• Siga-nos nas redes sociais

Geral

Imigração Ilegal

600 438 Aliança Evangélica Portuguesa

Na sequência da notícia divulgada hoje em vários meios de comunicação social, indicando como suspeitos três alegados Pastores Evangélicos a exercer funções numa igreja na cidade da Amadora da prática de crimes de imigração ilegal e tráfico humano , a Aliança Evangélica Portuguesa vem apresentar o seu repúdio por toda e qualquer prática de auxílio à imigração ilegal e tráfico humano. Apresentamos também a disponibilidade da nossa organização à colaboração com os órgãos de polícia criminal quanto à denúncia de situações similares.

Infelizmente a prática de tais crimes ocorre com frequência em Portugal sendo vítimas muitos cidadãos brasileiros e de outras nacionalidades, que necessitam de cuidado e amparo que é possibilitado por muitas igrejas e associações membros da Aliança Evangélica Portuguesa. Infelizmente também, esse apoio prestado por vezes pode ser mal interpretado pelas autoridades, como se fosse motivador da imigração ilegal, quando na verdade é apenas o auxílio humano a pessoas em dificuldade. Desconhecemos por completo o que se passou no caso relatado apenas podendo afirmar que a igreja, na qual os alegados pastores visados alegadamente fazem parte, não é membro da Aliança Evangélica Portuguesa.

Consideram-se desadequadas as notícias de manchete evocando a atividade de Pastores Evangélicos, uma vez que essa atividade nada tem a ver com os crimes e por causar um alarme social quanto à prática Evangélica, religião minoritária em Portugal e que em nada favorece ou motiva a prática dos crimes evocados.

Alerta-se ainda os meios de comunicação social e os cidadãos em geral para se certificarem se a entidade religiosa está inscrita na Aliança Evangélica Portuguesa como forma de distinguir as igrejas evangélicas reconhecidas por esse organismo em Portugal das não reconhecidas. Para o efeito poderão consultar o site em https://aliancaevangelica.pt/site/igrejas/

Mil e uma razões para ser voluntário

1280 960 Aliança Evangélica Portuguesa

Já pensou em ser voluntário? Talvez tenha dito para si mesma: “Sim, é uma boa ideia!”, mas também pode ter pensado: “E o que é que eu ganho com isso?”

Bem, de facto, existem 1001 boas razões para fazer voluntariado.

Mas, afinal, o que é ser voluntário? Segundo a legislação portuguesa, ser voluntário é uma atividade que necessita de estar enquadrada institucionalmente [Lei 71/98 de 3 Novembro, artigo 2.º].

Sabemos que a Palavra de Deus nos incentiva a fazer o bem individualmente ou em grupo, em qualquer circunstância e desinteressadamente como uma sementeira, e fruto de um caráter transformado por Cristo (Gálatas 6:9, Mateus 5:16, Efésios 2:10, Tiago 2:14-17, Tiago 1:27, Tiago 4:17). Contudo, o facto de estarmos enquadrados institucionalmente pode ter vantagens a nível do impacto e visibilidade das nossas ações na comunidade. Assim, o voluntariado é uma bonita forma de deixarmos brilhar a nossa luz.

Contudo, não encaremos o voluntariado apenas como uma atividade pontual, uma tarefa. Olhemos o voluntariado como um estilo de vida: dar de nós aos outros, dar o nosso tempo, os nossos talentos, (aquilo que melhor sabemos fazer, as nossas competências pessoais e/ ou profissionais) e os nossos tesouros (aquilo que possuímos – bens materiais, donativos, roupa, brinquedos, alimentos… – e que podemos partilhar com os outros.)

Creio que o voluntariado é um investimento, um bom investimento. Não um investimento a fundo perdido, mas um investimento com grande retorno.

Ser voluntário:

1 – É uma oportunidade de aprendizagem de como se deve estar/ agir num determinado contexto e permite saber como funciona determinada organização.

2 – Possibilita-lhe alargar a rede de contactos pessoais e profissionais

3 – Significa ter mentores formais e informais e isso implica, necessariamente, ganhar novas perspetivas sobre tarefas e/ ou grupos específicos de população. Tudo isto permite o enriquecimento de cada voluntário como pessoa, para além de valorizar o seu CV, se é recém-formado ou procura emprego.

4 – É uma oportunidade de desenvolver a capacidade de comunicação e o conhecimento sobre diferentes contextos.

5 – Permite aumentar o auto-conhecimento, no sentido que o voluntário experimenta novas tarefas, desempenha novos papéis, e percebe o que o inspira e motiva a continuar, ou não.

6 – É uma possibilidade de desenvolver as soft skills tão importantes e valorizadas em contextos laborais e também indispensáveis para os relacionamentos interpessoais (por exemplo: capacidade de comunicação, relacionamentos interpessoais, resolução de problemas e pensamento crítico, escuta ativa, vontade de aprender, boa gestão de tempo, trabalhar bem em equipa, flexibilidade, etc.)

O voluntariado, na sua aceção mais lata, é quase para todas as idades, e pode ser realizado em variadíssimos âmbitos: associações, conservação do ambiente, eventos,  entre outros. Recentemente, li duas frases que penso que se aplicam muito bem ao contexto do voluntariado: não importa a tarefa que desempenhamos, a posição que ocupamos, “todos nós somos líderes na diferença que queremos ver no mundo” e “o voluntariado é o expoente máximo da democracia. Nós votamos nas eleições uma vez por ano, mas quando somos voluntários, votamos todos os dias no tipo de comunidade em que queremos viver.”

Finalmente, o voluntariado certamente torna-nos pessoas mais felizes, pois como diz a Bíblia “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (Atos 20:35).

Experimente!

Elsa Correia Pereira
Socióloga

Semana Universal de Oração – Devocional e Eventos

900 720 Aliança Evangélica Portuguesa

É já no próximo domingo (12 Janeiro) que arranca a Semana Universal de Oração!

Podem fazer o download do devocional em Português aqui:

https://aliancaevangelica.pt/oracao2020.pdf

Este documento pode ser divulgado e partilhado conforme acharem útil.

Fica também aqui uma listagem de alguns locais com eventos de oração durante este período:

NORTE

Viana do Castelo
Dia 17 de Janeiro – 6ª Feira às 20h30
Assembleia de Deus
R. Júlio de Lemos,112, – 4900-381 Viana do Castelo
Pregador: Carlos Martinez

Braga
Dia 14 de Janeiro – 3ª Feira às 9:30H
Dia 18 de Janeiro – Sábado às 11:30H
Igreja O Farol
Rua Dom Frei Caetano Brandão, 200 – Braga

BRAGANÇA

Vila Real
Dia 18 de Janeiro – Sábado às 16H
Igreja Baptista de Vila Real
Rua de Tourinhas,4, – 5000-662 Vila Real
Pregador: Pr. Fernando Silva

Porto – cidade
Dia 18 de Janeiro – Sábado às 15H
Igreja Evangelica da Renovação – Porto
Rua Santos Pousada,1257 – 4000-489 Porto
Concerto de Oração – Jovem

Porto – cidade
Dia 16 de Janeiro – 5ª Feira às 21H
Igreja Baptista Cedofeita
Rua de Cedofeita, 167 – Porto
Pregador: Pr. Samuel Paulo Santos

Maia
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira às 21H
Igreja Evangélica em Águas Santas
Rua Mosteiro 2100 – 4425-140 Águas Santas
Pregador: Pr. Emanuel Fernandes

Vila Nova de Gaia
Dia 17 de Janeiro – 6ª Feira às 21H
Igreja Evangélica da Alumiara
Rua da Bélgica,1553 – 4400-052 Vila Nova de Gaia
Pregador: Pr. Ruben Santos

Viseu
Dia 19 de Janeiro – Domingo às 17H
Igreja Evangélica Baptista de Tondela
Av. Dr. Antonio José de Almeida 3460- Tondela
Pregador: Pr. Constantino

CENTRO

Aveiro
Dia 19 de Janeiro – Domingo às 10H
Centro Cristão Vida Abundante
Centro Comercial Oita – Av. Doutor Lourenço Peixinho, 146 (Antigo Cinema) 3800-160 Aveiro
Pregador: Pr. Daniel Caçador

Dia 19 de Janeiro – Domingo às 17H
Igreja Metodista Wesleyana Azurva
Rua de São João, – Aveiro
Pregador: Pr. Manuel Joana

Dia 19 de Janeiro – Domingo às 10H
Igreja Batista de Aveiro
Rua Tenente Resende, 29 -3800-269
Pregador: Ancião Joel Silva

Dia 21 de Janeiro – 3ª Feira às 20:30H
Igreja Batista de Aveiro
Rua Tenente Resende, 29 -3800-269
Pregador: Pastores e lideres

Dia 22 de Janeiro – 4ª Feira às 20h30
Assembleia de Deus Ílhavo
Rua Arcebispo Pereira Bilhano, 83 – 3830-111 Ílhavo
Pregador: Pr. Daniel Soares

Dia 26 de Janeiro – Domingo às 10H
Igreja Evangélica em Cacia
Av. Fernando Augusto Oliveira, Lote 1 Sector 1, 3800-540 Cacia
Pregador: Pr. Pedro Jorge

Dia 26 de Janeiro – Domingo às 16H
Assembleia de Deus
Rua D. José I, n.º 11 e 15 – 3800-143 Aveiro
Pregador: Pr. Joel Resende

Dia 26 de Janeiro – Domingo às 10H
Igreja Metodista Wesleyana Gafanha da Nazaré
Bairro Felix,12 – 3830-636 Gafanha da Nazaré

Pregador: Drº Malheiro

Dia 26 de Janeiro – Domingo às 17H
Igreja Metodista Wesleyana Estarreja
Rua Dr. Joaquim Manuel Ruela, 97 – 3860-246 Estarreja

Pregador: Fernando Gato

Dia 26 de Janeiro – Domingo às 10H
Igreja Metodista Wesleyana Mourisca do Vouga
Rua do Barril, 6 1º – 3750-782 Mourisca do Vouga

Pregador: Pr. Filipe Carvalho

Coimbra
Dia 12 de Janeiro – Domingo às 10H
Igreja Evangélica dos Irmãos –Tovim
Rua Drº Joaquim Moura Relvas, 165 – 3030-360 Coimbra
Pregador: Missionário Vinicyus Fortes

Leiria
Dia 14 de Janeiro – 3ª Feira às 20;30H
Igreja Evangélica Baptista de Leiria
Av. Combatentes da Grande Guerra 25, 2400-147 Leiria
Pregador: Pr. Bruno Malheiro

GUARDA E CASTELO BRANCO

Covilhã
Dia 18 de Janeiro – Sábado às 10H30
Assembleia de Deus
Rua da Industria, nº.11
Pregador: Pr. Josué da Ponte

RIBATEJO

Santarém
Dia 19 de Janeiro -Domingo às 17H
Assembleia de Deus
Rua 31 de Janeiro, 32
Pregador: Pr. Samuel Fernandes

GRANDE LISBOA

Aguas Livres (Buraca) – Amadora
Dia 12 de Janeiro – Domingo às 10H
Assembleia de Deus
Estrada de Alfragide, 6A
Pregador: Pr. Josué da Ponte

Lisboa
Dia 15 Janeiro – 4º Feira às 10H
Aliança Evangélica Portuguesa- Sede
Av. Conselheiro Barjona de Freitas, 16-B 1500-204 Benfica
Oração – Pastores

Lisboa
Dia 17 Janeiro – 6ª Feira às 21H
CCVA Lisboa
R. Guiné 21, 2685-336 Prior Velho
Pregador: Pr. Samuel Fernandes

Odivelas
Dia 12 de Janeiro – Domingo
Em cada Igreja

Dia 13 de Janeiro – 2º Feira às 21H
Ministério Internacional Kairos
Rua 25 de Abril, 40 – Quinta da Várzea, 2620-041 Olival Basto

Dia 14 de Janeiro – 3ª Feira às 21H
A. D. Libertando Vidas
Rua 25 de Abril, 1 – Quinta da Várzea, 2620-041 Olival Basto

Dia 15 de Janeiro 4ª Feira às 20:30H
Assembleia de Deus Odivelas
Av. D. Dinis, 68 A – Centro Comercial Oceano, Loja 66 – Cave- Odivelas

Dia 16 de Janeiro – 5º Feira às 21H
A. D. Ministério de Santos
Rua Jorge Sena, 3 E -2675-392 Odivelas

Dia 17 de Janeiro – 6ª Feira às 21H
Doulos – Igreja Cristã
Rua Heróis de Chaimite, 5A/7-2675-374Odivelas

Dia 18 de Janeiro – Sábado às 21H
Igreja Sementes do Reino dos Céus
Rua Heróis de Chaimite, 7 – 2675-374Odivelas

Dia 19 de Janeiro – Domingo
Em cada Igreja

Cascais
Dia 17 de Janeiro – 6ª feira às 21H
Assembleia de Deus Trajouce
Rua Tomás da Anunciação 102 – 2785-009 São Domingos de Rana
Pregador: Pr. José Santana

Lisboa
Dia 18 Janeiro – Sábado às 17H
Logos Comunhão Cristã
Rua Ary dos Santos, 5, 3.º Piso, 2685-327 Prior Velho
Concerto de Oração

S Marcos – Cacém
Dia 19 de Janeiro – Domingo às 10:30H
Igreja Baptista Getsémani
Estr. de Paço de Arcos nº163, 2735-521 São Marcos
Pregador: Pr. Samuel Fernandes

Mem Martins
Dia 19 de Janeiro – Domingo às 9H
Assembleia de Deus Sintra
Rua do Zambujal, nº6A
Pregador: Pr. Josué Ponte

SUL

Almada
Dia 14 de Janeiro – 3ª Feira às 20:30H
Assembleia de Deus Almada
Rua União Piedense, 33 A/B – 2805-251
Pregador: Pr. Samuel Fernandes

Almada
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira às 20:30H
CAP- Comunidade Apostólica e Profética
Rua Joaquim Jorge Pires, 26 A – Feijó

Barreiro
Dia 12 de Janeiro – Domingo às 18H
MIF- Missão Internacional da Fé
Rua Calouste Gulbenkian 6B, 2830-044 Barreiro
Pregador: Pr. Samuel Fernandes

ALENTEJO

Évora
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira às 20.30H
Assembleia de Deus
Beco da Manutenção Militar, 9 – 7005-189 -Évora
Pregador: Pr. António José

Sines
Sexta feira, 17 Janeiro 2020 às 21 horas
Igreja Apostólica Nova Aliança
Rua Marques de Pombal, nº 16, 7520-225 Sines
Pregador: Pr. Rogério Ramos

Algarve

Olhão
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira – 21H
Igreja Ação Bíblica
R. Mte. Carlos Cativo 2, 8700-502 Olhão
Pregador:  Pr. Josué da Ponte

Faro
Dia 17 de Janeiro – 6ª Feira – 20H
Missão Betesda
Rua S. Luis, n.º 9 -8000-151 Faro
Pregador: Pr. Jorge Brito

Armação de Pera
Dia 14 de Janeiro – 3ª Feira – 21H
CCVA
Avenida Humberto Delgado,6 Loja 3 (perto do Continente)

Portimão
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira – 20:30H
Assembleia de Deus
Rua Nossa Senhora da Conceição Coca Maravilhas 8500-000 Portimão
Pregador: Pr. Eduardo Goes

Lagos
Dia 17 de Janeiro -6ª Feira – 20:30H
Assembleia de Deus
Templo de Sião, R. da Gafaria, 8600-587 Lagos

Loulé
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira – 20:30H
Igreja Evangélica Batista de Loulé
R. de São Paulo 20, 8100-680 Loulé
Pregador: Pr. Tiago Pereira

Quarteira
Dia 16 de Janeiro – 5ª Feira – 20:30H
Assembleia de Deus
Rua da Infância,14 – 8125-228 Quarteira
Pregador: Pr. Rodolfo Lima

Oportunidades em 2020

800 540 Aliança Evangélica Portuguesa

Um portão, uma porta, uma janela, um postigo… O que é que gostaríamos de ter diante de nós nestes próximos dias, que nos oferecesse visão ou caminho por onde seguir? O que é que esperamos encontrar ao longo do percurso que nos propõe este Novo Ano? E em que áreas da nossa vida?

Naquele dia, Paulo tomou uma decisão. Iria permanecer ali na cidade grega por mais algum tempo. E não seria propriamente para uma apreciação mais minuciosa dos monumentos ou de belezas naturais. Não. Decidira passar mais uns dias em Éfeso porque ele descobrira ali uma porta que se abria para si…

E descreve a porta com dois adjectivos. Primeiro diz que é grande, ou seja, que terá um amplo alcance. E depois, assegura que é eficaz. Esta característica reconhece-se, habitualmente, após uma experiência concluída. Contudo, ele percebe já, em antecipação, que irá resultar!

Não será fácil entrar por ela, pois, “há muitos adversários” (I Coríntios 16:9). Ainda assim, ele entende que é uma oportunidade a agarrar, não vendo nas adversidades um motivo para desistir.

O Novo Ano irá trazer-nos uma diversidade de oportunidades, naturalmente. Irão surgir em diferentes facetas da nossa vida, em diversos formatos e tamanhos, mesmo que sacudidas por alguns ventos contrários. Irão fazer-nos permanecer numa localidade ou correr para outra. O importante é reconhecê-las e agarrá-las.

Este caso do apóstolo S. Paulo é um exemplo de uma oportunidade aproveitada. Contudo, a Bíblia também nos dá conta de diversas oportunidades desperdiçadas. São as sementes que caiem junto ao caminho e nunca chegam a germinar, sendo comidas pelos pássaros (Marcos 4:4). É o homem que enterra uma moeda que recebeu, não ousando investi-la (Mateus 25:18). É a cidade que não quer acolher as iniciativas de proximidade e protecção de Deus (Lucas 13:34). É um povo que, não ouvindo Deus, perde o ensejo de se alimentar do trigo mais fino e do mel puro (Salmo 81:13-16).

No meio do turbilhão de palavras e de imagens que nos rodeiam diariamente, que dispersam a nossa atenção e, quantas vezes, nos desviam do foco, momentos de silêncio com Deus podem ajudar-nos a discernir portas, caminhos, possibilidades desenhadas por Ele tendo, desde logo, a Sua garantia: “Instruir-te-ei e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir. Guiar-te-ei com os meus olhos.” (Salmo 32:8) Iniciemos o ano com esta confiança, determinadas em entrar pelas portas que Deus nos abra, ou em ampliar visão pelas janelas que rasgue à nossa frente.

Convidamos cada uma de vós a inscrever-se gratuitamente para receber a nova newsletter, “Entre Nós”, através deste link:  https://forms.gle/JZdZRicsqYx8EGMF6   Será uma companhia agradável ao longo de todo o ano de 2020, que desejamos muito abençoado!

Bertina Coias Tomé
Psicóloga, Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde e Psicologia Comunitária

Ambiente de Natal

960 640 Aliança Evangélica Portuguesa

Ambiente de Natal

Naquele dia, a cidade estremeceu com a notícia! Um homem deveras perturbado, conseguira arrastar toda a gente numa onda de indignação. Por aqui e por ali, havia muitas conversas inquietas, impregnadas de agitação e incómodo!

Na verdade, o dia deveria ter sido de celebração, de festa. Era um momento único e especial para toda a humanidade. Tratava-se do primeiro Natal. Contudo, não foi reconhecido e é descrito assim: “E o rei Herodes, ouvindo isto, perturbou-se, e toda Jerusalém com ele.” (Mateus 2:3)

Uns anos mais tarde, um outro homem promove também uma alteração no ambiente de uma cidade. Chama-se Filipe e está em Samaria. Ali ele proclama o evangelho, acontecem autênticos milagres e o resultado é este: “E havia grande alegria naquela cidade.” (Atos 8:8) Um povo em festa!

De igual modo, e ainda hoje, em cada um de nós habitam possibilidades de criar ambientes, seja na nossa casa, no nosso local de trabalho ou até na localidade onde vivemos. E que tipo de atmosfera emocional e espiritual promovemos?

O facto de ser tempo de Natal, por si só, não será suficiente para ditar um clima agradável ao nosso redor. Precisamos de nos assegurar que acima do aroma do bacalhau ou da carne assada, ou dos fritos polvilhados de canela, a fragrância de Cristo se espalha pelo ar, em cada olhar, palavra, gesto. Que para além das luzes que piscam nas gambiarras, a luz de Cristo, clara e pura, é a luminosidade que conduz cada passo.

Neste Natal, conheço famílias em luto. Há outras com o peso de dívidas por pagar. Algumas a tentar refazer-se de um desmoronamento na relação familiar. Outras a saborear uma casa ou um carro novo, ou deliciadas no sorriso do anúncio de um casamento para breve ou de uma nova gravidez.

Sejam quais forem as circunstâncias, precisamos de um Filipe – alguém que conhece a Deus, que é portador da mensagem do Seu amor, que faz borbulhar uma alegria pura no ambiente em que está, onde o poder de Deus tem espaço para se manifestar. Quem poderá “ser” Filipe?

Tu e eu, podemos sê-lo neste Natal, pela Sua graça, seja qual for a ementa, a beleza e delicadeza dos enfeites que decoram a mesa e a sala, o número de pessoas, a dimensão da casa. Para tal, bastará seguirmos o conselho do apóstolo Paulo: “E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.” (Efésios 5:2)

Para todas, um Feliz Natal!

Bertina Tomé
Psicóloga, Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde, e em Psicologia Comunitária

Semana Universal de Oração 2020

900 720 Aliança Evangélica Portuguesa

No arranque de um novo ano e, como já é habitual, está à porta também mais uma Semana Universal de Oração. Começa no dia 12 de janeiro, até dia 19, e este ano o tema escolhido é “De volta a Casa”. Durante esta semana vão realizar-se em vários locai s do país e do mundo encontros específicos de oração e nós queremos convidá-lo também a participar.

A Hospitalidade – Lurdes Lima Capucho

960 640 Aliança Evangélica Portuguesa

A Hospitalidade

Abri cuidadosamente a toalha bordada sobre a mesa da sala. Depois alisei e ajustei. Decorei-a com um jarro de flores frescas e velas decorativas. Da cozinha, fui trazendo os pratinhos com aperitivos diversos e depois o arroz-doce polvilhado de canela que preparara na noite anterior. Também uma canja quente, acabada de fazer, aguardava os convidados.

Pouco depois, ela chegou do cabeleireiro. Vinha linda, com um penteado que lhe dava um ar ainda mais atraente e distinto e combinava bem com o seu sorriso. No ar havia a excitação própria de um dia especial.

No quarto esperava-a o seu vestido de noiva, de cetim, tule e rendas. Fora eu a fazê-lo e, também por isso, tinha agora um gosto especial em vê-la na elegância que marcava um dia memorável. Vestiu-se e acabou de se aprumar, ficando especialmente atraente. Pouco depois começaram a chegar familiares e amigos, convidados para o seu casamento, em momentos de reencontro e de muita alegria. Uma vez que os seus pais residiam longe dali, escolhera a minha casa como o lugar de onde sairia como noiva para a cerimónia nupcial na igreja. Já tivera esse prazer com duas outras noivas, a quem fizera  igualmente os vestidos.

Esta tem sido uma forma de praticar a hospitalidade, entre outras. Tanto o meu marido como eu temos um grande prazer em receber pessoas na nossa casa e providenciar-lhes uma refeição e um tempo agradável de convívio.

Durante anos, enquanto fui solteira, servi a Deus longe da minha família e foi uma bênção ter junto de mim famílias que me “adoptaram”, recebendo-me frequentemente em suas casas e proporcionando-me um ambiente acolhedor. Hoje, é um privilégio fazer com outros aquilo que fizeram comigo. Recordo-me, especialmente, de uma família numerosa que tantas vezes me recebeu. Mesmo com limitações económicas, tinham sempre um café, um sorriso e uma bolacha para oferecer.

Embora nos empenhemos em oferecer o nosso melhor, não temos a preocupação de possuir algo muito especial para, então, ser hospitaleiros. Não é necessário ter um queijo caro, a melhor fruta ou mesmo a casa “num brinco”. Se estivermos à espera disso, deixaremos passar muitas oportunidades ou talvez nunca cheguemos a receber alguém. Por isso, quando convidamos sempre partimos do princípio de que o importante são as pessoas, não é a casa. Procuramos que cada visitante se sinta à vontade e confortável, saboreando um ambiente de família, seja para uma refeição seja mesmo para passar uns dias.

A conclusão a que temos chegado é a de que, para além de sermos bênção para outros, nós próprios somos abençoados.  “Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos.” (Hebreus 13:2) Essas palavras vêem-me à mente quando recordo o convite que, a certa altura, fizemos a duas amigas para virem almoçar a nossa casa. Tanto uma como outra têm familiares a residir muito longe daqui e pensámos que seria uma excelente oportunidade de promover momentos de convívio, com sabor a família. Na véspera do dia combinado, percebi que não estávamos num momento economicamente favorável. Sugeri ao meu marido que cancelássemos o convite. Contudo, ele não sentia que o devêssemos fazer e concordei com ele. Então fui ao frigorífico em busca de uma ideia para a ementa. Tinha peixe cozido, já desfiado. Massada de peixe seria a única possibilidade.

No dia seguinte elas vieram estar connosco, alegremente. Ainda hoje comentam aquela massada de peixe, tão saborosa que lhes ficou na memória, sem que imaginassem então que fora o único recurso.

À despedida, uma delas, para nossa surpresa, deu-nos uma oferta em dinheiro. Sentira-se impelida a fazê-lo e acreditava que fora Deus a dirigi-la nesse sentido. Comovidos, acabámos por contar-lhes toda a história daquela refeição.

Na verdade, Deus presenteia-nos com um leque diverso de bênçãos quando somos hospitaleiros. Concluo, lembrando o conselho bíblico:

“ E não vos esqueçais da beneficência e comunicação, porque com tais sacrifícios Deus se agrada.” (Hebreus 13:16)

Lurdes Lima Capucho
Evangelista

Eutanásia: Porque Não?

1200 815 Aliança Evangélica Portuguesa

Eutanásia: Porque Não?

Em 2018 houve uma tentativa de aprovação da legalização da eutanásia pelo parlamento português.
O que é a eutanásia? O que não é eutanásia? Quais os principais argumentos a favor e contra a sua legalização? Qual a origem e significado da dignidade humana? O que são e para que servem os cuidados paliativos? Qual o sentido da vida, à luz da investigação científica internacional? Qual a perspetiva cristã sobre a eutanásia?

O médico Jorge Cruz, especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular no Hospital da Arrábida, mestrado em Ética Médica (na faculdade de Medicina da Universidade do Porto), doutorado em  Bioética (na Universidade Católica Portuguesa), autor do livro “Morte Cerebral – Do Conceito à Ética” e membro da direção da ACEPS (Ass. de Cristãos Evangélicos Profissionais de Saúde), procurou responder a estas e a outras questões, concluindo que os argumentos a favor da eutanásia e/ou do suicídio assistido são insuficientes e insatisfatórios para justificarem a sua legalização.

Veja aqui o  respetivo artigo completo publicado pelo autor na Revista Iberoamericana de Bioética.

https://revistas.comillas.edu/index.php/bioetica-revista-iberoamericana/article/download/11726/11036

A Caminhada – Cristina Frade

960 461 Aliança Evangélica Portuguesa

Uma escolha pessoal no percurso de vida

Aqueles passeios matinais já faziam parte da nossa rotina familiar durante as férias na praia. A baixa-mar durante a manhã convidava-nos a percorrer o extenso areal, levando-nos a contemplar a beleza do abraço entre o céu e o mar, lá no fundo, na linha quase etérea do horizonte.

Os mais novos aproveitavam aqueles passeios para se aventurarem nas suas descobertas e criações marinhas. Com a água a formar pequenas lagoas, era um regalo vê-los construir aquários, apanhar peixinhos e algas, caçar “monstros marinhos”, como um pequeno polvo que não se deixou apanhar por mais que tenham sido as artes utilizadas.

Numa dessas caminhadas, a assentar os pés firmemente na areia húmida, tive a consciência de como é muito mais fácil caminhar na areia fresca e compacta do que na tórrida areia seca, cujos grãos parecem querer engolir-nos as pernas em cada passo esforçado. Dei comigo a pensar como a nossa caminhada pela vida também é assente no terreno que escolhemos trilhar.

Claro que a companhia que nos incentiva a dar um passo mais além é fundamental para não desistirmos quando vemos a imensidão do areal qua ainda temos de percorrer.

Mas, independentemente da companhia, estou em crer que a nossa decisão sobre a escolha de um ou outro terreno tem um papel ainda mais decisivo nos frutos da nossa vida.

Certa vez Jesus reiterou esta verdade referindo-se à edificação da nossa vida sobre o terreno firme da rocha ou sobre a instabilidade da areia. E a diferença fundamental entre um e outro é precisamente o conhecimento da Palavra de Deus e a sua aplicação à nossa caminhada. (Mateus 7; 24-29)

Essa escolha resultará em bênção para a nossa vida, alegrará o coração de Deus e contribuirá, sem dúvida, para o crescimento do Seu Reino.

É verdade que há momentos em que parece não ser fácil discernir entre o caminho certo e o errado, entre o que conduz à bênção e o que leva à destruição, tanto mais quando olhamos à nossa volta e a mensagem que ouvimos é a de que tudo é legítimo, tudo é relativo, cada indivíduo tem direito a fazer as suas escolhas, não podendo ser criticado desde que não prejudique terceiros.

 

A Bíblia afirma que tudo é lícito mas nem tudo convém. Os estudiosos das Ciências Sociais, por exemplo, referem que na análise social os valores devem ser relativizados pelas práticas – se o aborto é uma prática clandestina, então vamos solucionar o problema, legitimando-o através da criação de um instrumento que faça parecer que quem o pratica não está a cometer um atentado contra Deus, contra o seu próximo e contra si mesmo. Para ser clara, o que se faz é melhorar as condições de saúde e de higiene em que o ato é realizado mas não se atua no sentido de evitá-lo, evidenciando que tal prática é condenável pelo Autor da Vida e que traz um peso atroz sobre quem o faz.

As práticas e caminhos condenáveis pela Palavra de Deus são diversos e não são reprovados por um capricho de Deus mas porque Ele, sendo Todo-Poderoso, vê o que nós não conseguimos ver, não discernindo muitas vezes as consequências dos nossos atos, e porque, tal qual um grande construtor, o nosso Criador tem instruções para o funcionamento e manutenção da nossa vida, as quais, se cumpridas, resultarão em bênção e prosperidade da nossa vida. Por outro lado, o não cumprimento dessas regras iliba o construtor de qualquer mau resultado.

Para terminar, quero partilhar consigo a minha visão sobre esta matéria e aquilo que é o resultado da minha caminhada em terreno firme, tendo por fundamento a Palavra de Deus. Quero dizer-lhe que em todos nós existe um desejo imenso de liberdade mas creia que essa liberdade só é plenamente vivida quando nos encontramos no lugar e no propósito para o qual fomos criados. Só na medida em que conhecemos melhor Aquele que nos criou e buscamos o Seu propósito para a nossa vida é que teremos a certeza plena da nossa realização.

Se sente esta necessidade íntima de se sentir plenamente realizado(a), e se ainda não o fez, experimente colocar-se no propósito de Deus para a sua vida, busque a Sua vontade através da oração e do conhecimento da Sua Palavra. Fazendo isto, encontrará, por certo, o caminho firme e estável que deve trilhar, onde encontrará paz e direção para a sua vida. Faça isto perseverando, aguardando a resposta suave e amorosa de Deus.

“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e Ele tudo fará.” (Salmo 37:5)

 

Cristina Frade
Socióloga

Dia de Oração pela Igreja Perseguida

1280 720 Aliança Evangélica Portuguesa

Será que devemos orar pelos cristãos perseguidos todos e todos os dias? É claro! Eles precisam das nossas ofertas de orações uma vez que muitos estão na linha de fogo da perseguição pela sua fé. Mas há um único dia a cada ano – o segundo domingo de novembro na maioria dos países – o qual tem sido designado como o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida.

E neste dia – o domingo de 10 de novembro desse ano – milhões de cristãos e milhares de igrejas ao redor do mundo levantarão nossos irmãos e irmãs em oração.

Então, a AEP desafia cada igreja e comunidade, no próximo domingo, a ter um tempo de oração pela igreja perseguida.

Aqui encontra uma Carta às igrejas com motivos de oração, por parte da Aliança Evangélica Europeia:
Clique aqui para abrir o PDF da carta

Deus vos abençoe!

Aliança Evangélica Portuguesa

 

Links do Youtube:

error: Conteúdo Protegido!