menina cheia de opiniões. O meu pai teve de aprender que o facto de eu escutar Deus me levaria a outros lugares e profissões longe do que ele pensava que eu iria seguir. E nessa aprendizagem, o ferro afiou o ferro, como um amigo ensina o amigo, mas também um pai e uma filha se ensinaram um ao outro. O meu pai falhou, porque além de ser pai era ser humano. Eu também falhei como filha e assim aprendi muito com o meu pai. E na nossa relação de pai e filha, crescemos os dois na experiência com Deus.&nbsp;</p>



<p>Termino como comecei. Tenho saudades do meu pai. Esta palavra, antes, era uma palavra comum, até banal. De um momento para o outro, há 13 anos, tornou-se uma palavra rara nos meus lábios, mas que foi ganhando um novo significado no meu coração. Ainda aprendo com o meu pai. Vinte e um anos de vida foram poucos para mim, mas foram os suficientes para me continuar a guiar na sua ausência. Só Deus sabe porque apenas foram vinte e um, mas a fé e vida do meu pai ainda me ajudam a buscar pelo Pai celestial e a agradecer-Lhe pela experiência de filha.&nbsp;</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:31% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://aliancaevangelica.pt/site/wp-content/uploads/2024/06/Debora-Hossi.jpg" alt="" class="wp-image-20792 size-full"/></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Débora Hossi<br><em><br>Gestora de Conteúdo no Procurar Jesus<br>(ministério de evangelismo na Internet da Associação Evangelística Billy Graham)</em><br></p>
</div></div>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
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		<title>Sou mãe</title>
		<link>https://aliancaevangelica.pt/site/sou-mae/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[AEP]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 16:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá, eu sou a Talita tenho 31 anos e nasci no Brasil. Vim para Portugal com os meus pais quando eu tinha 12 anos e cá fiquei até o dia</p>
<p>O conteúdo <a href="https://aliancaevangelica.pt/site/sou-mae/">Sou mãe</a> aparece primeiro em <a href="https://aliancaevangelica.pt/site"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="gmail-page" title="Page 1">
<div class="gmail-section">
<div class="gmail-layoutArea">
<div class="gmail-column">
<p class="p1">Olá, eu sou a Talita tenho 31 anos e nasci no Brasil. Vim para Portugal com os meus pais quando eu tinha 12 anos e cá fiquei até o dia de hoje, sem nunca mais regressar, sou mais portuguesa do que brasileira. Conheci o meu marido num acampamento da COMACEP e ele desde a sua juventude percebeu o chamado para o ministério pastoral. Sempre tive o desejo de ser mãe e construir uma família. Mal pude aguentar um ano de casada para começar a ter filhos. O nosso primeiro filho nasceu um pouco mais de um ano depois de casados, em 2015, e a minha jornada da maternidade começou aí. Temos quatro filhos atualmente e o Senhor levou o nosso quinto bebé quando ainda tinha 7 semanas de gestação. Eu não me imaginava a fazer o que faço hoje, estar a tempo inteiro em casa a educar os meus filhos em casa. Imaginei que teria um trabalho fora de casa, como a maior parte das mulheres, e que os meus filhos iriam para a creche como habitualmente se vê. No entanto, nos primeiros anos do Rafael, o nosso primeiro filho, eu comecei a perceber que se eu o colocasse na creche, eu perderia grande parte do seu dia, e isso entristecia-me, e não tendo eu a necessidade de trabalhar fora para completar o sustento da nossa casa, percebi que estava numa posição muito privilegiada e não poderia desperdiçar essa oportunidade. Assim, escolhi ficar em casa e acompanhar o crescimento e desenvolvimento dos nossos filhos e dedicar-me ao serviço da nossa casa e da igreja. À medida que os filhos foram chegando, eu fui me apercebendo cada vez mais da importância do meu papel e do meu dever diante de Deus de estar presente todos os dias a ensinar, a corrigir, a educar, a amar e a me sacrificar em prol da edificação do nosso lar. Essa caminhada tem me tornado cada dia mais parecida com Cristo, pois sou constantemente confrontada com os meus erros e pecados, e sinto necessidade urgente todos os dias de buscar arrependimento e transformação. Isso tem me trazido grande amadurecimento espiritual e tem tido um importante papel no processo de santificação na minha vida. Percebi na pele um dos grandes propósitos de Deus para maternidade e agora sei o porquê de o apóstolo Paulo dizer que as mulheres serão salvas dando à luz filhos. Os filhos empurram-nos para a cruz de Cristo! Não existe outra forma de conseguir lidar com os filhos sem recorrermos ao Pai com todas as nossas debilidades e fraquezas. Nele podemos encontrar amparo, direção, consolo, encorajamento e paz. Encontrei vários desafios e ainda passo por alguns, como a dificuldade de organização, de gestão do tempo, e de estabelecimento de rotinas funcionais. Eu passei muitos apertos, e vivi o caos por muito tempo, às vezes o caos ainda volta, mas já sei qual o caminho para sair dele. Aprendi a desenvolver rotinas e bons hábitos, e descobri que precisava a cada dia mortificar a minha carne e lutar contra o meu próprio eu para poder glorificar a Deus nas tarefas mais básicas do lar e educação dos meus filhos. A fim de ter essa disponibilidade de estar em casa eu também posso me dedicar a acompanhar algumas pessoas da minha igreja, como algumas jovens mais novas e aconselhá-las e aprofundar relacionamentos de amizade e comunhão com elas. Semanalmente passam pela minha casa 2 ou 3 irmãs e sou tão abençoada por poder estar sempre rodeada de relacionamentos intencionais que edificam nossas vidas. Também tenho disponibilidade para fazer visitas a irmãos mais velhos e faço parte do ministério visitação da nossa igreja. Levo os nossos filhos a essas visitas e eles têm a oportunidade de poder conviver com todas as faixas etárias, aprender acerca das várias realidades da vida, aprendem com os mais velhos, ouvem os testemunhos dos irmãos, as suas lutas e as suas vitórias por seguirem o caminho de Cristo. Considero-me muito privilegiada por poder viver os meus dias assim, em serviço constante do lar e da nossa comunidade. Meu serviço na igreja é nos bastidores, cuido das crianças das mães que precisam de alguém que fique com os seus pequeninos, facilito a vida do meu marido para que tenha total disponibilidade para fazer o seu trabalho como pastor da nossa igreja e também como professor no seminário Martin Bucer, e para que possa se dedicar também aos seus estudos de doutoramento pelo Puritan Reformed Theological Seminary.</p>
<p class="p1">Sinto-me muito feliz por viver assim e não sinto necessidade alguma em construir qualquer carreira profissional. Só preciso de ver garantido a harmonia do meu lar, a manutenção e construção da fé dos nossos filhos e das famílias da nossa comunidade aqui na igreja, e ter sustento financeiro que me permita continuar a poder me dedicar ao serviço a Deus desta maneira. No futuro gostaria de me dedicar mais aos ministérios formais da igreja, mas por enquanto invisto a maior parte do meu tempo assim, cuidando dos filhos e recebendo várias pessoas por semana para cultivar relacionamentos e alimentarmos a fé uns dos outros.</p>
<p class="p1">Tenho aprendido a ser mais como Jesus, pois essas circunstâncias de vida nas quais me encontro forçam-me a diariamente buscar toda força, motivação e contentamento em Cristo.</p>
<p class="p1">Glória seja dada a Ele eternamente!</p>
<p class="p1"><span style="font-size: inherit;">[movedo_single_image image=&#8221;20615&#8243; animation=&#8221;grve-zoom-in&#8221;]</span><b><i>Talita Lopes</i></b></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p class="p1"><b><i>Esposa muito apaixonada, mãe e educadora a tempo integral de 5, 3 rapazes e uma menina, e um bebé no céu. Ando a descobrir como fazer isso da melhor forma possível para a glória de Deus.</i></b></p>
<p class="p1">
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			</item>
		<item>
		<title>Viver a viuvez – Dois testemunhos</title>
		<link>https://aliancaevangelica.pt/site/viver-a-viuvez-dois-testemunhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[AEP]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2019 18:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;Cada dia é vivido com o Seu amparo Carmina CoiasMissionária Aposentada Olho pelo retrovisor e vejo o carro da polícia com as luzes acesas. Estaciono e, com surpresa, ouço que</p>
<p>O conteúdo <a href="https://aliancaevangelica.pt/site/viver-a-viuvez-dois-testemunhos/">Viver a viuvez – Dois testemunhos</a> aparece primeiro em <a href="https://aliancaevangelica.pt/site"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-bottom" style="grid-template-columns:20% auto" id="wp-block-themeisle-blocks-image-30c9123f"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="238" height="252" src="https://aliancaevangelica.pt/site/wp-content/uploads/2018/05/Carmina-Coias.jpg" alt="" class="wp-image-16075 size-full"/></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h2 class="wp-block-heading">&nbsp;Cada dia é vivido com o Seu amparo</h2>



<p>Carmina Coias<br><em><sub>Missionária Aposentada</sub></em></p>
</div></div>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Olho pelo retrovisor e vejo o carro da polícia com as luzes acesas. Estaciono e, com surpresa, ouço que ia a conduzir acima do limite de velocidade.&nbsp; Respondo que tenho em casa o marido doente e nunca sei como o irei encontrar. Quase como quem pede desculpa, com sensibilidade o polícia deseja as melhoras do meu marido e vai-se embora.</strong></p>



<p>Este momento retrata um pouco do meu percurso diário de ansiedade com hospitalizações onde passei muitas 24 horas ao lado do meu marido, durante os 5 anos que Deus nos ajudou a atravessar.</p>



<p>&nbsp;&#8220;Missão cumprida&#8221; foi o que senti quando, aceitando a oferta do meu filho para ir viver com ele e a sua família, fechei a porta daquele apartamento definitivamente.&nbsp; Sozinha no caminho da viuvez, começava a nova lição de vida, que só se inicia e aprende quando chega o dia da separação e, para sempre, a &#8220;minha casa&#8221; deixou de existir.</p>



<p>“Em tudo dai graças.” (I Tessalonicenses 5:16) Este fora, até ali, um versículo difícil de entender. Contudo, sentada ao lado do meu filho naquelas 5 horas de viagem, dei graças a Deus pela presença do meu David, tão necessária naquele tempo de solidão.</p>



<p>A disciplina desta última classe da vida tem sido vencida com a ajuda do Supremo Professor. Cada dia é vivido com o Seu amparo, que Ele vai preenchendo com novas oportunidades e inundando o meu coração com motivos para agradecer.&nbsp;</p>



<p>Neste percurso de mudanças de cidade, tenho encontrado igrejas onde me tem sido dada oportunidade de participação em actividades, onde ganhei muitos amigos. A minha máquina de costura está a ser útil no departamento de missão da igreja onde senhoras se reúnem para costurar para a missão em África.&nbsp;</p>



<p>Deus devolveu-me o sabor da &#8220;minha casa&#8221;, neste quarto onde um novo mundo vem ter comigo. Pelo telefone e pelo computador &#8220;visito&#8221; amigos em necessidade, dando e recebendo conforto.&nbsp;</p>



<p>Guardo comigo uma caixa cheia de bilhetinhos de amor, oferecidos pelo meu marido ao longo dos 55 anos do nosso casamento, com gratidão pelo grande homem que Deus pôs na minha vida.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-bottom" style="grid-template-columns:20% auto" id="wp-block-themeisle-blocks-image-30c9123f"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="297" height="293" src="https://aliancaevangelica.pt/site/wp-content/uploads/2019/11/Ana-Maria-Machado-Inácio.jpg" alt="" class="wp-image-17694 size-full"/></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h2 class="wp-block-heading">Deus convida-nos a dar um passo mais</h2>



<p>Ana Maria Machado Inácio</p>
</div></div>



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<p><strong>Foi em Agosto de 1996, que tudo aconteceu. Um acidente vascular cerebral veio pôr fim a um casamento de vinte e quatro anos, interrompendo bruscamente o nosso projeto de vida pessoal e familiar. A tristeza, a saudade, a insegurança e os medos, minaram os meus dias e senti o meu mundo a desabar…&nbsp;</strong></p>



<p>Dois filhos com a vida em construção, uma empresa em fase de grandes dificuldades e uma carreira profissional a manter, eram então as minhas grandes frentes de luta a par de um objetivo que o meu coração impunha e me fazia mover: conseguir honrar os meus compromissos por forma a dignificar o nome do homem, que tanto amávamos, tanto lutou por nós, tantos sucessos alcançou e que agora, havia partido de forma tão súbita.&nbsp; Injustiça? Não sei, muitas vezes invejei a sua sorte, pois acredito que desfruta da vida numa dimensão grandiosa e feliz!&nbsp;</p>



<p>Se todas estas responsabilidades me pressionavam e oprimiam, também me impediam a entrega a um luto desmedido. Era preciso arregaçar as mangas, tomar decisões, procurar soluções e estratégias, bem como reunir os recursos ainda existentes, sem margem para&nbsp; desistências ou desnorteios.&nbsp;</p>



<p>Foi então que constatei que era tanto, mas tanto, o que ainda me restava. O meu coração encheu-se de gratidão e a alegria de viver renascia em cada dia:&nbsp; pela provisão de Deus à minha vida, pelos familiares e amigos que Deus usou como anjos acampados ao meu redor, pelas promessas de Deus, pelo alento e orientação que, em cada dia, emanavam da Sua Palavra e que, até hoje, têm sustentado e norteado a minha vida.&nbsp;</p>



<p>Decorrido este tempo aprendi o valor de uma fé experimentada, aprendi como Deus nos convida sempre a dar um passo mais, a olhar com verdade a nossa vida e a apresentá-la, genuinamente, diante dos Seus olhos. Constatei que a Sua presença é real e permanente e que nada conseguimos apenas pela força do nosso braço, mas pela sua graça em nós &#8211; A caminhada é possível, a Deus toda a glória!&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">“Nós pomos a esperança no Senhor; é Ele quem nos ajuda e protege!&#8221;</h3>



<p class="has-text-align-right"><em>&nbsp;(Salmos 33:20)</em></p>



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