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Geral

Presidente da República presente em Celebração Evangélica

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Foi no passado dia 24 de dezembro que o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, esteve presente na celebração de natal da Igreja Evangélica de Sintra em Vila Verde, comunidade que está também a comemorar os 75 anos de envolvimento na vida social no município de Sintra. Foi um dia histórico, uma vez que foi a primeira vez que um Chefe de Estado Português visitou uma Igreja Evangélica e assistiu ao respetivo culto.

Como o próprio Presidente da República referiu em entrevista ao programa “Luz das Nações” da AEP, sentia-se em falta para com a comunidade evangélica por ainda não a ter visitado pessoalmente, sobretudo num tempo como este em que também se comemoraram os 500 anos da Reforma Protestante. Então, não haveria melhor oportunidade do que esta: a celebração do Natal. A propósito, Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou ainda o seguinte: “Os evangélicos têm um papel muito importante na comunidade em geral, na comunidade portuguesa em particular. Eu cá estou como presidente da república a agradecer esse papel. Porque contribuem, através do seu exemplo e testemunho, para o enriquecimento daquilo que é fundamental entre os portugueses que é a fraternidade, a solidariedade, o sentido comunitário uns para com os outros, e disso faz-se também aquilo que somos como Portugal”.

Também Vera Jardim, Presidente da Comissão para a Liberdade Religiosa esteve presente neste culto e afirmou o seguinte: “Acho que é uma obrigação por um lado e um prazer por outro estar presente em todas as comunidades que me convidam (…) Em especial, naturalmente, na comunidade evangélica que tem um peso especial em Portugal, através da Aliança e não só, em todo o mundo evangélico. É um dia histórico para esta comunidade que é a presença do Senhor Presidente da República”.

A  Aliança Evangélica representa em Portugal (segundo dados da Universidade Católica) 400 000 fiéis entre portugueses e residentes. Estes fazem parte dos 600 milhões que em todo o mundo são representados pela Aliança Evangélica Mundial. Segundo António Calaim, Presidente da AEP e também membro desta Comunidade em Vila Verde, “damos muitas Graças a Deus pelo empenho de Vossa Excelência, dedicação e sensibilidade, sem dúvida alicerçados nas Escrituras e na revelação divina. A presença de Vossa Excelência  junto das vítimas dos incêndios que lavraram e ceifaram mais de uma centena de pessoas foi e está a ser um conforto, exemplo e solução”.

O culto contou, como habitual, com música de louvor, participação das crianças da igreja, oração e ainda uma mensagem inspiradora sobre o nascimento de Jesus.

À saída, depois de assinar o Livro de Honra e receber algumas lembranças de diferentes entidades representativas do concelho, Marcelo Rebelo de Sousa confessou que saía daquele lugar “com o coração cheio”. E deixou ainda uma mensagem de ânimo e esperança para 2018.

A reportagem desta visita especial do Presidente da República pode ser vista no programa “Luz das Nações” da AEP na RTP2, no próximo dia 9 de janeiro, por volta das 15h. Entretanto, aqui fica um excerto deste encontro memorável, que está também disponível em www.aliancaevangelica.pt e na nossa página do facebook.

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Autoria: Sara Narciso – Assessoria de  Comunicação da AEP

Mensagem de Natal AEP – Pr. Rodrigues Pereira

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O pastor Rodrigues Pereira, em nome da direção da Aliança Evangélica Portuguesa, deseja a todos um abençoado Natal!

Comunicado em Relação às Notícias sobre a IURD

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A Aliança Evangélica Portuguesa é uma federação de igrejas Evangélicas herdeiras da Reforma Protestante do séc. XVI e dos movimentos que a desenvolveram nos séculos seguintes, filiada à Aliança Evangélica Europeia www.europeanea.org e à Aliança Evangélica Mundial www.worldea.org

A Igreja Universal do Reino de Deus não é filiada na Aliança Evangélica Portuguesa e dificilmente virá a sê-lo na medida em que a sua doutrina e a sua prática não respeitam os valores e os princípios da Aliança Evangélica.

A serem verdade as notícias que têm vindo a público, a Aliança Evangélica Portuguesa manifesta a mais profunda solidariedade para com as vítimas e o mais veemente repúdio por tais práticas.

 

Direção AEP,
15 de Dezembro de 2017

A Família e o Natal

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Amigas

Está a chegar o Natal… As famílias reúnem-se nesta data festiva, em que se celebra o nascimento de Jesus. E dou comigo a pensar: quanto amor existe em nós?

Quantidade de amor

Imagine que havia uma forma de medir o amor. Seria interessante, não é? Como quem mede a tensão arterial, acionávamos o mecanismo, ligando-o ao nosso coração e no écran do aparelho iria surgir um número… Sim, essa seria a quantidade de amor que existiria no nosso reservatório.

Pois bem, embora não haja como avaliar assim, Deus conhece esse valor. Eis três exemplos disso:

Nenhum amor – Disse Jesus: “Mas bem vos conheço, que não tendes em vós o amor de Deus.” (João 5:42)

Pouco amor – “O que posso fazer consigo, Efraim? O que posso fazer consigo, Judá? O seu amor é como a neblina da manhã, como o primeiro orvalho que logo evapora.” (Oséias 6:4 NVI)

Muito amor – Disse Jesus: “Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou;” (Lucas 7:47)

Deixemos que o Amor de Deus nos inunde deste Natal. Mas, Bertina, existem pessoas tão difíceis… É verdade, eu sei. Nesse caso, vamos relacionar-nos com elas, não de acordo com quem elas são, mas de acordo com quem Deus é em nós. E isso fará toda a diferença.

Gratidão pela família

Recordo-me de um dia em que descia a rua quando vi, lá ao fundo, uma ambulância parada, de cor branca, reluzente. À medida que caminhava, percebi que uma senhora se sentira mal e estavam a colocá-la, cuidadosamente, dentro do veículo, certamente para lhe prestar os cuidados imediatos e a transportar ao hospital mais próximo.

Ainda à distância, continuei a observar a ambulância, que parecia novinha em folha, e todo o apoio ali proporcionado, de um modo tão atento e profissional. De imediato, dei por mim invadida por uma gratidão imensa, que me emocionou. Com as lágrimas nos olhos, disse a Deus: “Senhor, obrigada pelo INEM…” Quem me visse assim emocionada iria pensar que a pessoa doente seria minha familiar. Quem me ouvisse, iria possivelmente estranhar a oração. Agradecer a Deus pelo Instituto Nacional de Emergência Médica e por todo o serviço que presta?

Sim, imagino que estas não serão ações de graças comuns na nossa oração diária. A verdade é que, há dias atrás, eu tinha chegado de um país africano onde pessoas morriam pelo facto de, estando gravemente doentes, não haver quem as transportasse atempadamente ao Hospital. Ou por falharem os recursos nesse mesmo Hospital. E, por isso, estava a experimentar em mim uma onda de gratidão que tinha tanto de real como, talvez, de incomum.

Mereceria o INEM uma gratidão tão intensa e comovida? Com certeza que sim! Porque é que, então, eu a sentia com esta intensidade pela primeira vez? Talvez porque nunca vivenciara a sua falta. Ou porque integrara na minha rotina como algo presente, garantido, quase como um direito.

Tudo aquilo que faz parte da nossa vida como uma garantia e um direito, dificilmente merecerá a nossa gratidão. Está ali, tão certo e tão seguro, que nem nos ocorre agradecer. É mesmo assim. Claro que está presente, sempre e para sempre… Só faltando é que lhe reconheceremos o verdadeiro valor. Nesse aglomerado de benefícios assegurados, pode acontecer estar também a família. Nas nossas orações, temos agradecido a família que Deus nos deu? Ou já a demos por garantida e, por isso, é um tema que escapa à nossa gratidão?

Saboreemos o Natal

Sim, é verdade que, às vezes, lá em casa discordamos. Nem sempre tudo são sorrisos e satisfação. Há momentos de tristeza e de desapontamento que podem, aqui e ali, causar algum distanciamento. É verdade que também existem situações de desrespeito e violência, que não merecem qualquer agradecimento. Contudo, hoje vamos parar para pensar na nossa família com apreço por tudo aquilo que, de bom, nos tem oferecido. Pela forma como nos amamos, mesmo na nossa imperfeição. Tal como na história da ambulância, o facto de ter conhecido, na minha prática clínica, tantas pessoas desprovidas de qualquer suporte familiar, tanto no meio prisional como em diversas instituições de apoio, tem renovado em mim este empenho em agradecer. Vamos saborear o Natal com este sentido de gratidão pela família e vamos oferecer amor, pois Ele é Amor em nós!

Voltamos a encontrar-nos, aqui, no próximo dia 30 de Dezembro.

Um Feliz Natal!

Bertina Coias Tomé
Psicóloga, Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde e Psicologia Comunitária
Membro da Direcção da Aliança Evangélica Portuguesa

Bem-vinda a este espaço!

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Fico feliz por ter vindo até aqui, o que provavelmente lhe acontece pela primeira vez, pois é um lugar novo, dedicado a nós, mulheres.

Como em qualquer casa nova, ainda estamos a equipá-lo, mas fazemo-lo com muito entusiasmo, pois existe tanto e de tanta qualidade para trazer para aqui! Sentimo-nos como quem põe a mesa, com muitas e variadas iguarias. Porquê? Porque dependemos de um Deus fiel e rico. “Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente.” (Salmo 16:11)

Neste primeiro dia de Dezembro, com o Inverno já a espreitar, recordo uma história que li há pouco tempo, sobre uma mulher que se sentia muito frustrada com a sua sócia. Haviam-se envolvido num projecto empresarial, que acabara por correr mal. Esta mulher estava angustiada pela forma desonesta e injusta como a sua sócia agira, deixando-a numa situação desesperada. A tristeza e a ansiedade eram demasiado grandes para levar sozinha. Decidiu, então, procurar ajuda.

Marcou uma sessão de counselling e aí derramou tudo aquilo que a estava a perturbar tão profundamente. Procurou ser clara e detalhada. Depois de a ouvir atentamente, a counsellor fez-lhe uma pergunta: “Quando é que esse mal-estar irá acabar?”

A mulher ficou surpreendida. “Acabar?” A pergunta parecia-lhe desconcertante.  “Sim”, insistiu a counsellor.”Quando é que isso vai terminar? Gostaria que me desse uma data.”

”Uma data? Quando?” Ela não conseguia entender.

A counsellor explicou-lhe: “Pode dizer-me daqui a duas semanas, um mês, seis meses, um ano, o que quiser. Sinta-se livre para escolher a data. Só lhe peço que me dê uma data.”

A mulher nunca encarara a situação nesses termos. Sim, achava que um dia, algures no tempo, a irritação e a mágoa iriam desvanecer-se lentamente, como fumo que se dissipa no ar. Mas seria talvez “quando Deus quiser…” ou “no tempo de Deus…” Definir uma data? Era um desafio totalmente novo para si.

 

Pensando bem, sendo ela a escolher o dia, queria voltar a sentir-se bem o mais rapidamente possível… E deu uma resposta ousada: “Amanhã”.

“Está bem…”, respondeu a counsellor. “Então amanhã acaba essa angústia.”

Para a mulher, aquela foi uma noite difícil. Pensar em desligar-se assim de pensamentos que habitavam a sua mente em agitação há tanto tempo, era duro. Quase pareciam ter fixado residência no seu íntimo, cristalizando-se numa maneira de ser sombria. A verdade é que, no dia seguinte, iniciou com determinação uma nova etapa na sua vida, com um espaço limpo e arejado em si mesma para acolher novos planos e uma esperança recuperada.

Muitas de nós estamos esperando em Deus. E está certo. Dizia o Salmista:  “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. 3 E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no Senhor.” (Salmo 40:1-3)

Continuemos a esperar em Deus, com confiança e fé. Contudo, em todas as situações  que vivemos, será que estamos esperando no Senhor? Ou será que é Ele que está à nossa espera? Há decisões, mudanças de atitude que é Deus que espera de nós? Quando é que nos decidiremos?

Eis duas passagens bíblicas em que foi Deus que esteve à espera de alguém:

“Oh! se o meu povo me tivesse ouvido! se Israel andasse nos meus caminhos! Em breve abateria os seus inimigos, e viraria a minha mão contra os seus adversários. Os que odeiam ao Senhor ter-se-lhe-iam sujeitado, e o seu tempo seria eterno. E o sustentaria com o trigo mais fino, e o fartaria com o mel saído da rocha. (Salmo 81:13-16)

“Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha os seus pintos debaixo das asas, e não quiseste?” (Lucas 13:34)

Um Deus que fala aos seus filhos, desejando que O ouçam, e que anseia juntá-los com carinho… Deus à espera… Um bom tema para reflexão!

No próximo dia 15 de Dezembro, voltaremos aqui, para outro momento de encontro consigo. Vamos falar sobre A Família e o Natal.

Até lá, desejo que desfrute um tempo abençoado, esperando em Deus e avançando naquilo que Ele espera de si.

Bertina Coias Tomé
Psicóloga, Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde e Psicologia Comunitária
Membro da Direcção da Aliança Evangélica Portuguesa

Assembleia Geral da AEP Novembro 2017

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No passado dia 25 de novembro, a Aliança Evangélica Portuguesa realizou a sua segunda Assembleia Geral anual, nas instalações da Assembleia de Deus de Leiria , depois de um tempo inspirador que começou na noite anterior com um breve retiro no Acampamento Baptista em Água de Madeiros, seguido do Conselho Geral, já no sábado de manhã. No retiro, os presentes foram desafiados e inspirados pelo irmão Pedro Barbosa (Movimento Ágape) e pelo Pastor Jorge Humberto. Procurando estar mais perto dos seus associados, a Direção da AEP e os Órgãos Sociais pretendem realizar as segundas AG anuais numa capital de Distrito fora de Lisboa.


Um dos principais pontos altos desta AG foi a aprovação do Plano de Atividades para 2018 (que pode ser conhecido na Área Reservada do site www.aliancaevangelica.pt), do qual se destacam a Semana Universal de Oração de 14 a 21 de janeiro, a Conferência “A Revolução da Generosidade Cristã” de 1 a 4 de fevereiro, o Festival da Esperança a 7 e 8 de abril, entre outras iniciativas.

Ficou também a nota de que a Aliança Evangélica Europeia vai organizar em Outubro de 2018 a Conferência “Hope for Europe” na Estónia. Pretende-se reunir cerca de 600 líderes de toda a Europa, nas diferentes redes de trabalho, como por exemplo, Apologética, Refugiados, Família, Crianças, Economia, Cidades, Liderança, Evangelismo, Saúde, Paz e Reconciliação, Oração, entre outras; vamos refletir sobre a realidade espiritual da Europa e tentar encontrar formas de sermos mais sal e luz neste tempo.

Esta Assembleia Geral contou também com uma homenagem feita aos pastores com mais de 70 anos que trabalharam ou residem actualmente no Distrito de Leiria. Como referiu António Calaim, presidente da AEP, “Manifestamos a nossa gratidão pelo ministério de tantos servos que, em circunstâncias tão difíceis, serviram fielmente ao Senhor tornando-O conhecido na região. Obrigado, Senhor, pela sua dedicação no distrito de Leiria”.

Recordamos que o lema da AEP para 2016 foi “UNIR PARA AGIR”; em 2017 tem sido “MOBILIZAR PARA TRANSFORMAR” e em 2018 o objetivo é continuar no mesmo propósito.

Como sublinhou o presidente da AEP, “vamos trabalhar para que, neste tempo, Cristo seja cada vez mais uma realidade em nós e no meio em que estamos inseridos”.

 

Sara Narciso – AEP Comunicações
28 Novembro 2017

500 Anos da Reforma Protestante

1000 714 Aliança Evangélica Portuguesa

A 31 de outubro de 2017, assinalou-se os 500 anos do momento em que o frade agostinho alemão Martinho Lutero proclamou as suas 95 teses contra as indulgências do Papa Leão X. Este ato viria a tornar-se absolutamente singular numa Europa em grandes transformações. Considerado o momento fundador do movimento da Reforma Protestante do século XVI e um dos eventos centrais na história da Europa, as suas consequências religiosas mas também sociais, políticas, económicas, culturais, artísticas, etc. viriam a adquirir importância a nível global.

A Reforma Protestante contribuiu para encorajar o desenvolvimento de uma imagem de humanidade baseada num recuperado conceito cristão de liberdade. No campo estritamente religioso, para além de ter introduzido a pluralidade no cristianismo ocidental e estado na origem de uma das mais importantes conquistas da modernidade, a liberdade religiosa e de expressão, a Reforma trouxe consigo um enorme apego à Bíblia e a sua difusão pelo povo. Dificilmente conseguiremos encontrar alguma esfera da vida humana que não tivesse sido afetada com a Reforma. A verdade é que a Europa não foi mais a mesma! Cinco séculos depois, com mais de 800 milhões de fiéis espalhados pelo mundo, o protestantismo é em Portugal a maior minoria religiosa, tendo duplicado o número dos seus seguidores nos últimos 20 anos.

Ao longo deste ano são inúmeras as iniciativas que marcam os 500 anos da Reforma, às quais a AEP também se associa. Aqui ficam algumas:

 

Para mais informações:

Um Construtor da Modernidade – Lutero – Teses – 500 anos

Congresso Internacional – Um Construtor da Modernidade: Lutero — Teses — 500 Anos

Caminhos Fevereiro 2017 sobre “A Reforma em Portugal e no Mundo”

Caminhos Outubro 2017 sobre “500 anos da Reforma”

Luz das Nações sobre “Biografia de Martinho Lutero”

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