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Notícias

Nova Direção para o Triénio 2019–2021

1280 720 Aliança Evangélica Portuguesa

No passado dia 11 de Maio, teve lugar em Assembleia Geral da Aliança Evangélica Portuguesa, na Casa da Cidade, em Lisboa, a tomada de posse dos novos elementos dos respectivos Órgãos Sociais, para o triénio 2019 – 2021.

Este é o segundo mandato consecutivo de António Calaim, como o 11º presidente da AEP, desta vez com uma equipa mais alargada. Como vice-presidentes, mantêm-se os pastores António Palma e Rodrigues Pereira, a quem se junta Samuel Antunes. O novo tesoureiro passa a ser Carlos Cunha. Fazem também parte da Direção Bertina Tomé, Salomão Oliveira, Carlos Xavier, Ana Paula Santos, Tiago Alves, e ainda, como suplentes, Tiago Aragão e Fernando Freire. Na Assembleia Geral mantém-se como presidente Fernando Loja e no Conselho Fiscal Samuel Cerqueira, com as respetivas equipas.

Neste triénio a AEP passa também a contar com o novo cargo de Secretário Executivo, assumido pelo pastor Josué da Ponte.

Fundada em 1921 e com estatuto legal desde 1935, a AEP é a associação representativa e mobilizadora dos cristãos evangélicos em Portugal. Actualmente, conta com mais de 700 igrejas filiadas, mais de 400 membros individuais e de 60 organizações nacionais ligadas a ministérios juvenis, missões, artes, acção social, comunicação, família, saúde, música, entre outras valências.

Dando seguimento aos lemas do mandato anterior “Unir para Agir” e “Mobilizar para Transformar”, António Calaim pretende agora com a sua equipa remodelada “Conectar igrejas e ministérios” e, acima de tudo, representar cada vez, com mais excelência, os evangélicos em Portugal.

 

Sara Narciso – AEP Comunicações

Notícias da Beira (Moçambique) 22-05-2019 – Maria do Carmo

1280 720 Aliança Evangélica Portuguesa

Queridos irmãos
Saudações da Beira – Moçambique

O tempo passa rápido e já cheguei a metade do meu tempo aqui. Muitas coisas estão a acontecer um pouco por todo o lado. Já se vêem algumas obras a serem feitas nalgumas escolas, mesmo que as aulas continuam. Algumas crianças estão a ter aulas em tendas enquanto outras estão nas salas de aula mesmo sem telhado. Os hospitais, lares dos estudantes e alguns edifícios públicos também estão a ser restaurados. As pessoas estão a voltar para as suas zonas, e nalguns lugares já começaram a preparar a terra para semear. Alguns campos de arroz conseguiram aguentar com a passagem do ciclone, e agora é altura de colheita.

Na cidade, depois de terem tirado as árvores que foram arrancadas pelo vento, agora estão a podar as que ficaram. Como se trata de árvores muito grandes as pessoas aproveitam o que podem dos ramos que são cortados. Algumas organizações de ajuda humanitária estão a sair, enquanto outras ainda vão ficar por tempo indeterminado. As obras de restauração das casas estão a andar bem – das 9 casas que nos comprometemos a restaurar 1 já está completa e 3 quase prontas. Das outras 5 – 1 já foi iniciada, 2 estão à espera de material, 1 temos que fazer uma revisão na cotação e 1 ainda não temos a cotação. Esperamos que na próxima semana podemos terminar as 3 casas que estão na fase de acabamento, restaurar as 2 que estão à espera de material, avançar com 1 que está no início.

Devido à grande procura de material de construção, especialmente as chapas de zinco ou de lusalite, tem havido uma demora na entrega, o que está a atrasar um pouco as obras. Com a Maria, o Inácio e o Joaquim formámos um grupo de trabalho que está a funcionar muito bem, tanto no escritório de Projeto Moçambique – Plus, como neste projeto de renovação das casas. Estou muito grata pela dedicação de todos em quererem fazer a sua parte, para além do que lhes é requerido.

A Maria e eu tivemos material para imprimir, o que foi um desafio, especialmente quando as novas tecnologias nem sempre funcionam como gostaríamos. Mas no fim, conseguimos dar a volta e fizemos a maior parte do trabalho. Temos mais um trabalho já na lista de espera, que esperamos poder fazer esta semana. Temos mantido contacto com o P. Manuel Alface, fazendo visitas regulares a casa dele, para o encorajar e ajudar no que for necessário. O P. Alface sofreu uma série de AVCs e ficou muito debilitado. Graças a Deus, está a recuperar e perdeu muito peso, o que, segundo o nosso colega missionário Dr. Brian, é muito bom para ajudar a controlar o nível de diabetes.

O Inácio também tem feito algumas viagens para se inteirar da situação dos nossos irmãos noutros lugares. Foi à Gorongosa e trocou alguns MP3 que se tinham estragado. Foi uma oportunidade para encorajar os crentes lá. Neste sábado viajou para Muda, a aldeia onde o Inácio nasceu, para se inteirar de como está a sua família e os crentes de lá. A aldeia de Muda fica perto de Lamego, no distrito de Nhamatanda e foi uma das zonas mais afetadas pelo ciclone Idai. Sabemos que as pessoas receberam alguma ajuda com comida e lonas, mas perderam tudo e usam as lonas para fazer um tipo de tenda onde estão a dormir. A situação é difícil nessas zonas e mesmo que as casas sejam feitas com materiais locais as pessoas não têm o dinheiro para adquirir esse material.

O Joaquim, tem feito trabalho em 2 escolas e também tem viajado com a Maria e eu quando vamos fazer trabalho da escola dominical, ajudando em interpretar para sena e na distribuição de material.

No sábado fomos a Mutua a pedido do ir. Cassi para levarmos material da escola dominical. Tive o privilégio de partilhar a Palavra – Jeremias 18:1-6. O ir. Cassi foi um aluno do Domingos, e assumiu a responsabilidade de coordenar as igrejas daquela zona no ministério com crianças desde que o Domingos faleceu há quase 7 anos. Parte dos professores da escola dominical que estavam presentes são fruto deste trabalho pioneiro naquela zona. Damos graças a Deus por pessoas fiéis que estão a desempenhar esta tarefa de levar a Palavra de Deus às muitas crianças daquela zona, lembrando o zelo e a dedicação de pessoas como o Domingos que foram pioneiros nesta obra.

Portanto, juntamente com os irmãos aqui, quero manifestar a minha gratidão por todo o apoio que nos têm dado, e muito especificamente neste momento em que além de estarmos a restaurar algumas casas, estamos a contribuir para restaurar as vidas de muitas pessoas.

Ainda há muito para reconstruir, tanto material como espiritualmente – e nós temos a responsabilidade para demonstrarmos o amor incondicional de Deus de uma forma prática. E isto é um privilégio, sermos chamados para o serviço da obra do Mestre.

 

Veja algumas fotos aqui:
https://drive.google.com/open?id=10tyn57-xqatb07TLvyyLkwBgTQynt1Y0

 

Com amor do Senhor
Maria do Carmo

O Que Aconteceu à Política na Europa?

1280 800 Aliança Evangélica Portuguesa

Este mês, toda a Europa vota para os membros do Parlamento Europeu, serão os representantes dos cidadãos europeus no Parlamento Europeu. Porque motivo este assunto interessa aos cristãos evangélicos? A Aliança Evangélica Europeia elaborou uma série de documentos dentro de um projecto com o nome “ ISSACHAR PROJECT

Os diferentes movimentos e partidos políticos tentam chamar atenção sobre si e sobre as suas ideias, e a direção da AEP defende que o conhecimento e a reflexão são indispensáveis em momentos de constante mudança como este que vivemos. Cabe a cada um de nós usar a sua influência, usar o seu voto, independentemente de qual seja e fazer uma avaliação e auto análise, de acordo com as escrituras.

Este documento que podem fazer o download aqui é um documento traduzido da Aliança evangélica Europeia e a Aliança Evangélica Portuguesa promove a disseminação do mesmo.

Clica aqui para ver documento completo
https://drive.google.com/open?id=1YDQay2z_cvQ1DNUj_lsqvoNPKclPR6Nq

A direção da AEP

Saudações da Beira de 15 de maio de 2019 – Moçambique

1280 720 Aliança Evangélica Portuguesa

15 de Maio de 2019

Queridos irmãos

Saudações da Beira – Moçambique

Nesta semana iniciámos as obras de reconstrução de algumas das casas. Neste momento Projeto Moçambique – Plus está a ajudar na reabilitação das casas dos membros da nossa equipa (6), onde incluímos a família do Domingos, e também as casas de (2) pastores e (1) casa do nosso antigo guarda.

Tenho-me apercebido da extensão dos estragos causados pelo ciclone – a maior parte das casas na Beira perderam o telhado. Quando falamos de telhado não foi apenas as chapas de zinco ou lusalite, ou as telhas – foi toda a estrutura do telhado, incluindo os barrotes. Também algumas das casas terão de ser reforçadas devido à deslocação de terras e ao forte impacto em toda a estrutura, causado pelo vento e pela água.

Damos graças a Deus porque conseguimos arranjar dois pedreiros (mestres) que estão a fazer um excelente trabalho a um preço abaixo do normal. Também temos dois ajudantes (o filho do Inácio que é pedreiro, e o Sr. Cossa que foi um dos nossos guardas quando vivíamos aqui). O Joaquim e o Inácio (membros da nossa equipa) estão também a ajudar onde podem. O Inácio, tendo habilidades como pedreiro e carpinteiro prontificou-se para fazer alguns trabalhos, para que assim os custos sejam mais reduzidos para podermos ajudar mais pessoas. Não há falta de materiais de construção, mas os preços oscilam muito e por isso temos que procurar onde podemos obtê-los a um preço mais razoável.

Ainda nos falta algumas cotações para sabermos o valor total em que todas as obras vão ser orçamentadas. Fico feliz porque todos juntos podemos fazer uma grande diferença nas vidas das pessoas aqui. Vocês e eu estamos a ter um impacto muito positivo em mostrar o amor de Deus para com os ossos irmãos em Moçambique. Neste momento são 9 famílias (cerca de 50 pessoas) cujas vidas estão a ser reconstruídas, através da vossa generosidade. Gostaríamos de ajudar muitas mais famílias, mas estamos gratos a todos porque com a vossa ajuda conseguimos chegar até aqui. Se quiserem contribuir, podem entrar em contacto connosco.

Muito obrigada.

Vamos continuar a orar por Moçambique. Que a esperança renascida na vida do povo de Deus aqui, possa alcançar aqueles que ainda vivem sem esperança.

Juntos na obra do Mestre.

Para mais detalhes e fotos:
https://drive.google.com/open?id=1mUMYXZp9ZtwvueYpSPK4lVn9ooYiA_xG

M. do Carmo Hemborough

Política Europeia – Julia Doxat-Purser

1280 800 Aliança Evangélica Portuguesa

Representante sócio-política e Coordenadora da Liberdade Religiosa da EEA (Aliança Evangélica Europeia).

Por toda a Europa, os partidos políticos estão a tornar-se mais extremos nos seus programas e na sua retórica. Porquê? será que conseguem escapar à rejeição do eleitorado? Porque é que a Europa e as próprias nações estão tão divididas?

Ao longo dos anos, o comunismo dominou a maior parte do centro e do leste do continente Europeu. Com a queda do muro de Berlim, muitas dessas nações tiveram como objetivo tornarem-se mais semelhantes ao “Ocidente”, aderindo à União Europeia[1]. Entretanto, o Ocidente aproxima-se cada vez mais de um liberalismo secular, com o capitalismo globalizado, confiante de que todos iriam entender que esta ideologia era inquestionavelmente superior e, por isso, iria permanecer na maioria dos países do continente europeu.

Esta suposição estava errada.

Estamos a testemunhar novas ondas de política de esquerda e direita que questionam o que tem sido assumido anteriormente. Culpam “a elite” por esta mudança social e / ou económica que deixa as pessoas ressentidas. Tanto os novos movimentos políticos, como os antigos, competem por votos, identificando-se contra o “outro”. Normalmente fomentam a raiva, a queixa e o medo, e oferecem soluções simples. As pessoas escolhem o seu lado, onde se posicionam. Os cristãos fazem o mesmo

Deveriam os cristãos proceder de outra forma?

A Aliança Evangélica Europeia (EEA) desenvolveu o Projeto Issachar para pesquisar junto de outros parceiros, para entender os tempos e saber o que fazer (1 Crónicas 12:32). Como parte disso, a EEA elaborou uma série de documentos, sendo cada um deles  a perspectiva do autor sobre quatro ideologias diferentes que estão a dividir a Europa, as nações, as comunidades e até algumas igrejas – Secularização, Populismo da Esquerda, Nacionalismo e Dogmatismo dos Valores Liberais. A EEA manifesta um agradecimento a Rosemary Caudwell, Manuel Suarez e David Landrum pelas suas contribuições.

A EEA espera que estes documentos permitam que os líderes cristãos reflitam sobre os nossos tempos difíceis e consigam discernir como eles mesmos podem capacitar outros a resistir às muitas tentações dessas ideologias, expor e desafiar os ídolos e perigos das mesmas, para sinceramente intercederem pela sua nação e pelo seu continente e para serem cidadãos envolvidos e cheios de esperança, oferecendo a Boa Nova de Jesus Cristo.

Há coisas boas nas quatro ideologias e os cristãos podem apoiar diferentes perspectivas, embora, às vezes, umas mais que outras: a paixão pela liberdade e os direitos humanos ou a justiça social ou amor pela cultura ou a preservação e promoção do casamento heterossexual ou ainda proteger os membros do ataque da comunidade LGBTI[2].

Os documentos mostram que cada uma das quatro ideologias pode tornar-se intolerante e até um perigoso ídolo. Manuel Suarez menciona exemplos de líderes de esquerda que chegam a acreditar que eles já não são meros seres humanos. A história adverte-nos sobre o iminente desastre quando o poder e a adulação estão centrados num qualquer líder político.

Como é que, em democracia, se podem desenvolver a intolerância e o potencial desastre político ?

O artigo de David Landrum explica-nos; estamos a testemunhar uma “Mudança Climática Cultural”, uma mudança generalizada dos valores judaico-cristãos. “A democracia só funciona onde esses valores permanecem centrais, quando nos lembramos que todos os seres humanos são criados à imagem de Deus, onde o perdão, a misericórdia, o auto-sacrifício e a veracidade permitem o florescimento de todos e onde há autodisciplina para temperar a liberdade. Sem estes, a democracia é simplesmente a regra da maioria, e isso pode-se tornar a regra da máfia”.

Estas ideologias são expressões de populismo?

Depende de como se define populismo. Rosemary Caudwell cita a definição do Oxford English Dictionary: “apoia as preocupações das pessoas comuns”. As suas preocupações foram ignoradas, sejam elas austeridade ou imigração, globalização ou perda de soberania nacional. Manuel Suarez observa que “populista” é muitas vezes um rótulo que as pessoas dão aos outros, mas raramente escolhem para si mesmos. David Landrum dá a definição dos média mais liberais: “populismo é o código liberal educado para xenofobia e fanatismo”.

alguns defensores do liberalismo secular, do aborto ou dos direitos LGBTI não se consideram populistas. Muitos populistas chamar-lhes-iam a elite que precisa de ser desafiada. E, no entanto, o liberalismo secular e o dogmatismo dos valores liberais exibem algumas características comuns do populismo que todos os documentos revelam. Estas são as tendências:

  • dividir o mundo em dois campos, “nós e eles”,
  • ser intolerante com todos os que não se conformam com a sua linguagem e agenda politicamente corretas,
  • tentar suprimir a dissidência,
  • manipular a verdade e a linguagem para fins políticos, em assuntos como identidade de um homem ou uma mulher, ou o impacto real sobre uma nação de imigração muçulmana ou a história de Manuel Suarez de um partido de esquerda que se convenceu de que estava a ajudar em vez de manipular, ajudando os idosos a irem votar.

As quatro ideologias estão sempre em oposição umas às outras?

Não. Há sobreposição. O liberalismo secular pode ser encontrado em partidos políticos de todo o espectro, especialmente na Europa Ocidental. No entanto, a esquerda radical nunca concordará em apoiar o capitalismo tecnologizado. Os direitos LGBT+ são frequentemente apoiados pelos liberais seculares e pela esquerda, mas os populistas de direita também os apoiam às vezes como, por exemplo, Geert Wilders, na Holanda. Proteger a nação é uma prioridade para a direita, mas o SYRIZA, partido de esquerda na Grécia, virou a sua guerra para o combate à dívida nacional, em defesa de uma nação versus a União Europeia.

A situação é sombria. É ilusório acreditar que os cristãos podem fazer a diferença?

A intercessão tem sempre impacto e, antes de podermos interceder, precisamos de aumentar a nossa compreensão do que está a acontecer, mantedo-nos informandos. David Landrum lembra-nos que a política e a democracia têm os seus limites; não devemos transformá-los em ídolos, esperando que eles resolvam tudo. No entanto, também nos lembra do imperativo bíblico de nos envolvermos com as autoridades, entender o seu papel aos olhos de Deus, agir como cidadãos-modelo, respeitando, mas também desafiando, porque a nossa primeira lealdade é para com o Senhor Jesus Cristo. David Landrum prossegue explicando a importância de os cristãos apresentarem uma visão alternativa positiva e cheia de esperança para a sociedade. Se nos pedem para orar e nos envolvermos, então certamente podemos confiar que o Senhor irá agir e fará a diferença.

Pode ser tentador apenas ler sobre a ideologia a que nos opomos. Ou talvez queiramos ler sobre a teoria política que tendemos a favorecer porque estamos curiosos para ver que críticas recebe. No entanto, a leitura de todos os documentos revela como cada ideologia influencia e se alimenta de outra. Como David Landrum referiu: “A esquerda precisa do direito de justificar as suas queixas. A direita precisa da esquerda para justificar os seus medos. Ambos são idólatras.” Cada movimento político conquista seguidores inquestionáveis procurando, em grande parte,  manipulá-los para acreditarem que o outro lado é totalmente errado e desprezível. “Pós-verdade”, “notícias falsas” e reclamações dos média surgem, à medida que a imaginação das pessoas permite que elas acreditem que nada é de muito baixo nível para o outro lado fazer ou dizer.

O que os cristãos devem fazer?

Comecemos por tentar entender cada ideologia e orar. E então devemos começar por nós mesmos, examinando honestamente as nossas suposições, atitudes e prioridades, incluindo como encaramos aqueles de quem discordamos. Rosemary Caudwell lembra-nos que, assim como muitos europeus estão a envolver-se com políticas de ideologia de género, os cristãos precisam ser diferentes, entendendo que nossa ideologia está em Cristo.

Tendo examinado a nós mesmos, devemos então, através de uma lente bíblica,  considerar aqueles em quem colocamos a nossa confiança política.

Os cristãos têm de abandonar a maioria dos partidos políticos?

Sal e luz são necessários tanto em festas como em movimentos, para preservar o que está errado, para mostrar o caminho quando a escuridão se confunde. É vital que os cristãos desempenhem esse papel. Como Manuel Suarez explica, nenhum partido político pode ser perfeito numa perspectiva cristã. Como poderia ser, se são compostos de seres humanos falíveis? Mas há também o perigo de sermos seduzidos pela retórica, de nossa fé ser envolvida numa causa que não é bíblica ou de nos permitirmos ser cúmplices do que é profundamente não-bíblico. Chega uma hora em que devemos e temos de estar alerta, para saber quando nos devemos afastar, não mais apoiando ou permanecendo como membros de certos partidos.

Rosemary Caudwell lista algumas questões úteis que devem ser consideradas. Estas questões são repetidas aqui, mas com algumas palavras ou expressões adicionais e adaptações inspiradas por outros trabalhos.

  1. Como ponto de partida, temos uma compreensão adequada da nossa identidade em Cristo, que essa é a nossa lealdade primária? É nessa base que nos aproximamos da nossa cultura, nossa nação e nossa “filiação” política?
  2. Estamos certos de que o movimento ou partido que apoiamos não exige lealdade absoluta? A ideologia do partido é compatível com nossa principal lealdade a Cristo?
  3. Se um movimento político surgiu em resposta a um sentimento de injustiça ou opressão, ele identifica com precisão essas mesmas questões? Propõe uma solução viável e que contribua para o bem-estar de toda a comunidade? Ou cria uma sensação de vitimização, queixa e culpa contra outros grupos da sociedade ou contra certas instituições ou nações?
  4. Como é que o partido considera a verdade? Trabalha consistentemente para evitar falsidade ou exagero?
  5. Contribuirá para o florescimento humano, um respeito pela cultura e um senso de identidade e sentimento de pertença para todos nas nossas sociedades plurais?
  6. Respeita a democracia, a independência dos meios de comunicação social, os direitos de representação e o acesso à justiça para todos, incluindo aqueles que podemos desaprovar ou temer?
  7. A liderança do partido ou movimento está a tornar-se muito admirada ou muito poderosa, na medida em que é cada vez mais difícil desafiá-los?
  8. Compreende a importância da liberdade de religião ou crença para todos, incluindo a expressão privada, pública e individual e comunitária deste direito humano fundamental?
  9. Respeita os direitos e necessidades das minorias e permite que elas participem da sociedade?
  10. Defende o desenvolvimento económico sustentável e a proteção dos vulneráveis ​​e pobres? Está a negligenciar certas pessoas ou regiões?
  11. Respeita os direitos e a dignidade das comunidades de minoria e migrantes, ou procura explorar diferenças e tensões entre elas?
  12. Respeitará os direitos dos requerentes de asilo e incentivará a integração dos imigrantes?
  13. Tenciona construir boas relações com os países vizinhos e respeitar outras culturas?
  14. A oposição pode ser expressa? A centralidade da ideologia do partido está sobre as políticas que parecem problemáticas do ponto de vista cristão?

 

Que respostas tem o cristianismo para dar?

A crítica, por si só, e o desinteresse pela política não vão levar à mudança. A Europa está a sofrer e está confusa, à busca de identidade, estabilidade, valores sólidos e com significado. O Evangelho fornece respostas poderosas. Aqui estão apenas algumas das ideias de artigos de opinião ou de alguns jornais.

Manuel Suarez afirma com ousadia que os evangélicos são a “pedra no sapato” do populismo. Como somos herdeiros da Reforma e acreditamos no sacerdócio de todos os crentes, sabemos da importância da livre investigação da verdade, da separação da Igreja e do Estado e da resistência excessiva ao poder centrado nos indivíduos. Entendemos a importância da responsabilidade e coragem que são necessárias para falar da verdade com poder.

Temos de nos lembrar que todos são feitos à imagem de Deus, com valor infinito. Mas também todos pecamos. A salvação é apenas por causa da graça e fé. Portanto, podemo- nos opor às ideias de “eles e nós” e agir como construtores de pontes e como reconciliadores. Podemos procurar tirar a amargura do debate público. Temos um ministério para ajudar indivíduos e comunidades a lidar com seus medos e mágoas de maneira saudável. E somos chamados a defender e cuidar dos mais vulneráveis, mesmo aqueles que a sociedade despreza.

Que visão os cristãos podem oferecer?

David Landrum responde a essa pergunta: a Europa precisa de uma visão bíblica e cheia de esperança sobre como pode melhorar o dia a dia. Há e haverá outras contribuições que os evangélicos podem dar. Por exemplo, Manuel Suarez lembra-nos da importância de basear a sociedade numa sociedade civil desenvolvida, e não na burocracia. David Landrum escreve sobre uma praça pública civil, uma visão que a Aliança Evangélica Europeia defende há vários anos. Um local onde os direitos, responsabilidades e respeito permitem que as pessoas vivam juntas com suas diferenças mais profundas. É onde “há liberdade máxima para o Evangelho ser proclamado e vivido, e no qual há o máximo respeito por todos que aceitam ou rejeitam as reivindicações da cruz”. Numa praça pública, as pessoas são livres para serem elas mesmas. mas entendem a necessidade de serem bons vizinhos daqueles que vivem ou acreditam de forma diferente. As nossas nações e continente estão a separar-se porque não sabemos como reconciliar as diferenças que existem e existirão no futuro. Uma praça pública é essencial para que as nossas sociedades se unam.

A forma como a visão pode funcionar  é explicada na Carta Global de Consciência, escrita pelo sociólogo evangélico Os Guinness, com contribuições de outros, incluindo EEA e Heiner Bielefeldt, ex-relator especial da ONU sobre Liberdade de Religião. Não se trata de comprometer os distintivos de cada um. Como afirma o Artigo 14, “… há sempre a responsabilidade de encontrar um terreno comum entre as diferenças sem comprometer as diferenças que realmente importam.” Em vez disso, ele inclui valores judaico-cristãos na sociedade, esperando que todos respeitem os outros e sejam guardiões dos seus próprios direitos, bem como os nossos próprios.

O desafio final de David Landrum para nós é que os evangélicos priorizem a liderança pública que nos está a inspirar, equipando e alimentando os evangélicos em papéis de liderança em todas as esferas, onde eles podem servir, mas também podem desafiar e falar em esperança.

Depressão ou esperança?

Este conjunto de documentos têm como alvo informar-nos, mas poderemos ficar deprimidos se não nos lembrarmos de quem é o Senhor da história. Nosso Deus ri daqueles que conspiram contra Ele (Salmos 2: 4) e reduz a nada os governantes deste mundo (Isaías 40:23). Nada pode impedir que o Seu Reino cresça até que seja plenamente cumprido no final dos tempos. Ele chama a Sua Igreja para desempenhar o seu papel em demonstrar sinais deste Reino, para interceder e ser cheio de esperança. A EEA acredita que esses documentos podem apoiar e apontar os cristãos para uma vida envolvida na política com esperança.

Aliança Evangélica Europeia.

[1] Antes de Dezembro 2009, Comunidade Económica Europeia

[2] Lésbicos, Gays, Bi sexuais ou Trans ou inter-sexuais

 

Autoria: Julia Doxat-Purser
Representante sócio-política e Coordenadora da Liberdade Religiosa da EEA (Aliança Evangélica Europeia)

 

 

Marcha Por Jesus 2019

988 556 Aliança Evangélica Portuguesa

É já no próximo dia 1 de Junho que se realiza a grande Marcha por Jesus 2019, este ano com forte ênfase também no Dia Mundial da Criança!

A Marcha vai partir da Praça do Marquês do Pombal (em frente ao Diário de Notícias) a partir das 14h30, seguindo o mesmo percurso das últimas marchas: Avª da Liberdade, Restauradores, Rossio, Rua Áurea até à Praça do Comércio. Por volta das 16h30 espera-se uma concentração final no Terreiro do Paço, concluindo com um concerto musical, com proclamações a favor da Educação, Artes e Media, Economia, Família, Autoridades e Igreja.

Promovendo uma mensagem de paz e amor, os cristãos evangélicos descerão a Avenida da Liberdade empunhando bandeiras alusivas a Jesus e num ambiente de festa mostrarão o seu amor e adoração ao Deus vivo. Todos os participante são também desafiados a vestirem as t-shirts da própria marcha e/ou levarem as cores da bandeira nacional: verde, vermelho e amarelo.

Será uma oportunidade de testemunho e de partilhar a mensagem de esperança, paz e de vida que Jesus nos oferece.

Promovida pela Aliança Evangélica Portuguesa, a Marcha contará com a presença de milhares de evangélicos provenientes de todo o país. O ano passado contou com a presença de cerca de 5000 pessoas e este ano esperamos ainda mais marchantes, expressando a unidade da Igreja Evangélica em Portugal e que Jesus é a Resposta para a nossa nação!

Fica o convite para todas as igrejas e comunidades evangélicas se envolverem!

Mais informações: www.marchaporjesus.com / 917343941 / 910009975

Sara Narciso (AEP Comunicações)

Notícias da M. do Carmo – Project Mozambique – Plus

1280 720 Aliança Evangélica Portuguesa

Queridos irmãos
Saudações da Beira – Moçambique

Foi uma semana muito preenchida, onde me tenho apercebido cada vez mais do drama que muitas pessoas ainda estão a viver. Vejo como é importante para as pessoas aqui poderem compartilhar uns com os outros as situações que têm vivido.  Só agora muitas pessoas da Beira podem ver vídeos da devastação deixada pelo Ciclone Idai. Muitos nem sonham apercebido da grande area afectada – sem televisão, rádio ou comunicações não era possível terem toda a informação que nós, estando de fora, podíamos ter. Há muita solidariedade para com as pessoas do norte, que foram afectadas pelo ciclone Kenneth. E uma grande vontade de recomeçar.

Já visitei 4 das casas dos membros da nossa equipa. Indo para os bairros onde vivem, as pessoas tentam retomar às suas vidas, de uma maneira mais ou menos normal. As crianças brincam, enquanto as mães cuidam da família. Muitas casas ficaram sem telhado, outras ficaram completamente destruídas – agora juntam o entulho que ainda pode vir a ser ú,l para a reconstrução. Algumas pessoas conseguiram lonas ou plástico para servir de cobertura. Outros ainda conseguiram aproveitar algumas das chapas de zinco, que mesmo danificadas, é melhor do que dormir ao relento. Muitas árvores foram arrancadas pelas raízes, e estas agora servem para lenha, ou até barrotes. As árvores que não foram arrancadas, depois de devidamente podadas. já estão a ficar cobertas de folhas verdes.

Agora que já temos algumas cotações, esperamos que nos próximos dias podemos começar as obras de reconstrução das casas.

Para terminar a semana, viajei com a Maria e o Joaquim, para Lamego.  Numa viagem de 2 horas, no caminho deu para ver muito do que os outros sofreram, fora da cidade da Beira – a parte da estrada que ficou completamente destruída, vista de perto ainda é mais impressionante – imaginar a força da água que consegui parar tudo aquilo!

Em Lamego, o Ir. Alfredo, com quem temos trabalhado há mais de 20 anos, tem sido um grande impulsionador para o desenvolvimento do trabalho com crianças naquela zona. Ele tem motivado muitas igrejas a criarem escolas dominicais e a treinarem os professores para trabalharem com crianças. Estavam representadas 19 igrejas com cerca de 25 professores a participarem do seminário. A Maria apresentou o nosso curso prático para os professores da escola dominical, diretamente na língua de Sena. De seguida, vemos uma sessão, que eu apresentei e a Maria interpretou. Desta vez eu quis concentrar-me no facto de que a igreja é formada por todos os crentes – não é o edifício. Mesmo que o edifício tenha caído, a igreja do Senhor permanece. Também falei da responsabilidade como igreja, e do impacto que devemos ter nas comunidades, tanto na nossa maneira de viver como em levarmos o Evangelho aos perdidos.

Tivemos um intervalo onde oferecemos sumo e bolachas ao enorme grupo de crianças que se juntou ali. Distribuímos os manuais e mais de 600 livros de atividades.  Depois do almoço, que já, tinha sido organizado pelo Ir. Alfredo, vemos uma segunda sessão. Desta vez, o Joaquim interpretou para Sena. Apresentei uma das lições da escola dominical sobre como Deus escolheu David para ser o rei de Israel. Tudo isso ajudará as crianças, e suas comunidades, enquanto se recuperam do choque que o Ciclone Idai causou.

Mais uma vez pude ver naqueles irmãos e irmãs, na sua maioria jovens, o desejo de levarem a Palavra de Deus àqueles que ainda não O conhecem.

Por favor, continuem a orar por Moçambique. Que o povo de Deus aqui, possa reconstruir as suas vidas, firmes na Rocha que é Jesus.

Veja mais detalhes e fotos pelo link:
Notícia Completa + Fotos do Projeto

Juntos na obra do Mestre.

M. do Carmo Hemborough
08-05-2019

Saudações da Beira – Moçambique – M. do Carmo Hemborough

640 480 Aliança Evangélica Portuguesa

Queridos irmãos,

Saudações da Beira – Moçambique

Nestes poucos dias em que tenho estado aqui já pude ver um pouco da devastação que o ciclone Idai deixou, só aqui na cidade da Beira. Nestes próximos dias irei à vila do Dondo e na sexta feira irei com a Maria fazer um seminário para professores da Escola , na zona de Lamego.

Por aqui já muito foi feito, mas ainda há muito para fazer. A situação da cólera está controlada. As equipas de emergência têm feito um trabalho extraordinário, nas diversas áreas em que estão envolvidas. Ainda há muitas pessoas a viverem em tendas, mas algumas estão a voltar para as suas zonas. Aí vão precisar de muita ajuda, especialmente no Buzi, onde quase tudo ficou destruído.

Para agravar a situação, o ciclone Kenneth também bateu com força no norte de Moçambique. Está a chover muito no norte e por isso a situação ainda poderá ser mais grave.

As previsões meteorológicas para o norte e o centro do país, nos próximos dias, não são muito animadoras: vento forte e chuva. Isto será uma situação desoladora para as pessoas que estão a viver nas suas casas sem telhados e em condições muito difíceis.

Hoje fui a uma igreja. Fiquei muito sensibilizada pela forma como os crentes, e alguns passaram por momentos terríveis, estão gratos ao Senhor, por os ter guardado durante o ciclone. Os crentes falam muito do céu, que eles sabem que está garantido para todos aqueles que pertencem ao Senhor. Mas, e os outros? Aqueles que ainda não ouviram o Evangelho? Agora, sentem a urgência de levar a mensagem da salvação, que só podemos encontrar em Jesus Cristo, a todas as pessoas.

Esta semana vamos começar com os trabalhos de reabilitação de algumas casas. Sem o vosso apoio isto não teria sido possível, por isso, mais uma vez agradeço do fundo do meu coração a todos os que têm orado e contribuído.

Por favor, continuem a orar por Moçambique.

Juntos na obra do Mestre.

M. do Carmo Hemborough

Beneficiário Efectivo – 1 de Maio a 30 de Junho

1280 800 Aliança Evangélica Portuguesa

Às Igrejas da AEP e seus pastores

Caros irmãos em Cristo,

Entrou em vigor no dia 1 de Outubro do ano passado um Decreto-Lei que transcreveu para o ordenamento jurídico português uma Directiva da União Europeia que se dirige a todas as entidades colectivas com personalidade jurídica, sejam sociedades comerciais, sejam fundações, sejam associações, sejam pessoas colectivas religiosas, radicadas no país ou não.

Com o pretexto do combate ao terrorismo e ao branqueamento de capitais, os governos nacionais da União Europeia criaram um registo obrigatório para todas as entidades jurídicas, as quais estão sujeitas a pesadas coimas se não se registarem, ficando adicionalmente impedidas de proceder a operações com reflexos patrimoniais, como comprar ou vender ou onerar.

Tenho informação do Secretário-Geral da FEREDE de que em Espanha várias igrejas evangélicas já viram as suas contas congeladas por incumprirem a sua obrigação de se registarem.

Estou a falar-vos do registo do beneficiário efectivo, por definição pessoa singular que controla a pessoa colectiva ou é proprietária efectiva do seu património.

Cada igreja, seja pessoa colectiva religiosa ou associação deve, entre 1 de maio a 30 de junho, proceder ao registo do beneficiário efectivo no site https://justica.gov.pt/servicos/registo-de-beneficiario-efetivo identificando os membros da Direcção da igreja.

 

A Assessoria Jurídica

Lisboa, 4 de Abril de 2019

Como Está Moçambique Neste Momento? – Chris e Maria do Carmo Hemborough

1280 853 Aliança Evangélica Portuguesa

Já passou quase um mês depois do ciclone Idai ter assolado o centro de Moçambique. As notícias agora são mais escassas, mas por outro lado as comunicações foram restabelecidas e isso nos dá a possibilidade de recebermos notícias acerca da situação atual. A Maria da Graça é a nossa porta-voz, sempre fiel a nos atualizar com a realidade vivida por muitos, em especial por aqueles que estão na Beira.

“Naquela noite, foi terrível. O vento era tão forte que quando nos levou a parede e o telhado da casa pensávamos que também iriamos ser levados pelo vento.  Depois veio a chuva torrencial e ficámos com medo de sermos levados pela enxurrada. Sinceramente pensei que tinha chegado a minha hora de ir para a glória. Mas o Senhor fechou a porta, porque ainda há muito trabalho para fazer!” – palavras da Maria da Graça.

Os pastores ficaram muito abatidos ao verem a destruição das suas próprias casas e das casas dos crentes. Também as construções das igrejas, embora muitas fossem muito precárias, era o fruto de muitos anos de sacrífico e trabalho para terem um local de culto. Também a falta de notícias sobre as congregações nas zonas rurais, levou ao desânimo. Mas agora, é tempo da Igreja se levantar e ter um impacto nas comunidades onde estão inseridas. Mas como podem fazer isso? Mais uma vez a Maria da Graça, em conversa com os outros colegas, veio com a resposta – “Os pastores precisam de ser encorajados, para que depois possam encorajar as suas congregações! E nós temos que lhes levar palavras de esperança e fé.”

Mais importante do que reconstruir as casas, é reconstruir as vidas das pessoas – e isso só pode ser feito com a Palavra de Deus.

Os nossos irmãos em Moçambique, em especial a equipa de Projeto Moçambique – Plus estão muito gratos porque o Senhor os protegeu. Estão gratos porque o nosso escritório não sofreu nenhum dano e, agora com o restabelecimento da eletricidade, estão prontos para começarem a imprimir material para atender à grande necessidade das igrejas.

Estão gratos porque os irmãos em Portugal e Inglaterra não se esqueceram deles – providenciando os fundos para atender ás situações mais urgentes: purificação da água, medicamentos, alimentos e compra de redes mosquiteiras. E ainda para a reconstrução das suas casas.

Mas há algo mais que os irmãos em Portugal podem fazer – escrever mensagens de encorajamento para os irmãos em Moçambique – este é o apelo que gostaríamos de deixar. Estas mensagens podem ser editadas em forma de folhetos, para depois serem distribuídos. Temos tudo para o fazer: os meios para imprimir e uma equipa de pessoas entusiasmadas que, apesar de tudo, não querem deixar de fazer um impacto nas vidas dos que estão à sua volta. As mensagens podem ser enviadas para o nosso endereço de email:

projectomoz@gmail.com

Também as crianças nas igrejas em Portugal podem participar com mensagens para as crianças em Moçambique.

“Eu, Maria do Carmo, tenho a viagem marcada para o dia 24 de Abril. Vou ficar na Beira até dia 2 de Junho, e os meus colegas da equipa de Projeto Moçambique na Beira, já estão a preencher a minha agenda! Além de os ajudar na reconstrução das suas casas, e de vermos onde podemos ajudar outros pastores com quem temos uma forte ligação, temos que “espalhar” a mensagem de esperança, confiança e fé no Deus que não nos abandona. Este é o desejo deles, e certamente que é também o meu desejo.”

 

Gratos pelo vosso apoio e orações.

Chris e Maria do Carmo Hemborough.

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