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Artigos Gerais

Portugal em Estado de Calamidade

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Comunicado Direção da AEP

Portugal em Estado de Calamidade

Portugal passou a partir das 0h00 do dia 15/10 a estar em estado de calamidade, devido ao agravamento do número de infeções diárias e do crescente número de pessoas internadas em hospitais.

A propósito, a AEP esclarece que:
1) As nossas condições para as Celebrações religiosas mantêm-se iguais.

2) Devemos continuar a cumprir com todas as medidas de segurança estipuladas pela DGS (Clique aqui para ver as diretrizes da DGS para os serviços religiosos de Maio de 2020)

3) A saída das reuniões nos recintos exteriores deve respeitar as novas regras de não se aglomerem em número superior a 5 pessoas e que usem sempre a máscara.

Não houve qualquer alteração aos cultos, exceto cerimónias como casamentos, em que o convívio familiar não pode ultrapassar as 50 pessoas.

Oremos por proteção e que o Senhor tenha misericórdia da nossa nação, proteja nossos ministros de culto, cristãos bem como todos aqueles que trabalham na linha da frente ao combate a esta pandemia.

Igreja sem alterações às respetivas normas de segurança da DGS

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COMUNICADO AEP

11/09/2020

Igreja sem alterações às respetivas normas de segurança da DGS

Na próxima terça-feira, dia 15 de setembro 2020, o país passará do estado de alerta, para o estado de contingência com medidas de restrições mais apertadas conforme já anunciado pelo governo.

No que diz respeito aos nossos cultos, não existe qualquer alteração, a não ser o cuidado na saída dos locais, para não ser feito em simultâneo nem criar grupos à entrada e saída.

Em todo o caso, desde o primeiro momento que recebemos as normas da DGS que contestamos a distância de 2m, entre outras medidas, que não foram acolhidas pela DGS, por esse motivo estamos em conversações para emitir um pedido conjunto de diversas entidades religiosas a solicitar a alteração de 2m para 1 metro de distanciamento entre pessoas individuais ou entre famílias o que corresponderá à distancia aproximada de duas cadeiras.

Assim os nossos cultos continuam a poder realizar-se dentro das regras definidas pela DGS. (Podem ler-se aqui as orientações da DGS para as celebrações religiosas de 29/05/20)

Quando, porém, terminar o culto, os crentes não podem ficar à porta a conversar uns com os outros, porque finda a cerimónia religiosa já se aplicam aos crentes as medidas que limitam o número de pessoas a grupos de 10.

Queremos dar um apontamento especial em relação às atividades com crianças e jovens, para afirmar que as normas aplicáveis são exatamente as mesmas, pelo que nos casos em que as instalações não permitam a realização das atividades em simultâneo com o culto principal, sugere-se que as atividades com crianças e jovens sejam realizadas no espaço do culto em momentos que o culto principal não se esteja a realizar.

Damos graças a Deus por esta liberdade e pela proteção sobre nossas vidas e Igrejas, mas é tempo de continuar a orar!

Oremos para que o nosso Senhor possa continuar a proteger nossas igrejas, comunidades e ministros de culto que exercem funções de risco!

Oremos para que Deus possa ter misericórdia da nossa nação!

Oremos pelas nossas autoridades, profissionais de saúde e todos os que trabalham para que a nossa economia não pare!

Que o Senhor abençoe nossa nação!

A Direção da Aliança Evangélica Portuguesa

Family.Fit em Portugal

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Apresentamos hoje mais um programa que tem sido um sucesso mundial durante o COVID…Family.Fit
Desde o início do confinamento que começou um projeto de discipulado na família.
Como juntar família, fé, fitness e diversão? https://family.fit/en/
O Family.Fit está em já 170 países e em 25 línguas diferentes alcançando mais de meio milhão de pessoas pelo mundo.
Todas as semanas sai um novo programa:)
A língua portuguesa está a sair no tempo certo todas as semanas, já temos 20 semanas traduzidas, https://family.fit/en/translations/portuguese-portugal/
Mais de 220 pessoas envolvidas na produção, 11 deles portugueses 🙂
Inclui também muitos parceiros de todos os cantos do mundo, a União Bíblica, a Aliança Evangélica Mundial, o Fórum Infantil Global, a Aliança da Família, o movimento Lausanne, entre outros.
É grátis, fácil de fazer download e adaptável para todas as circunstâncias. Siga o Family.Fit nas principais redes sociais…
Mais informações para: pedromateus@uniaobiblica.com

AEP solidária com o Líbano

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A Aliança Evangélica Portuguesa (AEP) associa-se à Aliança Evangélica Mundial (WEA) pois está profundamente entristecida com a notícia da grande explosão que abalou o coração de Beirute, no Líbano, no dia 4 de agosto. A explosão, alegadamente causada por produtos químicos armazenados de forma não segura no porto, destruiu vários edifícios à volta e resultou em mais de 150 mortes e milhares de feridos. Hospitais que antes lutavam para responder ao COVID-19 estão sobrecarregados; cerca de 300 000 pessoas ficaram sem abrigo num país que já estava passando por uma grave crise económica.

“Lamentamos esta trágica perda de vidas e o trauma adicional que este desastre causa a um povo que já sofre. Estamos solidários com os residentes de Beirute e com a nação do Líbano e conclamamos os cristãos e as igrejas de todo o mundo a juntarem-se a nós em oração ”, disse o Bispo Efraim Tendero, Secretário-Geral da WEA, e acrescentou:“ Oremos por cura e restauração, por conforto e paz para aqueles que perderam entes queridos, e oremos para que a causa do acidente possa ser totalmente investigada e justiça seja feita, para que as pessoas possam encontrar um fim”.

O Rev. Dr. Jack Sara, Coordenador da WEA para o Médio Oriente, comentou: “No meio desta calamidade, somos encorajados pela resposta abnegada de igrejas e crentes que estão ativamente alcançando os necessitados: ajudando a restaurar casas danificadas e oferecendo espaço /lugar para viver a quem perdeu tudo. Oramos para que Deus dê sabedoria aos líderes do Líbano para lidar com a situação com graça e para que as igrejas sejam um farol durante estes dias tão sombrios. Lembremos as palavras do Salmista que orou a Deus dizendo: ‘Embora eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei o mal, pois Tu estás comigo; a Tua vara e o Teu cajado me confortam.” (Salmo 23: 4)

A WEA lançou uma página de doações para aqueles que desejam apoiar os ministérios locais que respondem às muitas necessidades locais. Pode encontrar mais informações em worldea.org/beirut e fazer um donativo através do IBAN da Aliança Evangélica Portuguesa

IBAN  PT50.0033.0000.45282173896.05 MillenniumBCP

(Nota: Importa informar por email o seu donativo geral@aliancaevangelica.pte, se pretender recibo, indicar Nome, NIF  e endereço de email)

Obrigado!

A Direção da Aliança Evangélica Portuguesa

COMUNICADO STOP EUTANÁSIA

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AUDIÇÃO STOP EUTANÁSIA NA COMISSÃO DOS ASSUNTOS CONSTITUCIONAIS, DIREITOS, LIBERDADES E GARANTIAS

O Movimento cívico Stop eutanásia esteve representado na tarde de ontem na audição do grupo de trabalho da Despenalização da Morte Medicamente Assistida, com Graça Varão, fundadora do Movimento, e Nelson de Brito, médico.

Embora nos encontremos já na etapa da especialidade, perante 5 projetos de lei aprovados na generalidade no passado dia 20 de fevereiro, o contexto pandémico que vivemos veio trazer uma nova forma de olhar para esta lei, que nos obriga a refletir, pois a Lei deve ser para o Homem e não o Homem para a Lei.

O que se pretende não é debater o tema em abstrato, pois isso seria voltarmos atrás (o que de algum modo não é possível, o tempo passou), mas antes refocar, recentrar, o debate e o sentido atual da lei da Eutanásia.

Os tempos mudaram, o mundo mudou. Impõem-se uma nova reflexão:

Como queremos avançar enquanto sociedade? Com a enorme incerteza que ainda estamos a viver, o que podemos esperar dos nossos governantes? Como confiar-lhes as nossas fragilidades e preocupações?

A nossa vulnerabilidade e impotência perante o desconhecido e ameaçador vírus mostrou-nos a grandeza do que somos todos capazes, principalmente quando olhamos e reconhecemos a nobreza da entrega dos médicos e profissionais de saúde. Como sociedade, estado e povo, o que podemos fazer para ajudarmos a tornar a nossa sociedade mais humanizada?

A pandemia trouxe-nos importantes aprendizagens às quais não podemos ficar indiferentes:

1) Veio reforçar o valor da Vida Humana – Hoje temos menos dúvidas de que todas as vidas têm a mesma dignidade. Todas merecem o mesmo tratamento, o mesmo acesso aos ventiladores, as mesmas possibilidades de cura e mesmo de serem salvas.

Vimos como a nossa sociedade está disposta a mobilizar-se para salvar vidas humanas e como as famílias suplicam aos médicos para que não deixem ninguém para trás, nem mesmo os mais idosos ou mais doentes.

2) Veio confrontar a nossa liberdade individual – Rapidamente ficámos confinados e não hesitámos em proteger os mais velhos, os mais vulneráveis, mesmo que para isso tivéssemos que respeitar o isolamento e o distanciamento. Não pudemos visitar quem mais queremos ou quem mais nos preocupa.

Afinal percebemos que a nossa liberdade individual não é totalmente absoluta e autónoma. Há valores humanos mais elevados.

3) Trouxe a consciência prática da interdependência do Ser Humano – Confrontando a nossa autonomia individual, vimos como precisamos de forma vital dos profissionais de saúde como salvadores dos “nossos”; percebemos como a saúde do outro, e no limite a sua própria vida, depende também do meu comportamento.

Esta consciência – a interdependência humana – dita a beleza da humanidade: perante o outro, quando começamos a “dar”, quando se estabelece uma cadeia de solidariedade, reconhecemos que todas as vidas têm a mesma dignidade.

4) Veio reanimar a Rede de Solidariedade na nossa sociedade – Porque todos somos seres humanos e todos queremos que os nossos não sofram! É da nossa natureza aliviar o sofrimento próprio e do outro.

Isto é o que nos leva a afirmar uma vez mais que é necessário o Estado reforçar e desenvolver as estruturas de cuidados paliativos e continuados, para que estes cuidados cheguem de facto a toda a população necessitada. Precisamos de mais acompanhamento em fim de vida e mais condições para os mais vulneráveis, mais idosos, mais doentes e com menos recursos financeiros ou até menos apoio familiar.

Toda a sociedade funcionou para responder a uma causa que é absolutamente central, a vida humana. E a vida humana não só fica posta em causa com a pandemia. Também para com as pessoas com “lesão definitiva ou doença incurável, em sofrimento duradouro e insuportável”, temos o dever de nos mobilizar, e o Estado e dever de reforçar e desenvolver as estruturas de cuidados paliativos e continuados, para que estes cuidados cheguem de facto a toda a população necessitada… porque todos são igualmente dignos e merecem.

Não podemos deixar de anotar como a legalização da eutanásia e a mensagem cultural que essa legalização acarreta contraria notoriamente estas aprendizagens e responsabilidades perante a vida humana e a sociedade. Pedimos aos senhores deputados que reconsiderem e que votem contra a lei da eutanásia.

 

Veja também aqui o programa “Caminhos” da AEP sobre “Eutanásia: porque não”

“Super- Histórias da Bíblia” na RTP2

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Para um Verão mais animado, a Aliança Evangélica Portuguesa preparou uma série especial de programas “Luz das Nações” para crianças. Para ver de 3 de julho a 4 de agosto, às 15h, na RTP 2, no espaço “Fé dos Homens”.
Uma oportunidade excelente para reviver as aventuras de grandes heróis da Bíblia, como Abraão, Moisés, Daniel na cova dos leões, entre muitas outras. Com grandes músicas e até palhaçadas.
Toda a programação disponível Aqui
Para ver em família!

Comunicado AEP: Regras para celebrações religiosas

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Esta quarta-feira, dia 1 de julho, o país passou a estar em estado de alerta, apesar de como disse o primeiro-ministro, tal “não significa voltar à normalidade pré-covid”.

A exceção é a Área Metropolitana de Lisboa, onde a calamidade se mantém e onde as restrições são mais apertadas.

A questão que surge é; “No que diz respeito aos nossos cultos, será que alguma coisa muda?”

Não! Não muda nada nos concelhos da AML onde há mais restrições, nem no restante do território nacional.

Isto, apesar de não ser permitida a realização de celebrações e de outros eventos com mais de 20 pessoas (5 pessoas nos concelhos mais afetados), salvo se pertencerem ao mesmo agregado familiar. Há, no entanto, especificações já definidas pela Direção-Geral da Saúde para casos de cerimónias religiosas e eventos de natureza corporativa.

Assim os nossos cultos continuam a poder realizar-se dentro das regras definidas pela DGS. (Podem ler-se aqui as orientações da DGS para as celebrações religiosas de 29/05/20)

Quando, porém, terminar o culto, os crentes não podem ficar à porta a conversar uns com os outros, porque finda a cerimónia religiosa já se aplicam aos crentes as medidas que limitam o número de pessoas a grupos de 5 ou de 10 ou de 20, dependendo da situação particular de cada freguesia.

Damos graças a Deus por esta liberdade e pela proteção sobre nossas vidas e Igrejas, mas é tempo de continuar a orar:

Oremos para que o nosso Senhor possa continuar a proteger nossas igrejas, comunidades e ministros de culto que exercem funções de risco!

Oremos para que Deus possa ter misericórdia da nossa nação!

Oremos pelas nossas autoridades, profissionais de saúde e todos os que trabalham para que a nossa economia não pare!

Que o Senhor abençoe nossa nação!

A Direção da Aliança Evangélica Portuguesa

Dia Nacional da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-Religioso

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Dia 22 de Junho assinala-se pela primeira vez em Portugal o Dia Nacional  o Dia da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-religioso. Para celebrar a data, vai ter lugar a conferência “Liberdade Religiosa e Diálogo Inter-religioso: Novos Desafios em Tempos de (mais) Incertezas”, que acontecerá on-line, a partir das 17 horas. Uma iniciativa, em parceria, do Alto Comissariado para as Migrações (ACM) e do respetivo Grupo de Trabalho do Diálogo Inter-Religioso (GT DIR) do qual a Aliança Evangélica Portuguesa também faz parte, bem como da Comissão da Liberdade Religiosa.

A sessão contará com as intervenções da Secretária de Estado para a Integração e as Migrações, Cláudia Pereira, da Alta-Comissária para as Migrações, Sónia Pereira, do Vice-Presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, Fernando Soares Loja e do Professor Catedrático da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, Jorge Bacelar Gouveia, que vai falar sobre “A Liberdade Religiosa e o Direito da Normalidade e da Crise”.

A iniciativa reunirá também representantes de várias confissões religiosas num debate sob o tema “Desafios Atuais às Liberdades de Consciência, Culto e Religião”. Como representante da AEP, estará o pastor Jorge Humberto, partilhando sobre “Como é que as igrejas evangélicas se re-inventaram durante o período de confinamento e agora no pós-confinamento”.

Recordamos que A Assembleia da República (AR) aprovou, por unanimidade, no dia 21 de junho de 2019, um projeto de resolução que instituiu 22 de junho como Dia Nacional da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-religioso. O projeto resultou de uma proposta conjunta do ACM, GT DIR e da Comissão da Liberdade Religiosa, elaborada na sequência do Congresso “Cuidar do Outro”, promovido em 3 de outubro de 2018, na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa.

O Dia Nacional da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-religioso é celebrado simbolicamente na data de publicação da Lei da Liberdade Religiosa (Lei n.º 16/2001, de 22 de junho), reconhecida como um dos diplomas mais inovadores a nível europeu.

O programa “Fé dos Homens ” da AEP sobre o Dia Nacional da Liberdade Religiosa e a nossa Conferência:

https://www.rtp.pt/play/p50/e479198/a-fe-dos-homens/839320

Consulte o programa aqui (pdf do programa)

link para a conferência será divulgado em breve em www.acm.gov.pt e www.facebook.com/ACMigracoes

Dia Mundial dos Refugiados

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No âmbito do Dia Mundial dos Refugiados, 20 de Junho, partilhamos aqui um pequeno testemunho de alguém que acompanha de perto alguns refugiados e requerentes de asilo:

“Estou a acompanhar diversas pessoas refugiadas e requerentes de asilo, oriundas de países fechados. Vários tornaram-se cristãos durante o seu percurso de fuga. De facto, vemos a ajuda de Deus de forma grandiosa no meio dos refugiados.

É verdade que a integração de uma pessoa oriunda de um contexto cultural e linguístico totalmente diferente é um enorme desafio. No entanto, refiro o exemplo motivador de um jovem casal cristão. Eles são verdadeiros multiplicadores, pois ajudam outros refugiados em desafios diários e burocráticos, bem como com o sistema de saúde. Recentemente, o jovem desafiou-me a organizar uma formação online de capacitação em jardinagem e agricultura para uma turma de refugiados. Eles estão motivados, pois têm experiências nestas atividades e querem treinar o que lhes é ensinado teoricamente. 

Oremos para que, em breve, se possam abrir portas relativamente a um espaço físico, onde estes formandos poderão praticar o que estão a aprender e também possam investir em relacionamentos com outros refugiados que necessitem de ajuda.”

João

Para mais informações, contactar: refugiados.aliancaevangelica@gmail.com

Domingo Mundial de Oração pelos refugiados

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Caros irmãos e amigos,
à semelhança do que tem acontecido nos anos anteriores, a Aliança Evangélica Mundial e
as várias Alianças Evangélicas, incluindo a portuguesa, têm demonstrado o seu interesse e empenho dar voz aos que muitas vezes não têm voz, e que querem começar uma nova vida no nosso país: os refugiados.
A Palavra de Deus em Provérbios 31:8-9
“Abre a tua boca a favor do mudo, pela causa de todos que são designados à destruição.
Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados.”
Este ano, de uma forma inesperada tivemos todos de ficar Em casa, Em Portugal. Mas será que todos se sentem em casa, no nosso país? Oramos e queremos agir para que isso se torne uma realidade, especialmente no meio daqueles que seguem a Jesus. O mesmo Jesus que disse “foi estrangeiro, e acolheste-me” (Mateus 25:35).

Veja os materiais disponíveis e utilize-os em família ou na sua comunidade/ Igreja/Associação, para orar e agir mais e melhor em favor dos refugiados:

Pela Rede da AEP para os refugiados,
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