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Tomadas de Posição

O Cuidado com o Ambiente

1280 800 Aliança Evangélica Portuguesa

21 Março – Dia Internacional das Florestas

22 Março – Dia Internacional da Biodiversidade // Dia Mundial da Água

Vivemos numa sociedade em que  o cuidado pelo ambiente, a preservação do que ainda existe é mais do que uma Moda. É uma urgência e uma necessidade assumida por todos. Os cristãos em geral, mas as Igrejas Evangélicas de Portugal em particular, assumem que têm um papel fundamental no reconhecimento do primeiro mandamento bíblico a ser dado à humanidade tendo cada um de nós de “lavrar e cuidar da terra” (Génesis 2:15) com implicações diretas nas nossas opções pois se não somos produtores, somos consumidores. Os erros destruíram tanto a relação de Deus com a humanidade como com o meio ambiente, tendo o mesmo ficado subjugado aos resultados da nossa escolha errada (Génesis. 3:17).

Em Dezembro de 2015, foi assinado um acordo sobre o clima (COP21), onde os governos dos países se comprometeram a não permitir que a temperatura média mundial aumentasse 2ºC, fazendo todos os esforços possíveis para não aumentar mais de 1,5ºC. Além disso todos os pontos do acordo serão avaliados a cada 5 anos, de forma a cumprir as metas propostas. Ainda foram colocadas diversas alíneas (embora voluntárias para cada país) na adopção de comportamentos, legislação e opções de cada estado.[1]

Jesus veio para reestabelecer a relação entre o homem e Deus e como consequência disso, para redimir toda a Criação e recuperá-la para si – Colossenses 1:16-20 para reestabelecer a relação entre o homem e Deus, e como consequência disso para redimir toda a Criação e recuperá-la para si, pois a paz conquistada pelo seu sacrifício foi para tudo o que foi criado e que continua a pertencer-Lhe. Se cremos e afirmamos que tudo o que existe foi criado por Deus, que é Deus que sustenta e que foi Deus que redimiu para si, então porque é que não nos juntamos a Deus em cooperar na proteção da Sua propriedade?

A Aliança Evangélica Mundial em conjunto com a rede do Movimento Lausanne – CUIDAR DA CRIAÇÃO, Tearfund, a Associação A ROCHA entre muitas outras organizações internacionais estiveram presentes na 21ª Conferência Sobre as Mudanças Climáticas (COP21) em Paris com o objetivo de trazer a voz dos evangélicos num assunto tão importante como o cuidado da criação.

A  Aliança Evangélica Portuguesa acredita que

  1. Cristo morreu de forma a reconciliar toda a criação do próprio Deus (Colossenses 1:20)
  2. Toda a criação pertence a Jesus (Colossenses 1:16, Salmos 24:1)
  3. Temos de cumprir o Grande Mandamento de amar a Deus e amar o que Deus ama (é difícil afirmar que amamos crianças com asma se somos nós que contribuímos para o aumento da poluição)
  4. A poluição, a destruição de habitats e espécies e das condições de vida e as alterações climáticas afetam primeiramente os mais desfavorecidos, e os cristãos são chamados para cuidar dos pobres e dos aflitos (Mateus 25:37-40)
  5. A Criação exibe a Glória de Deus. Se esta for destruída e desaparecer, e pior ainda se os cristãos forem complacentes com isso, como é que os outros poderão ver nela a Glória de Deus?

Direção da Aliança Evangélica Portuguesa em parceria com a Associação A ROCHA

18 de Março 2016

(1) o comunicado da Aliança Evangélica Mundial pode ser consultado aqui: http://www.worldea.org/news/4630/global-evangelical-leaders-welcome-paris-climate-agreement-as-historic-accomplishment

A Crise dos Refugiados

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A Aliança Evangélica Portuguesa segue com grande apreensão o atual momento que a Europa está a viver, relativamente aos milhares de pessoas que estão a deixar os seus países de origem em busca de uma vida melhor o que, de acordo com alguns analistas, está a tornar-se numa das maiores crises humanitárias, desde a segunda guerra mundial.

 

Na origem desta deslocação maciça de pessoas está a guerra, a fome, a precariedade e a falta de dignidade humana, o que leva famílias inteiras a recorrer a todos os meios possíveis para fugirem da situação sub-humana em que vivem. As imagens que chegam até nós diariamente através dos meios de comunicação social são bastante elucidativas e reveladoras de um fluxo migratório em crescendo, para o qual a Europa, apesar das várias reuniões entre os seus líderes, ainda não tem uma reposta, correndo o risco da situação ficar totalmente fora de controle.

 

Independente das várias sensibilidades, perspetivas e interpretações que possam ser veiculadas acerca desta triste realidade, há um imperativo humanitário que não pode ser ignorado e ao qual é preciso dar resposta em tempo útil. A esse propósito, queremos enaltecer o trabalho que desde a primeira hora dezenas de organizações humanitárias têm feito com o objetivo de minimizar o sofrimento de milhares de pessoas.

 

A Aliança Evangélica Portuguesa, enquanto instituição cristã, além de promover a oração pelos refugiados, irá, em conjunto com as organizações que trabalham na área social, fazer uma avaliação no sentido de estabelecer ações que contribuam para ajudar as pessoas que venham até nós.

 

Pela Direção da Aliança Evangélica Portuguesa

Jorge Humberto, pastor

O Ataque Terrorista em Nice – França

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O Conselho Nacional da Evangélicos da França organização similar à Aliança evangélica Portuguesa reagiu.

Enquanto Nice chora seus mortos e cuida dos feridos no rescaldo da desprezível ataque realizado no Passeio dos Ingleses, o Conselho Nacional dos Evangélicos de França (CNEF), estendeu sua mais profunda compaixão e solidariedade para com todas as vítimas e famílias enlutadas. O Conselho Nacional dos Evangélicos de França sugeriu qu,e no dia de domingo de 17 de Julho, todos os evangélicos e igrejas protestantes reservassem um tempo para orar pelos muitos feridos, famílias enlutadas, polícia e as autoridades do país. O CNEF, além disso, está certo que os numerosos Cristãos e Assembleias em Nice e ao longo da Riviera Francesa demonstraram solidariedade concreta. Em pouco mais de 18 meses os franceses sofreram 3 ataques terroristas de extrema violência, que os deixou em estado de choque. Dado que todos concordam em dizer que estes ataques são muito difíceis de prever e que nenhum nível de segurança jamais os poderia impedir totalmente, o Conselho Nacional dos Evangélicos de França insta todos os seus compatriotas a voltarem-se para Deus, o Deus de Jesus Cristo, o único que é capaz de mudar o coração humano e dar a verdadeira paz. Entretanto, não vamos ceder ao pânico e ódio, em vez disto vamos fortalecer os laços de solidariedade nacional nestes tempos conturbados. E não nos esqueçamos de que milhões de Cristãos ao redor do mundo estão atualmente a orar pela França. Por causa do evangelho, o CNEF vai sempre estar com todas as pessoas, independentemente da sua origem, nacionalidade ou religião, que querem defender a vida e liberdade, preciosos dons de uma humanidade que estão sendo pisados.

Nova Lei Russa Anti Terrorismo Pode Tornar o Evangelismo Ilegal

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Líderes evangélicos Protestantes pedem aos crentes de todo o mundo para orarem e jejuarem por este assunto, e para enviarem petições ao Presidente Putin.

As entidades legisladoras na Rússia, a DUMA (Câmara Baixa da Assembleia Federal) e a Assembleia Federal, aprovaram recentemente medidas que poderão limitar severamente  a evangelização por parte dos Cristãos.

Estas medidas passaram quase unanimemente nas Assembleias DUMA e Federal, porém, o Presidente Vladimir Putin terá de aprová-las antes de se tornarem leis oficiais.

Para ler a noticia completa clique aqui.

Maternidade de Substituição: Sim ou Não?

1280 800 Aliança Evangélica Portuguesa

Está agendada para Janeiro a discussão no Parlamento do projecto de lei do Bloco de Esquerda (BE) que pretende legalizar em Portugal a «maternidade de substituição».
Entretanto, foi divulgado o resultado de um inquérito a jovens universitários de Lisboa, Porto, Coimbra e Braga promovido entre 2008 e 2009 pelo Serviço de Bioética de Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e pela Associação Portuguesa de Bioética (APB).
http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/1779/universitarios-apoiam-barrigas-de-aluguer

Embora este inquérito se baseie numa amostra reduzida, é possível que venha a ser usado pelo BE em defesa das suas posições. Impõe-se por isso uma consulta mais abrangente, a bem da cidadania. O movimento “pro referendo Vida” defende e pede, igualmente, um pronunciamento e esclarecimento público por parte das instituições mais representativas da sociedade portuguesa: igrejas, ordens profissionais, partidos políticos, movimentos de cidadãos, blogosfera.

Aos cidadãos, pedimos que respondam em consciência à questão que se encontra na aba lateral do blogue: http://daconcepcaoamortenatural.blogspot.com/

« Considera legítimo o recurso à maternidade de substituição em caso de infertilidade? »

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+informação:

«Barrigas de aluguer» (excerto), Pedro Vaz Patto

Há que salientar, porém, que os malefícios da maternidade de substituição não decorrem apenas, nem principalmente, da sua eventual exploração lucrativa e que a experiência de outros países tem revelado a extrema dificuldade em impedir a comercialização encapotada por detrás da suposta não onerosidade dos contratos.
O filho nunca deixa de sentir o abandono da “mãe de substituição”. Cada vez se conhece melhor os intercâmbios entre a mãe gestante e o feto e a importância desse intercâmbio para o salutar desenvolvimento físico, psicológico e afectivo deste. Esse intercâmbio ajuda a construir a própria identidade da criança. Esta não poderá experimentar a segurança de reconhecer, depois do nascimento, o corpo onde habitou durante vários meses.
A “mãe de substituição” também sofre graves danos porque uma qualquer mulher não fica indiferente ao que lhe acontece quando está grávida. Este estado não é uma actividade como qualquer outra; transforma a vida da mulher física, psicologica e moralmente. Esta não pode deixar de viver a gravidez como sua e de sofrer com o abandono do filho. É, por isso, compreensível que, mais tarde, queira ter o direito de visitar o seu filho (e o que lhe responder, então, quando a lei lhe nega esse direito?).

«Respeito à vida humana nascente e dignidade da procriação» (excerto), Congregação para a doutrina da Fé

A MATERNIDADE « SUBSTITUTIVA » É MORALMENTE LÍCITA?

Não, pelas mesmas razões que levam a recusar a fecundação artificial heteróloga: com efeito, ela é contrária à unidade do matrimônio e à dignidade da procriação da pessoa humana.

A maternidade substitutiva representa uma falta objetiva contra as obrigações do amor materno, da fidelidade conjugal e da maternidade responsável; ofende a dignidade e o direito do filho a ser concebido, levado no seio, posto no mundo e educado pelos próprios pais; em prejuízo da família, instaura uma divisão entre os elementos físicos, psíquicos e morais que a constituem.

 

http://daconcepcaoamortenatural.blogspot.com/

 

PSD vai apresentar diploma que consagra maternidade de substituição, mas deputados têm liberdade de voto

Lisboa, 12 jan 2012 (Lusa) – O PSD vai apresentar um projeto de lei para alterar a lei da Procriação Medicamente Assistida (PMA), que consagra a maternidade de substituição como “instrumento último”, mas os deputados social-democratas terão liberdade de voto.

“O PSD vai dar entrada hoje mesmo de um projeto de lei que vai alterar a lei da PMA, consagrando a maternidade de substituição”, anunciou o deputado do PSD Miguel Santos, em declarações aos jornalistas no final da reunião da bancada parlamentar social-democrata, que se prolongou por mais de três horas e meia.

Quer em relação ao próprio projeto do grupo parlamentar do PSD, quer relativamente aos diplomas da oposição sobre a mesma matéria (BE e PS já apresentaram projetos), os deputados sociais-democratas terão liberdade de voto.

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