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Notícias

Resposta à crise na Ucrânia

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A Aliança Evangélica Portuguesa está atenta ao sofrimento que guerra está a fazer.

Gostaríamos de sugerir um movimento de oração por este conflito e deixamos aqui ideias para ajudar, recursos e atualizações regulares dos nossos parceiros e membros locais sobre a crise na Ucrânia.

O conteúdo será atualizado regularmente numa página que será criada em breve no nosso Website.

Pode também consultar a página especial da Aliança Evangélica Europeia aqui –
https://www.europeanea.org/ukraine-crisis-response/

Todos nos sentimos impotentes, mas o que todos podemos fazer é ORAR pela poderosa intervenção de Deus nesta situação horrenda.

🙏 Oremos pela paz – a rápida cessação de toda a violência e que a paz de Deus possa atingir os corações e mentes dos temerosos.

🙏 Oramos pelos que exigem a paz e pelos criadores: Pela coragem, pela sua influência para que a sua influência seja ampliada e para a sua proteção. Na Rússia, na Ucrânia, nas ruas e online, a fé e os líderes comunitários, os políticos e os meios de comunicação social, na UE, No Conselho da Europa, na OCDE e na ONU e em todo o mundo.

🙏 Oramos por proteção para todos os que deixaram tudo para trás, que fogem para a segurança de si mesmos e da sua família. Que possam encontrar demostrações de amor e raios de esperança na sua jornada.

🙏 Oramos pelo conforto para o luto e cura para os traumatizados onde quer que estejam. Que descubram o amor de Deus e o poder curativo de várias maneiras.

🙏 Oramos pela esperança de Deus: aqueles que trazem esperança espiritual e ajuda humanitária na Ucrânia e nas nações vizinhas. A situação é caótica, mas pode esperar chegar onde é necessário.

🙏 Oramos contra o ódio e a amargura: a maioria dos ucranianos e russos não se odeiam mutuamente. Oramos por milagres de corajosa ligação e amor.

🙏 Oramos pela paz que faz a colaboração entre russos e ucranianos no exterior.

🙏 Oramos pelos políticos que têm o poder de pôr fim ao conflito e de permitir que a Ucrânia e a Rússia vivam em paz como nações soberanas independentes.

🙏 Propomos também para o próximo domingo um dia de jejum e oração por todos estes motivos

Informamos também que a Aliança Evangélica pode receber donativos que reenviará para parceiros no terreno, mas quanto à ajuda material iremos fazer a ligação entre os doadores a organizações que estão no terreno.

A Conta Solidária da AEP é:
Aliança Evangélica Portuguesa
IBAN: PT50.0033.0000.45282173896.05
SWIFT/BIC: BCOMPTPL

Enviar e-mail para geral@aliancaevangelica.pt informando do seu donativo para este fim solidário.

“Bem-aventurados os que promovem a paz, pois eles serão chamados filhos de Deus” Mateus 5:9

Vamos orar pelo conflito Russia / Ucrânia” – Comunicado Aliança Evangélica Europeia

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COMUNICADO DE IMPRENSA

Bonn, quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Aliança Evangélica Europeia: Declaração sobre a Ucrânia

A Aliança Evangélica Europeia condena todos os ataques à Ucrânia. O Secretário-Geral, Thomas Bucher, diz: “Não vemos justificativa para essas ações e estamos profundamente angustiados com a morte, destruição, caos e miséria que resultarão.”

A invasão da Ucrânia é injustificada e não provocada. Alegou-se que o ataque é necessário para proteger os russos étnicos dentro da Ucrânia e impedir que a Ucrânia ameace a Rússia. Essas alegações não são verdadeiras. Este desastre foi provocado pelo presidente Putin para fins geopolíticos mais amplos.

Rússia e Ucrânia são nações soberanas que devem ser capazes de viver em paz umas com as outras, respeitando as fronteiras umas das outras e os assuntos internos e geopolíticos.

A Aliança Evangélica Europeia pede aos cristãos que orem por todos os que sofrem e por aqueles que têm o poder de salvar vidas, trazer ajuda humanitária e proteção. E oremos por todos aqueles com o poder de parar a guerra e trazer a paz a longo prazo.

Contato:

Aliança Evangélica Europeia (EEE) Thomas Bucher, Escritório da EEA Bonn Reuterstraße 116

53129 Bonn

Alemanha

Aliança Evangélica na Antena 1 – Novos Horários

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Há mais de 25 anos que a Aliança Evangélica Portuguesa marca presença na televisão pública (RTP 2), primeiramente através do programa “Caminhos” e depois também pelo “Luz das Nações” (inserido no espaço “Fé dos Homens”). E há 12 anos que estamos também na Antena 1 com os nossos programas de rádio, tal como acontece com outras confissões religiosas radicadas em Portugal.
Este ano, com  a entrada da nova grelha de programação da Antena 1, passamos a estar em antena com novos horários. Tome nota:

Quintas-feiras após as 00h00 (AEP está na 3ª e última 5ª feira de cada mês)

Sábados e domingos às 6h00 da manhã (AEP está no terceiro fim-de-semana de cada mês e, por vezes, também no último)

Nota ainda para a primeira quinta-feira de cada mês, na qual será transmitido um diálogo inter-religioso sobre temas da atualidade, envolvendo a participação rotativa das diferentes confissões religiosas envolvidas nestes tempos de emissão. A propósito, veja aqui o Comunicado da CTECR (Comissão do Tempo de Emissão das Confissões Religiosas).


Todos os programas transmitidos ficam também disponíveis em Podcasts da Antena 1 (procurar programa “A Fé dos Homens” em  https://www.rtp.pt/play/podcasts/tema/antena1
Continuamos, assim, empenhados em transmitir fé e esperança através de cada oportunidade que Deus nos tem concedido, nomeadamente através destas portas abertas na RTP 2 e Antena 1.

I Congresso EUNOIA – Federação Social Cristã Evangélica

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No próximo dia 12 de março será realizado o I Congresso da EUNOIA – Federação Social Cristã Evangélica

Nas instalações da ABLA- Associação de Beneficência Luso-Alemã em CARCAVELOS (com possibilidade de participação online)

Das 10h00 e as 13 horas

INSCRIÇÕES OBRIGATÓRIAS E LIMITADAS – – https://forms.gle/ZkRh6KKb1M6HYPpz7

Para todos os que estão ou desejam estar mais envolvidos em trabalho social, com várias organizações evangélicas que estão no terreno. Amar e servir o próximo, como Jesus nos ensinou!

Alianças Evangélicas pedem orações pela Ucrânia

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WEA e Aliança Evangélica Europeia pedem orações pela paz na Ucrânia

Nova York, NY – 31 de janeiro de 2022

A Aliança Evangélica Mundial (WEA) juntamente com a Aliança Evangélica Europeia (EEA) pede orações pela paz entre a Ucrânia e a Rússia no meio das crescentes tensões.

O Bispo Dr. Thomas Schirrmacher, Secretário Geral da WEA, diz: “A WEA está muito preocupada com a potencial escalada do conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Juntamo-nos aos nossos irmãos e irmãs em ambos os países para chamar a nossa comunidade global para orar pela paz e reconciliação na região”.

“Há tensões na fronteira entre os dois países desde 2014, mas há um risco significativo de que qualquer guerra possa atrair outras nações e continentes. Portanto, não estamos apenas orando por uma desescalada imediata, mas também por uma paz duradoura e uma restauração de relações respeitosas entre a Rússia e a Ucrânia, bem como para a região mais além”, comentou Schirrmacher.

Os evangélicos de ambas as nações estão orando e jejuando pelo fim do conflito de anos que já custou milhares de vidas e instilou uma atmosfera de ansiedade e stress na população em geral. Eles estão preocupados com a retórica cada vez mais tensa, mas continuam esperançosos de que uma deterioração da situação possa ser evitada. Numa expressão de unidade que transcende nacionalidades e política, os crentes russos e ucranianos também oram regularmente uns pelos outros.

Comentando sobre a situação contínua, Thomas Bucher, secretário-geral do AEE, disse que “tanto a Rússia quanto a Ucrânia são nações soberanas, tendo o direito de viver sem medo de ataque, mas também o dever de viver pacificamente como vizinhos. Dados os desenvolvimentos políticos e militares nos últimos anos, cada lado pode perceber o outro como uma ameaça, mas não há absolutamente nenhuma justificação para o governo russo continuar a interferir no leste da Ucrânia ou mesmo iniciar uma invasão.”

Bucher ressalta que a verdadeira esperança agora está naqueles que levantarão suas vozes para construir a paz. “Precisamos orar para que os pacificadores e campeões da verdade falem alto na Rússia, na Ucrânia e nos territórios autónomos”, diz ele.

CONTATO EDI:

Timothy K. Goropevsek

Diretor de Comunicação

timothyg@worldea.org +1 212.233.3046

Mais de dois bilhões de cristãos no mundo hoje são representados por três corpos da igreja mundial. A Aliança Evangélica Mundial (WEA) é uma delas, mais de 600 milhões de evangélicos pertencentes a igrejas que fazem parte de 143 Alianças Evangélicas nacionais em 9 regiões. Lançada em Londres em 1846, a WEA une evangélicos de todas as denominações para oração, evangelismo, missão, educação teológica, liberdade religiosa, defesa dos direitos humanos e engajamento numa ampla gama de questões sociais. Fala a uma só voz nas Nações Unidas, governos e média em público ou por meio da diplomacia nos bastidores sobre questões de interesse comum para a Igreja. Para obter mais informações, visite worldea.org.

Aliança Evangélica Mundial

P.O. Box 3402, Nova York, NY 10008-3402, E.U.A.

Telefone: +[1] 212-233-3046 | Fax: +[1] 646-957-9218

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Semana Universal de Oração

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Como já vem sendo habitual, é com enorme alegria que convocamos todos os irmãos e irmãs a juntarem-se a nós, no início de um novo ano, para mais uma Semana Universal de Oração, que este ano tem como tema ” SHABAT: Viver de acordo com o ritmo de Deus” .

De 9 a 16 de janeiro faremos reuniões de oração locais, presencialmente e/ou online. Agenda de Oração (com as datas e locais).

Disponibilizamos aqui também o Guia de Oração que este ano foi produzido pela Aliança Evangélica Suíça.

Que esta semana possa ser de grande bênção para todos nós!

Comunicado – Eutanásia

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Declaração do GTIR

Nós, membros do GTIR – Grupo de Trabalho Inter-Religioso | Religiões-Saúde -, signatários da Declaração Conjunta “Cuidar até ao fim com compaixão”, de 16 de Maio de 2018, não podemos silenciar o nosso clamor perante a reincidente aprovação do diploma sobre o suicídio assistido e eutanásia, pela Assembleia da República.

  1. Reafirmamos a convicção comum de que a vida humana é inviolável e indisponível, não só porque é um dom de Deus, mas também porque é revestida de uma dignidade específica da qual todos os homens comungam pelo facto de serem pessoas humanas, dignidade esta que não depende de qualquer tipo de autonomia, liberdade, fase da vida ou da qualidade de vida.
  2. Estamos convictos de que o futuro das nossas sociedades não se encontra na oferta da morte, mas na aposta coletiva num modelo compassivo de sociedade. Neste sentido, os Cuidados Paliativos são uma resposta que o Estado deveria obrigatoriamente oferecer, de modo suficiente em quantidade e qualidade, para fazer frente às necessidades existentes dos doentes, sem marginalizar os mais frágeis e os mais pobres.
  3. Não compreendemos que o Estado ofereça a morte a quem mais sofre, quando o SNS não responde atempada e adequadamente às necessidades dos doentes (tenhamos em conta as filas e os tempos de espera em consultas e cuidados); quando a resposta das Unidades de Cuidados Continuados é insuficiente; e quando não existe uma Rede de Cuidados Paliativos capaz de responder às solicitações dos doentes. O Estado que tem o dever de defender a vida adquire competências para determinar quem deve morrer e quem tem o dever de matar.
  4. Verificamos com perplexidade que a problemática da vida e da morte deixa de ser uma questão ética e passa para o foro da política, ficando sujeita às maiorias de circunstância e aos interesses de lóbis e ideologias. Será que um dia destes cada um de nós acorda com um algoritmo que determina a hora da morte?
  5. Não acreditamos que sejam suficientes as boas intenções dos legisladores ao limitarem a aplicação da lei a casos limite de sofrimento definidos por dicionário. Na verdade, foram ignorados os exemplos da rampa deslizante vindos do Canadá, da Holanda, da Bélgica e de outros países, por um lado, e, por outro, não foram escutados os alertas de peritos vindos desses países (alguns deles foram antes defensores da eutanásia) advertindo que a legislação da eutanásia não traria nada de bom. É, por isso, muito provável que novas maiorias se encarreguem de, abrindo outros dicionários, rasgar novas portas à lei para que mais casos e situações de sofrimento sejam integrados nos critérios de eutanásia, criando uma pressão injusta e ignóbil sobre os doentes e os idosos, os mais frágeis e os mais pobres.
  6. Vemos como evidente que a morte a pedido não resolve o problema do sofrimento nem da falta de autonomia, de liberdade ou de qualidade de vida. A morte mata a vida e quando já não há vida, não é possível a autonomia nem a liberdade, já que é a vida que funda o direito, a autonomia ou a liberdade e não o contrário.
  7. Lamentamos que médicos, formados para curar e proteger a vida, tenham de negar o juramento de Hipócrates e passem também a matar, violentando as suas consciências e gerando desconfiança nos doentes.

Por tudo isto, não deixaremos de nos empenhar na proclamação dos valores da vida e na formação humana suportada pelos mesmos porque cada pessoa é única e irrepetível, insubstituível e necessária à sociedade de que faz parte e porque não há vidas descartáveis.

Queremos viver o desafio de uma maior proximidade aos doentes através do acompanhamento espiritual porque não somos indiferentes ao pedido de um doente terminal que pede para morrer. Sabemos que esse pedido não só é um grito que clama por ajuda para enfrentar o sofrimento, mas é também um pedido dramático de proximidade humana e um desejo de sentido espiritual. Por isso clamamos que o SNS e os Hospitais privados abram as portas das suas Instituições para que os doentes sejam acompanhados espiritualmente sem entraves ou tabus de uma forma organizada e integrada, segura e transparente. Na verdade, para além de ser uma necessidade, eles têm direito à assistência espiritual e religiosa que, como é referido pela literatura científica, também é fonte de bem- estar, sentido e qualidade de vida, sobretudo nas situações severas de sofrimento.

Continuaremos, por isso, a afirmar o princípio “não matarás” porque acreditamos que a vida é um dom que recebemos de Deus, que tem um caracter sagrado e uma finalidade última e por isso temos o dever de a cuidar até ao seu fim natural. O princípio “não matarás” conduziu a humanidade pelas vicissitudes da história até ao respeito pela vida e pela dignificação da pessoa humana, ficou consagrado nos direitos humanos e nos códigos constitucionais da maior parte das nações e é património das grandes tradições religiosas. O novo princípio legal do “dever de matar” não nos impedirá e mais nos motivará para reafirmar o princípio ético, ancestral e universal de “não matarás”.

Lisboa, 5 de Novembro de 2021

Aliança Evangélica Portuguesa

Comunidade Hindu Portuguesa

Comunidade Islâmica de Lisboa

Comunidade Israelita de Lisboa

Igreja Católica

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons)

Patriarcado Ecuménico de Constantinopla

União Budista Portuguesa União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia

CENTENÁRIO DA ALIANÇA EVANGÉLICA PORTUGUESA

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É com grande gratidão e alegria que vamos iniciar a celebração dos 100 anos da Aliança Evangélica Portuguesa nos próximos dias 13 e 14 de novembro de 2021, na cidade do Porto, numa iniciativa organizada em parceria com a Sociedade Portuguesa da História do Protestantismo.

Sábado, pela manhã, teremos um Roteiro Cultural por locais históricos do Porto e Gaia e, à tarde, o colóquio académico “Protestantismo em Portugal no último século – o papel da Aliança Evangélica”.

No domingo teremos um culto celebrativo especial às 16h, na histórica Igreja do Mirante (com transmissão online).

Conheça toda a programação aqui

Conheça aqui a Exposição “Aliança Evangélica Portuguesa: 100 anos de Historia e de Comunhão”

Aliança Evangélica Portuguesa – 100 anos de Comunhão e de História!

CAMINHOS 19 Setembro – Centenário da Aliança Evangélica Portuguesa (Parte 1)

CAMINHOS 17 Outubro – Centenário da Aliança Evangélica Portuguesa (Parte 2)

Memória & Esperança

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Uma jornada solidária e nacional 

Naquele dia, a batalha fora dura, na montanha. Muitos faleceram, entre eles Saúl e Jónatas. Ao sabê-lo, impregnado de dor, David escreve um poema de lamento e luto, em que expressa a sua tristeza e celebra também a vida dos que partiram. A dada altura, diz: “Como caíram os poderosos, no meio da peleja!” (II Samuel 1:25)

Pandemia e luto

Estas palavras vêm-me à mente, a propósito de 1 ano e meio de verdadeira peleja, que temos travado no nosso país, como tem sucedido em todo o mundo, contra um vírus minúsculo, silencioso e mortífero. E muitos já “caíram no meio da peleja.” Só em Portugal já se ultrapassaram os 18000 óbitos associados ao COVID 19, para além das muitas pessoas que, tendo sobrevivido, ficaram com sequelas. Têm sido tempos de apreensão, de perdas, em lutos que não tiveram como se processar devidamente, pela impossibilidade de acompanhar entes queridos nos momentos finais, por cerimónias fúnebres de participação deveras limitada, ou mesmo pela ausência imposta por isolamento profilático, pela impossibilidade do abraço e do beijo tão portugueses, por expressões faciais limitadas por máscaras…

Neste contexto, surge uma jornada de memória, luto e afirmação da esperança, marcada para os dias 22-23-24 de Outubro de 2021. Designada como Memória & Esperança, irá traduzir-se num leque diversificado de iniciativas que terão como objectivo focar a Memória dos que partiram e/ou a Esperança num futuro mais justo para todos. 

Vamos celebrar a memória de quem partiu

Em momentos de luto, o lamento e a celebração podem estar de mãos dadas, combinando-se harmoniosamente. Lamento pela perda afectiva, pela dor da ausência. Celebração pela vida de quem partiu, pela sua riqueza e singularidade, e gratidão pelo tempo que foi oferecido para desfrutarmos dela. Assim fez David, que neste seu poema lamenta e celebra. Não se trata do culto aos mortos nem de oração em seu favor, que não praticamos pois não encontramos suporte bíblico para tal, mas o reconhecimento e a homenagem pelas suas vidas. 

Vamos fomentar a esperança

Ao luto associa-se, frequentemente, o desalento e a inércia. Contudo, enquanto ainda se continua a falecer por COVID, é premente fazer desabrochar a esperança. E o que significa ter esperança? A pergunta pode remeter-nos para um olhar sobre o horizonte, dia após dia, na espera passiva de que algo novo e benéfico venha a emergir e a alterar o cenário de vida, pessoal, familiar ou social. Contudo, como o teólogo Moltmann refere, a esperança pode ser operante, uma forma de construção. Porque esperamos, então caminhamos, preparamos, empenhamo-nos. É necessário promovê-la entre nós, encorajando-nos uns aos outros nesse sentido.  

Como poderei aderir?

A Aliança Evangélica Portuguesa associa-se a esta jornada, e incentiva os seus membros a envolver-se. Serão muitas as iniciativas locais nesse sentido. Até mesmo o culto de domingo, dia 24, será um momento propício à homenagem e à esperança. Obtenha mais informação em www.memoriaeesperanca.pt

Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida

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Reserve desde já a data 7 de novembro de 2021

Hoje, mais de 300 milhões de cristãos em todo o mundo vivem em lugares onde enfrentam perseguição. Isto inclui: assédio, detenção, restrições legais, violência e até morte, por causa da fé em Jesus.

A Bíblia diz-nos que devemos orar por aqueles que são maltratados como se nós mesmos o fôssemos (Heb. 13: 3) e que se um membro do corpo sofre, todos nós sofremos (1 Cor. 12:26).

Há já mais de duas décadas, a Aliança Evangélica Mundial organiza “o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida (IDOP)”, como um evento global que une milhões de cristãos em oração pela Igreja perseguida.

Anualmente, o IDOP é observado no primeiro ou no segundo domingo de novembro, dependendo da conveniência e escolha.
No dia 14 de Novembro deste ano, a Aliança Evangélica Portuguesa está a Celebrar o seu Centenário na cidade do Porto na Igreja Evangélica Metodista do Mirante.

Marque já a data para aderir ao IDOP deste ano, que terá como tema “Bem-aventurados os perseguidos” no dia 7 de novembro de 2021!

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