homem e mulher feitos à imagem de Deus

Na sequência de nota à comunicação social emitida pela CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género  https://www.cig.gov.pt/2017/08/nota-a-comunicacao-social/ onde refere que a Porto Editora, “ao optar por lançar duas publicações com atividades que diferenciam cores, temas e grau de dificuldade para rapazes e raparigas, acentua estereótipos de género que estão na base de desigualdades profundas dos papéis sociais das mulheres e dos homens.” A direção da Aliança Evangélica Portuguesa (concordando com artigo já publicado no site http://evangelicalfocus.com), vem afirmar que homem e mulher foram feitos à imagem de Deus (E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Gen. 1:27”) mas têm diferenças, físicas e hormonais. Essas diferenças são boas e importantes, não devem ser diluídas, nem são uma desculpa para promover preconceitos contra as mulheres ou contra os homens. O que provoca a desvalorização do papel das mulheres na sociedade é a corrupção do Homem e o afastamento de Deus, que tende a oprimir os mais fracos em certos contextos sociais, não são as diferenças de papeis ou padrões sociais distintivos entre os dois sexos. A Bíblia condena a desigualdade e a violência contra as mulheres e nos demonstra que homens e mulheres foram criados por Deus com igual dignidade, liberdade, direitos e capacidade intelectual. A figura central da Bíblia e do cristianismo, Jesus Cristo, é o modelo principal, veio restaurar as estruturas sociais de acordo com o padrão do criador respeitando as diferenças e dignificando a mulher. Isso pode ser visto claramente nos evangelhos. Ele enfrentou pessoas religiosas e governantes de seu tempo em proteção de discriminações que eram efetuadas contra mulheres. Em Jesus, não há censura ou repressão de mulheres. Jesus deu a sua própria vida por toda a humanidade - 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

 


Plataforma de Apoio aos Refugiados

A AEP segue atentamente o atual momento que a Europa está a viver, relativamente aos milhares de pessoas que estão a deixar os seus países de origem em busca de uma vida melhor. Para isso, foi criado um grupo de trabalho que está em articulação com a PAR (Plataforma de Apoio aos Refugiados) e queremos desafia-lo a envolver-se!

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