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Geral

Despenalização da Eutanásia – Tomada de Posição da Associação Cristã Evangélica de Profissionais de Saúde

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A Associação Cristã Evangélica de Profissionais de Saúde manifesta o seu pesar e preocupação pela aprovação da despenalização da eutanásia em Portugal. Tomada de posição apoiada também pela AEP.
Acreditamos e defendemos que a vida é uma dádiva de Deus!

A Associação Cristã Evangélica de Profissionais de Saúde manifesta o seu pesar e preocupação pela aprovação da despenalização da eutanásia em Portugal.

Acreditamos e defendemos que a vida é uma dádiva de Deus e que todo o ser humano tem valor e dignidade, desde a conceção até à morte natural, sejam quais forem as circunstâncias.

A decisão tomada por maioria parlamentar no passado dia 20 de fevereiro, contra a constituição da República Portuguesa, que refere categoricamente no seu artigo 24.º que “a vida humana é inviolável”, e com os pareceres desfavoráveis da Ordem dos Médicos, da Ordem dos Enfermeiros, do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida e de muitas outras entidades, nacionais e internacionais, é um enorme retrocesso civilizacional. O nosso país, um dos pioneiros na abolição da pena de morte, pretende juntar-se à triste minoria dos países do mundo onde a eutanásia é legal.

Como profissionais de saúde, inscritos na Ordem dos Médicos, na Ordem dos Enfermeiros, e na Ordem dos Médicos Dentistas , defendemos a necessidade de um cuidado humanizado a cada doente, esteja ou não em estado terminal, de acordo com as melhores práticas profissionais. Acreditamos que a eutanásia ou o suicídio assistido não são a melhor opção em nenhuma situação clínica, por mais complexa que seja. Não aliviam o sofrimento mas matam a pessoa que sofre.

A despenalização da eutanásia é apresentada como uma solução de último recurso, em circunstâncias excecionais, mas o exemplo de países como a Holanda ou a Bélgica, que permitem estas práticas, confirmam que o Estado não tem capacidade de regular a atuação dos médicos que as executam e de impedir que muitas pessoas sejam mortas contra a sua vontade ou sem terem formulado qualquer pedido nesse sentido. Enveredar pela eutanásia parece ser a solução mais fácil para o alívio da dor e sofrimento insuportáveis, que desresponsabiliza o Estado e os serviços de saúde de cuidarem do paciente de uma forma global, tendo em conta a sua dimensão física mas também a mental, a social e a espiritual.

Qualquer mudança legislativa que venha a permitir aos médicos terminarem intencionalmente com a vida de doentes, mesmo após o pedido voluntário e reiterado destes últimos, põe em risco a missão e propósito da medicina e das ciências da saúde, e a própria ética e deontologia profissionais. Levará também, inevitavelmente, a uma degradação da relação médico-doente, do SNS e dos cuidados paliativos, que tanto carecem de investimento e apoio.

A Associação Cristã Evangélica de Profissionais de Saúde tudo fará para se opor a uma lei injusta e iníqua e apela ao veto presidencial.

22 de fevereiro de 2020

Despertando a visão missionária nos nossos filhos

956 638 Aliança Evangélica Portuguesa

Despertando a visão missionária nos nossos filhos

Como podemos despertar o coração dos nossos filhos para missões? Começo, partilhando um pouco da minha vida e de como o desejo de servir a Deus e alcançar os outros foi despertado.

Tinha 7 anos quando compreendi que era pecadora e precisava de Jesus para me salvar do castigo pelos meus pecados. Aceitei Jesus como meu salvador naquele momento. O curioso é que não foi durante uma lição bíblica ou uma pregação. Foi enquanto ouvia a história missionária de Amy Carmichael, a missionária irlandesa que dedicou à sua vida em favor das crianças indianas, cobrindo a sua pele branca com café e usando os trajes indianos para conseguir alcançar aquele povo. Aquela história teve um impacto tão profundo em mim que não só aceitei a Cristo como decidi dedicar a minha vida a Ele, queria ser como a Amy. Com 7 anos, descobri que podia ser uma missionária, independentemente da minha idade, ao contribuir para a obra missionária, ao orar pelos missionários e povos não alcançados e partilhando o que Jesus estava a fazer na minha vida. 

Assim, levava sempre a minha irmã mais nova à Classe de Boas Novas (classe bíblica para crianças que era feita ao ar livre, por alunos do Instituto Bíblico Português e missionários americanos), onde conheci o Evangelho e comecei a partilhar a minha fé com a minha família e os meus colegas na escola. Muitos dos meus colegas na escola e no bairro começaram a participar na classe, tendo a oportunidade de ouvir o Evangelho.

Com a chegada do inverno, a classe iria ter que terminar, mas o meu desejo de ouvir a Palavra era tão grande que propusemos que a classe fosse feita na nossa casa, e assim foi! Como os meus pais sempre gostaram de crianças, permitiram que a Bíblia fosse ensinada na sua casa. Com 8, 9 anos, eu tinha uma responsabilidade na classe: preparar a sala para receber os meninos e meninas e convidar os vizinhos para a mesma. Às vezes segurava os cartazes dos versículos ou dos cânticos na classe e ajudava os mais pequenos a memorizarem os versículos. A minha irmã mais nova era a minha aluna preferida! Chegámos a ter 30 crianças na nossa sala! E como eu me sentia tão útil para Deus!

Deste trabalho, muitas famílias foram alcançadas, incluindo os meus pais e irmãos, e nascia assim a nossa igreja local, onde participo até ao dia de hoje. Com 11 anos de idade, comecei a ajudar as classes dos pequeninos na Escola Bíblica Dominical e assim me tornei professora da EBD. Lembro-me que quando se falava sobre missões, os meus olhos brilhavam e o meu coração ardia! Desejava ver mais meninos e meninas de Portugal alcançados para Jesus! Toda a minha adolescência e juventude foram dedicadas ao Ensino da Palavra, na minha igreja local, na classe de Boas Novas que, entretanto, passei a dirigir e nos projetos missionários da Aliança Pró-Evangelização de Crianças de Portugal, onde que participava no Verão.

Nos tempos da universidade, envolvi-me ativamente no Grupo Bíblico Universitário e pude participar em campanhas evangelísticas e ver jovens universitários a entregar as suas vidas a Deus! Foi um tempo de crescimento, onde aprendi a fazer missões de forma integral de uma forma mais consciente: servir a Deus com o que sou, com o que tenho e no lugar onde estiver!

Deus honrou o meu desejo de O servir em todo o tempo e tive o privilégio de conciliar a minha profissão com o Ministério, trabalhando em organizações cristãs, em especial o Desafio Jovem, onde pude servir por mais de 10 anos, como psicóloga. Hoje, a minha vida é dedicada inteiramente ao trabalho da APECP, oferecendo os meus dons, os meus talentos, os meus conhecimentos, o meu tempo e a minha família para que crianças e adolescentes do nosso país possam conhecer Deus, a Sua Palavra e o Senhor Jesus como seu Salvador!

Olhando para trás, louvo a Deus pois o meu compromisso com Ele desde muito cedo na minha vida livrou-me de tantas coisas que hoje em dia são uma preocupação na vida das nossas crianças e jovens. E tudo começou aos 7 anos, quando alguém me ensinou que Deus pode usar-me, independentemente da minha idade e deu-me oportunidades de servir a esse Deus Maravilhoso. Dou graças a Deus pelos professores, líderes, irmãos que tenho tido na minha família, na minha igreja local, na APECP, no GBU, no Desafio Jovem, que acreditaram em mim, investiram na minha vida e foram usados por Deus para conduzirem ao lugar onde sempre tenho procurado estar: no centro da Vontade de Deus!

“Ensina a criança o caminho em que deve andar….” (Provérbio 22:6).

Não vamos esperar que as crianças sejam mais crescidas para servir a Deus e serem missionárias. A criança que já recebeu a Cristo recebeu também dons espirituais que deve desenvolver, no contexto da sua igreja local. Como pais, professores e líderes, precisamos perceber que Deus usa as crianças para ao Seu Reino e procurar oferecer oportunidades para que de facto elas possam cumprir o propósito de Deus para a sua geração, hoje! As crianças não são só o futuro da Igreja, elas são também o seu presente.

Se queremos ver mais alunos nas nossas Escolas Bíblicas, mais jovens a ingressarem nas agências missionárias e mais portugueses alcançados, precisamos começar desde cedo. Precisamos de uma nova geração de gente comprometida com o Evangelho e com a Obra Missionária!

 

Iolanda Melo

Psicóloga, especialista em Psicologia Clínica e da Saúde e em Psicologia da Educação

Aliança Evangélica integra Grupo Trabalho contra Eutanásia recebido pelo Presidente da República

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O Grupo de Trabalho Inter-Religioso do qual a AEP faz parte foi esta segunda-feira à noite recebido pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para contestar a eutanásia e defenderem medidas que reforcem os cuidados paliativos.

Segundo o pastor Jorge Humberto, nosso representante no GT IR Saúde e co-fundador do mesmo, o chefe de Estado revelou-se “atento e sensível” às preocupações das diferentes confissões religiosas, que “pugnam pela dignidade da vida humana” e ficou o apelo para uma legislação que “amplie os cuidados paliativos em Portugal” e não despenalize a morte assistida.

A Aliança Evangélica continua assim em defesa da Vida!

Concerto de Clássicos “Cantai ao Senhor”

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Este ano, na abertura do Fórum Evangélico 2020, vamos contar com o
Concerto de Clássicos “Cantai ao Senhor”, de David Martins e produção
musical de Rúben Alves. Será uma oportunidade para reviver e cantarmos
juntos temas que têm passado de geração em geração, como “Tu és fiel
Senhor”, “Santo, Santo, Santo”, entre muitos outros.

Na primeira parte do concerto, haverá ainda um momento de Afro Gospel,
com Miguel Vieira e a sua banda.

O concerto, com início às 20.30h, será no Auditório da Faculdade de
Medicina Dentária, onde a partir das 19h vai estar também a decorrer a
EXPO Evangélica, com dezenas de ministérios e organizações que vão
mostrar um pouco do que estão a fazer a nível nacional e internacional.

Bilhetes para o concerto disponíveis em: http://bit.do/concertoclassicos

O Fórum Evangélico 2020 vai depois continuar a decorrer no sábado, dia
18 de abril, no mesmo local.

Fica o convite!

Fórum Evangélico 2020

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A Aliança Evangélica Portuguesa vai realizar nos dias 17 e 18 de Abril o Fórum Evangélico 2020, no Auditório da Faculdade de Medicina Dentária de Lisboa, com o objetivo de mobilizar as igrejas a estarem juntas nestes dias, conectando ministérios / organizações, proporcionar comunhão entre famílias e celebrarmos juntos a Deus, com entrada livre. Este ano estaremos focados no tema da “Oração” com a presença de Peter Creig (do Ministério 24-7prayer.com) e à “Diáspora” , com o crescente número de imigrantes evangélicos entre nós.

Vamos também ter Seminários / Networks sobre “Oração”, “Igreja: questões jurídicas”, “Ideologia de Género”, “Ação Social” e “Comunicação / Imagem / Redes Sociais”.

Brevemente disponibilizaremos as respetivas inscrições.

 

Destaque ainda para a EXPO Evangélica, com a presença de dezenas de organizações que vão partilhar o que está a ser feito ao nível dos ministérios infantis, juvenis, desportivos, mulheres, ação social, oração, missões, entre outras vertentes.

Brevemente mais informações.

Fica o convite para toda a comunidade evangélica participar neste Fórum Evangélico 2020!

Livre para vestir-se de si mesma

959 537 Aliança Evangélica Portuguesa

Que atire o primeiro cabide quem nunca ficou a olhar para o guarda-roupa sem saber o que vestir ou nunca comparou a sua roupa com as de outras pessoas ao chegar a determinado lugar, ou que  achou que deveria vestir determinada roupa porque estava “na moda”. A roupa está presente desde que o homem e a mulher foram expulsos do Éden, quando Deus, o primeiro estilista do mundo, fez roupas de pele para os cobrir. A partir de então, a roupa sempre fez parte da história da humanidade, desde as primeiras civilizações do Oriente e da Antiguidade clássica (Grécia e Roma) até chegar à Europa Ocidental, da Idade Média aos dias de hoje, sempre com inúmeros significados e funcionalidades.

Para se proteger do frio, de predadores, para estabelecer funções hierárquicas e religiosas, como instrumento de segregação social e de identidade cultural, manifestação política, artística, entre outros, a roupa ocupa um lugar imprescindível na nossa vida cotidiana.
O conceito de moda, segundo a Professora de História da Indumentária da Universidade de Bolonha, Daniela Alanca, “é um dispositivo social definido por uma temporalidade muito breve e por mudanças rápidas, que envolvem diferentes setores da vida coletiva”. O termo moda, segundo ela, não é uma palavra antiga, apesar de sua etimologia ser latina. Vem de modus (modo, maneira).

Na sociedade moderna, entende-se como uma ferramenta de comunicação entre as pessoas. Nós reconhecemo-nos, também, pela forma como estamos vestidos. As décadas passadas foram marcadas por movimentos onde a moda esteve inserida nos mais diversos contextos. Podemos citar, por exemplo, o Movimento Hippie, que marcou os anos 1960, movimento esse de contracultura, político-social, que contestava o sistema vigente, capitalista. A moda hippie ficou marcada pelas roupas coloridas, batas indianas, flores no cabelo… e é usada até hoje. Algumas peças de roupa, como a mini saia, considerada um clássico da moda com sua origem em Londres, representava a emancipação das mulheres e era vista como um sinal de rebeldia com suas coxas e joelhos de fora,  marcando o fim de um período de repressão sexual, no qual a roupa era usada para esconder o corpo. No entanto, a roupa diz muito mais do que os motivos citados acima. Ela revela a nossa personalidade, a nossa visão de mundo e diz quem somos sem precisarmos de dizer uma só palavra.
Porém, a indústria da moda e a sociedade, ao longo do tempo, vem impondo a forma como devemos nos vestir. Termos como “está na moda” ou “tendência”, celebridades e novelas, desfiles nas semanas de moda em diversas capitais do mundo, com o único intuito de nos mostrar o que devemos consumir, têm minado a nossa forma de nos expressarmos como verdadeiramente somos e isto tem resultado no “efeito manada”, onde todos se vestem da mesma maneira.
Porém, se Jesus veio para reconciliar todas as coisas, como diz em Colossenses 1:3, por que não pensar que isto também inclui a moda, a nossa identidade e a maneira como nos vestimos?
Quando paramos para pensar que fomos feitas por um Deus criativo, de forma única, podemos manifestar essa consciência através do vestir. Vestir-se de si mesma é conectar a nossa essência, identidade, com a nossa aparência de maneira visível, palpável. Isso só é possível quando sabemos quem realmente somos. Por vezes somos levadas por motivações erradas ao escolhermos uma roupa e aos poucos vamos nos diminuindo para caber num padrão que não leva em conta quem somos, as nossas particularidades, mantendo-nos num estado de “escravidão”, inclusive do consumo
irresponsável que exaure os recursos da terra.

A boa notícia é que em Jesus somos livres. Sim! A liberdade que Ele veio nos dar, a vida plena que Ele veio nos oferecer, se aplica a todas as esferas da nossa vida e, o vestir, como algo essencial a nós, faz parte disso também. Somos livres para nos vestirmos de nós mesmas. Livres para usarmos as roupas que falam sobre nós. Livres para misturar padrões, cores, texturas, acessórios… ou não. Livres da imposição do que a sociedade ditou e dita como regra.
Pois, é na diversidade, expressa a partir das nossas singularidades, que mora a beleza. E onde há beleza, Deus está presente.

Suellen Figueiredo
Designer de Moda, especialista em Consultoria de Imagem e Estilo

Armadilhas do diálogo Homem/Mulher

1024 682 Aliança Evangélica Portuguesa

Um casamento saudável não é um casamento onde não há brigas, mas onde os parceiros conhecem e praticam a arte da reconciliação através do diálogo. A paz não acontece naturalmente, a menos que um dos parceiros se tenha anulado. Quando apenas um impõe as suas necessidades e o outro se limita a supri-las, sem direito a voz própria, vive-se uma paz artificial e destrutiva. Duas pessoas inteiras vão entrar em choque. A questão principal não é tanto o conteúdo do conflito, nem saber quem tem razão, mas como é que o casal lida com opiniões opostas para chegar a um consenso, nem que seja concordar em discordar.

As diferenças entre homem e mulher tornam-se mais evidentes em situação de stress. A principal dificuldade diz respeito à preservação de um diálogo construtivo quando um conflito vem à tona. Na crise, a mulher tende a queixar-se e o homem a isolar-se. Estas reações transformam-se num círculo vicioso. A mulher sente o silêncio do homem como uma agressão e aumenta o tom das suas cobranças. Quanto mais ela reclama, mais ele se isola, na tentativa de fugir do confronto.

Os mecanismos de defesa do homem e da mulher são opostos. Ela geralmente prefere enfrentar, mas exagera as suas acusações com palavras como “sempre” e “nunca”. Ele reage ignorando os problemas, esperando a tempestade passar. O ciclo crítica/desprezo transforma os parceiros em inimigos. O silêncio do homem é uma tentativa de proteção, mas funciona para a mulher como uma provocação. Ambos devem aprender a brigar e entender a atitude do outro como um desejo de ajudar e não como uma retaliação.

O homem precisa de ouvir mais e encarar os conflitos como oportunidade de crescimento e fortalecimento da relação. A mulher precisa de expressar as suas queixas de forma positiva e objetiva, sem desqualificar o seu cônjuge. Os dois sentem necessidade de ser amados, respeitados, e têm medo do abandono. Por isso, na hora do desentendimento é importante renovar o compromisso que permite ir fundo na crise sem o risco de romper o vínculo. A ameaça de separação não passa de uma forma disfarçada de manipulação. Ela expressa subtilmente que o outro corre o risco de ser abandonado caso não se disponha a ceder às expectativas do parceiro.

Cada um precisa de compreender a dinâmica da relação e enxergar a sua parte no conflito. Em situação de stress, a mulher quer desabafar e ser ouvida. Ele quer ajudá-la a partir dos seus parâmetros, tentando diminuir o problema, dar uma solução prática e abreviar as queixas dela. Ela sente-se desrespeitada nas suas emoções, desqualificada, desvalorizada e censurada. Ao ouvi-la, ele desenvolve um plano de ação, interrompe a fala dela com soluções ou comentários que minimizam as suas emoções, e a deixam ainda mais brava. Ele acha que estava a ajudar e só piora a situação. Sem entender porque é que ela reage tão agressivamente, ele retira-se ferido.

Quando está irritado, ele refugia-se na sua caverna e precisa de ser respeitado na sua necessidade de tempo e espaço para digerir as suas emoções. Ela faz perguntas, tratando-o como gostaria de ser tratada. Ela só quer compartilhar o seu fardo, mas ele sente-se invadido e cobrado. Ela interpreta o silêncio dele como rejeição e cobra até ele estourar ou afasta-se magoada. Quanto mais quieto ele fica, mais ela o cutuca. Quanto mais ela o cutuca, mais quieto ele fica. O homem reage ao stress tentando manter o controle racional até estourar. A mulher tende a mergulhar nas emoções. Ele necessita de sossego para entender o que está a acontecer. Ela busca carinho e atenção para reordenar os seus sentimentos. Cada um interpreta a atitude do outro como um ataque pessoal.

Cada um deve saber cuidar de si e interpretar a atitude do outro como um pedido de socorro que merece compreensão, paciência e respeito. Nesta perspectiva, o conflito torna-se uma oportunidade para ambos desenvolverem a famosa inteligência emocional através do diálogo entre cabeça e coração. O homem pode aprender com a mulher a deixar as suas emoções virem à tona. A mulher pode aprender com o homem a filtrar as suas emoções através da lente mais objetiva da razão.

Isabelle Ludovico da Silva
Psicóloga clínica com especialização em Terapia Familiar Sistémica.

isabelle@ludovicosilva.com.br

Imigração Ilegal

600 438 Aliança Evangélica Portuguesa

Na sequência da notícia divulgada hoje em vários meios de comunicação social, indicando como suspeitos três alegados Pastores Evangélicos a exercer funções numa igreja na cidade da Amadora da prática de crimes de imigração ilegal e tráfico humano , a Aliança Evangélica Portuguesa vem apresentar o seu repúdio por toda e qualquer prática de auxílio à imigração ilegal e tráfico humano. Apresentamos também a disponibilidade da nossa organização à colaboração com os órgãos de polícia criminal quanto à denúncia de situações similares.

Infelizmente a prática de tais crimes ocorre com frequência em Portugal sendo vítimas muitos cidadãos brasileiros e de outras nacionalidades, que necessitam de cuidado e amparo que é possibilitado por muitas igrejas e associações membros da Aliança Evangélica Portuguesa. Infelizmente também, esse apoio prestado por vezes pode ser mal interpretado pelas autoridades, como se fosse motivador da imigração ilegal, quando na verdade é apenas o auxílio humano a pessoas em dificuldade. Desconhecemos por completo o que se passou no caso relatado apenas podendo afirmar que a igreja, na qual os alegados pastores visados alegadamente fazem parte, não é membro da Aliança Evangélica Portuguesa.

Consideram-se desadequadas as notícias de manchete evocando a atividade de Pastores Evangélicos, uma vez que essa atividade nada tem a ver com os crimes e por causar um alarme social quanto à prática Evangélica, religião minoritária em Portugal e que em nada favorece ou motiva a prática dos crimes evocados.

Alerta-se ainda os meios de comunicação social e os cidadãos em geral para se certificarem se a entidade religiosa está inscrita na Aliança Evangélica Portuguesa como forma de distinguir as igrejas evangélicas reconhecidas por esse organismo em Portugal das não reconhecidas. Para o efeito poderão consultar o site em https://aliancaevangelica.pt/site/igrejas/

Mil e uma razões para ser voluntário

1280 960 Aliança Evangélica Portuguesa

Já pensou em ser voluntário? Talvez tenha dito para si mesma: “Sim, é uma boa ideia!”, mas também pode ter pensado: “E o que é que eu ganho com isso?”

Bem, de facto, existem 1001 boas razões para fazer voluntariado.

Mas, afinal, o que é ser voluntário? Segundo a legislação portuguesa, ser voluntário é uma atividade que necessita de estar enquadrada institucionalmente [Lei 71/98 de 3 Novembro, artigo 2.º].

Sabemos que a Palavra de Deus nos incentiva a fazer o bem individualmente ou em grupo, em qualquer circunstância e desinteressadamente como uma sementeira, e fruto de um caráter transformado por Cristo (Gálatas 6:9, Mateus 5:16, Efésios 2:10, Tiago 2:14-17, Tiago 1:27, Tiago 4:17). Contudo, o facto de estarmos enquadrados institucionalmente pode ter vantagens a nível do impacto e visibilidade das nossas ações na comunidade. Assim, o voluntariado é uma bonita forma de deixarmos brilhar a nossa luz.

Contudo, não encaremos o voluntariado apenas como uma atividade pontual, uma tarefa. Olhemos o voluntariado como um estilo de vida: dar de nós aos outros, dar o nosso tempo, os nossos talentos, (aquilo que melhor sabemos fazer, as nossas competências pessoais e/ ou profissionais) e os nossos tesouros (aquilo que possuímos – bens materiais, donativos, roupa, brinquedos, alimentos… – e que podemos partilhar com os outros.)

Creio que o voluntariado é um investimento, um bom investimento. Não um investimento a fundo perdido, mas um investimento com grande retorno.

Ser voluntário:

1 – É uma oportunidade de aprendizagem de como se deve estar/ agir num determinado contexto e permite saber como funciona determinada organização.

2 – Possibilita-lhe alargar a rede de contactos pessoais e profissionais

3 – Significa ter mentores formais e informais e isso implica, necessariamente, ganhar novas perspetivas sobre tarefas e/ ou grupos específicos de população. Tudo isto permite o enriquecimento de cada voluntário como pessoa, para além de valorizar o seu CV, se é recém-formado ou procura emprego.

4 – É uma oportunidade de desenvolver a capacidade de comunicação e o conhecimento sobre diferentes contextos.

5 – Permite aumentar o auto-conhecimento, no sentido que o voluntário experimenta novas tarefas, desempenha novos papéis, e percebe o que o inspira e motiva a continuar, ou não.

6 – É uma possibilidade de desenvolver as soft skills tão importantes e valorizadas em contextos laborais e também indispensáveis para os relacionamentos interpessoais (por exemplo: capacidade de comunicação, relacionamentos interpessoais, resolução de problemas e pensamento crítico, escuta ativa, vontade de aprender, boa gestão de tempo, trabalhar bem em equipa, flexibilidade, etc.)

O voluntariado, na sua aceção mais lata, é quase para todas as idades, e pode ser realizado em variadíssimos âmbitos: associações, conservação do ambiente, eventos,  entre outros. Recentemente, li duas frases que penso que se aplicam muito bem ao contexto do voluntariado: não importa a tarefa que desempenhamos, a posição que ocupamos, “todos nós somos líderes na diferença que queremos ver no mundo” e “o voluntariado é o expoente máximo da democracia. Nós votamos nas eleições uma vez por ano, mas quando somos voluntários, votamos todos os dias no tipo de comunidade em que queremos viver.”

Finalmente, o voluntariado certamente torna-nos pessoas mais felizes, pois como diz a Bíblia “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (Atos 20:35).

Experimente!

Elsa Correia Pereira
Socióloga

Semana Universal de Oração – Devocional e Eventos

900 720 Aliança Evangélica Portuguesa

É já no próximo domingo (12 Janeiro) que arranca a Semana Universal de Oração!

Podem fazer o download do devocional em Português aqui:

https://aliancaevangelica.pt/oracao2020.pdf

Este documento pode ser divulgado e partilhado conforme acharem útil.

Fica também aqui uma listagem de alguns locais com eventos de oração durante este período:

NORTE

Viana do Castelo
Dia 17 de Janeiro – 6ª Feira às 20h30
Assembleia de Deus
R. Júlio de Lemos,112, – 4900-381 Viana do Castelo
Pregador: Carlos Martinez

Braga
Dia 14 de Janeiro – 3ª Feira às 9:30H
Dia 18 de Janeiro – Sábado às 11:30H
Igreja O Farol
Rua Dom Frei Caetano Brandão, 200 – Braga

BRAGANÇA

Vila Real
Dia 18 de Janeiro – Sábado às 16H
Igreja Baptista de Vila Real
Rua de Tourinhas,4, – 5000-662 Vila Real
Pregador: Pr. Fernando Silva

Porto – cidade
Dia 18 de Janeiro – Sábado às 15H
Igreja Evangelica da Renovação – Porto
Rua Santos Pousada,1257 – 4000-489 Porto
Concerto de Oração – Jovem

Porto – cidade
Dia 16 de Janeiro – 5ª Feira às 21H
Igreja Baptista Cedofeita
Rua de Cedofeita, 167 – Porto
Pregador: Pr. Samuel Paulo Santos

Maia
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira às 21H
Igreja Evangélica em Águas Santas
Rua Mosteiro 2100 – 4425-140 Águas Santas
Pregador: Pr. Emanuel Fernandes

Vila Nova de Gaia
Dia 17 de Janeiro – 6ª Feira às 21H
Igreja Evangélica da Alumiara
Rua da Bélgica,1553 – 4400-052 Vila Nova de Gaia
Pregador: Pr. Ruben Santos

Viseu
Dia 19 de Janeiro – Domingo às 17H
Igreja Evangélica Baptista de Tondela
Av. Dr. Antonio José de Almeida 3460- Tondela
Pregador: Pr. Constantino

CENTRO

Aveiro
Dia 19 de Janeiro – Domingo às 10H
Centro Cristão Vida Abundante
Centro Comercial Oita – Av. Doutor Lourenço Peixinho, 146 (Antigo Cinema) 3800-160 Aveiro
Pregador: Pr. Daniel Caçador

Dia 19 de Janeiro – Domingo às 17H
Igreja Metodista Wesleyana Azurva
Rua de São João, – Aveiro
Pregador: Pr. Manuel Joana

Dia 19 de Janeiro – Domingo às 10H
Igreja Batista de Aveiro
Rua Tenente Resende, 29 -3800-269
Pregador: Ancião Joel Silva

Dia 21 de Janeiro – 3ª Feira às 20:30H
Igreja Batista de Aveiro
Rua Tenente Resende, 29 -3800-269
Pregador: Pastores e lideres

Dia 22 de Janeiro – 4ª Feira às 20h30
Assembleia de Deus Ílhavo
Rua Arcebispo Pereira Bilhano, 83 – 3830-111 Ílhavo
Pregador: Pr. Daniel Soares

Dia 26 de Janeiro – Domingo às 10H
Igreja Evangélica em Cacia
Av. Fernando Augusto Oliveira, Lote 1 Sector 1, 3800-540 Cacia
Pregador: Pr. Pedro Jorge

Dia 26 de Janeiro – Domingo às 16H
Assembleia de Deus
Rua D. José I, n.º 11 e 15 – 3800-143 Aveiro
Pregador: Pr. Joel Resende

Dia 26 de Janeiro – Domingo às 10H
Igreja Metodista Wesleyana Gafanha da Nazaré
Bairro Felix,12 – 3830-636 Gafanha da Nazaré

Pregador: Drº Malheiro

Dia 26 de Janeiro – Domingo às 17H
Igreja Metodista Wesleyana Estarreja
Rua Dr. Joaquim Manuel Ruela, 97 – 3860-246 Estarreja

Pregador: Fernando Gato

Dia 26 de Janeiro – Domingo às 10H
Igreja Metodista Wesleyana Mourisca do Vouga
Rua do Barril, 6 1º – 3750-782 Mourisca do Vouga

Pregador: Pr. Filipe Carvalho

Coimbra
Dia 12 de Janeiro – Domingo às 10H
Igreja Evangélica dos Irmãos –Tovim
Rua Drº Joaquim Moura Relvas, 165 – 3030-360 Coimbra
Pregador: Missionário Vinicyus Fortes

Leiria
Dia 14 de Janeiro – 3ª Feira às 20;30H
Igreja Evangélica Baptista de Leiria
Av. Combatentes da Grande Guerra 25, 2400-147 Leiria
Pregador: Pr. Bruno Malheiro

GUARDA E CASTELO BRANCO

Covilhã
Dia 18 de Janeiro – Sábado às 10H30
Assembleia de Deus
Rua da Industria, nº.11
Pregador: Pr. Josué da Ponte

RIBATEJO

Santarém
Dia 19 de Janeiro -Domingo às 17H
Assembleia de Deus
Rua 31 de Janeiro, 32
Pregador: Pr. Samuel Fernandes

GRANDE LISBOA

Aguas Livres (Buraca) – Amadora
Dia 12 de Janeiro – Domingo às 10H
Assembleia de Deus
Estrada de Alfragide, 6A
Pregador: Pr. Josué da Ponte

Lisboa
Dia 15 Janeiro – 4º Feira às 10H
Aliança Evangélica Portuguesa- Sede
Av. Conselheiro Barjona de Freitas, 16-B 1500-204 Benfica
Oração – Pastores

Lisboa
Dia 17 Janeiro – 6ª Feira às 21H
CCVA Lisboa
R. Guiné 21, 2685-336 Prior Velho
Pregador: Pr. Samuel Fernandes

Odivelas
Dia 12 de Janeiro – Domingo
Em cada Igreja

Dia 13 de Janeiro – 2º Feira às 21H
Ministério Internacional Kairos
Rua 25 de Abril, 40 – Quinta da Várzea, 2620-041 Olival Basto

Dia 14 de Janeiro – 3ª Feira às 21H
A. D. Libertando Vidas
Rua 25 de Abril, 1 – Quinta da Várzea, 2620-041 Olival Basto

Dia 15 de Janeiro 4ª Feira às 20:30H
Assembleia de Deus Odivelas
Av. D. Dinis, 68 A – Centro Comercial Oceano, Loja 66 – Cave- Odivelas

Dia 16 de Janeiro – 5º Feira às 21H
A. D. Ministério de Santos
Rua Jorge Sena, 3 E -2675-392 Odivelas

Dia 17 de Janeiro – 6ª Feira às 21H
Doulos – Igreja Cristã
Rua Heróis de Chaimite, 5A/7-2675-374Odivelas

Dia 18 de Janeiro – Sábado às 21H
Igreja Sementes do Reino dos Céus
Rua Heróis de Chaimite, 7 – 2675-374Odivelas

Dia 19 de Janeiro – Domingo
Em cada Igreja

Cascais
Dia 17 de Janeiro – 6ª feira às 21H
Assembleia de Deus Trajouce
Rua Tomás da Anunciação 102 – 2785-009 São Domingos de Rana
Pregador: Pr. José Santana

Lisboa
Dia 18 Janeiro – Sábado às 17H
Logos Comunhão Cristã
Rua Ary dos Santos, 5, 3.º Piso, 2685-327 Prior Velho
Concerto de Oração

S Marcos – Cacém
Dia 19 de Janeiro – Domingo às 10:30H
Igreja Baptista Getsémani
Estr. de Paço de Arcos nº163, 2735-521 São Marcos
Pregador: Pr. Samuel Fernandes

Mem Martins
Dia 19 de Janeiro – Domingo às 9H
Assembleia de Deus Sintra
Rua do Zambujal, nº6A
Pregador: Pr. Josué Ponte

SUL

Almada
Dia 14 de Janeiro – 3ª Feira às 20:30H
Assembleia de Deus Almada
Rua União Piedense, 33 A/B – 2805-251
Pregador: Pr. Samuel Fernandes

Almada
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira às 20:30H
CAP- Comunidade Apostólica e Profética
Rua Joaquim Jorge Pires, 26 A – Feijó

Barreiro
Dia 12 de Janeiro – Domingo às 18H
MIF- Missão Internacional da Fé
Rua Calouste Gulbenkian 6B, 2830-044 Barreiro
Pregador: Pr. Samuel Fernandes

ALENTEJO

Évora
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira às 20.30H
Assembleia de Deus
Beco da Manutenção Militar, 9 – 7005-189 -Évora
Pregador: Pr. António José

Sines
Sexta feira, 17 Janeiro 2020 às 21 horas
Igreja Apostólica Nova Aliança
Rua Marques de Pombal, nº 16, 7520-225 Sines
Pregador: Pr. Rogério Ramos

Algarve

Olhão
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira – 21H
Igreja Ação Bíblica
R. Mte. Carlos Cativo 2, 8700-502 Olhão
Pregador:  Pr. Josué da Ponte

Faro
Dia 17 de Janeiro – 6ª Feira – 20H
Missão Betesda
Rua S. Luis, n.º 9 -8000-151 Faro
Pregador: Pr. Jorge Brito

Armação de Pera
Dia 14 de Janeiro – 3ª Feira – 21H
CCVA
Avenida Humberto Delgado,6 Loja 3 (perto do Continente)

Portimão
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira – 20:30H
Assembleia de Deus
Rua Nossa Senhora da Conceição Coca Maravilhas 8500-000 Portimão
Pregador: Pr. Eduardo Goes

Lagos
Dia 17 de Janeiro -6ª Feira – 20:30H
Assembleia de Deus
Templo de Sião, R. da Gafaria, 8600-587 Lagos

Loulé
Dia 15 de Janeiro – 4ª Feira – 20:30H
Igreja Evangélica Batista de Loulé
R. de São Paulo 20, 8100-680 Loulé
Pregador: Pr. Tiago Pereira

Quarteira
Dia 16 de Janeiro – 5ª Feira – 20:30H
Assembleia de Deus
Rua da Infância,14 – 8125-228 Quarteira
Pregador: Pr. Rodolfo Lima

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